Entrelinhas: “Eu era movida pelo ódio, pela sede de vingança”

Programa trouxe o testemunho de uma mulher que chegou a matar 4 pessoas. Saiba mais


Por Andre Batista / Imagem: Reprodução Univer Vídeo

O programa Entrelinhas do último domingo, 17 de março, 20 horas, apresentou o testemunho de Leda, uma pessoa que, em suas próprias palavras, “era extremamente endemoniada, perturbada”.

Leda cresceu em um lar cheio de agressões físicas e, tomando como exemplo a atitude dos pais, desde cedo agredia a irmã e os colegas de escola e da rua. Conforme ela contou aos entrevistadores – Renato e Cristiane Cardoso -, ela era terrível.

Seu mau comportamento era sempre punido por agressões de sua mãe, que não parava de bater enquanto não a machucava. Dessa maneira, a rotina somente aumentava seu ódio, tanto pela mãe quanto pelas outras pessoas.

Após uma dessas punições maternas, Leda fugiu de casa com um rapaz e se tornou sua esposa. A princípio, aos 15 anos de idade, a única referência de família que tinha era a própria. Portanto, Leda reproduziu a violência que presenciou desde cedo.

“Eu era movida pelo ódio, pela sede de vingança”, contou ela.

Do ódio ao crime

A violência dentro da casa de Leda, junto com a infidelidade do marido, fizeram com que o casamento terminasse logo. Logo após o fim do matrimônio, a jovem foi trabalhar em um bingo, na época legalizado.

Nessa época, Leda conheceu pessoas envolvidas com o crime e se fascinou com esse universo. Passou a praticar furtos, falsificação de documentos e estelionato. Logo chegou ao sequestro, ao roubo e à tortura de suas vítimas.

“Eu comecei a ter amor a armas, a pedir para meus amigos das organizações criminosas a me levarem para fazer assaltos”, contou Leda. “Eu sentia prazer em ver as pessoas apavoradas quando eu colocava o revólver no queixo delas”.

Lucrando com os crimes, Leda se apaixonou por aquele universo. A fascinação a fez, inclusive, torna-se integrante do “tribunal do crime”, onde era uma espécie de carrasco para os criminosos que cometiam delitos contra sua própria organização criminosa. Ali ela torturou pessoas e cometeu quatro homicídios.

Ódio, sintoma de um problema maior

Durante a entrevista, Renato Cardoso explicou que o ódio não é natural do ser humano.

“Esse temperamento agressivo não é normal. A raiva, o ódio, é como uma dor, só que uma dor da alma. Quando nosso corpo sente dor é nossa dica para buscar ajuda”, explicou o Bispo. “O ódio é uma dor emocional. Se você não tira a raiz dessa dor, ela vai aumentando, crescendo, como a dor no corpo vai deixando o corpo mais doente.”

Apesar de ser um sintoma tão grave, porém, o ódio é subestimado pela maioria das pessoas. Conforme afirmou Cristiane Cardoso, “o ódio é um mal muito comum. As pessoas criticam esses crimes horríveis que vemos na televisão, mas aquele sentimento é muito mais comum do que as pessoas podem imaginar. Muita gente vive com ódio o dia todo, todos os dias”.

Esse ódio exacerbado que as pessoas cultivam, ao invés de tratar, as leva a cometerem vários crimes. Entretanto, quase sempre as maiores vítimas acabam sendo elas mesmas.

“O ódio pode levar uma pessoa ao crime ou aos crimes emocionais: vingança, mágoa, relacionamentos destruídos”, afirmou Renato. “Esses crimes são cometidos contra você mesmo. Isso porque sua vida vai esvaindo, vai piorando a cada sentimento que você guarda contra alguém. A cada sentimento de ódio. A cada trauma. Tudo isso fica acumulando em você e você é o mais afetado. Não o alvo do seu ódio, mas você mesmo”.

O ódio que Leda cultivou desde que era criança a fez se tornar uma criminosa cruel e vingativa. Talvez você não pense em tirar a vida de alguém, mas nutre mágoas que ferem seu espírito muito mais do que quem odeia.

Saiba, porém, que há cura. Leda foi capaz de se libertar de todo esse mal e reestruturar sua vida. Você também pode ser capaz de fazer isso. Para saber como, assista ao programa Entrelinhas. Conheça a história completa de Leda e descubra a solução para esse terrível mal.

Acesse o Univer Vídeo e assista ao conteúdo na íntegra.

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