Programa Entrelinhas: Ateísmo e depressão

Conheça a trajetória de vida de três ex-ateus que, no momento de angústia, recorreram à fé que sempre negaram


Por Jeane Vidal / Foto: Reprodução

Ateísmo. Esse foi o tema abordado no programa “Entrelinhas”, transmitido pelo Univer Vídeo, no último domingo, 17 de fevereiro, às 20 horas.

Numa conversa franca e aberta, os apresentadores Renato e Cristiane Cardoso conversaram com três ex-ateus. Entre os pontos abordados estavam: as razões pelas quais eles não acreditavam na existência de Deus; os efeitos que essa ausência de fé trouxe para vida deles e o que fez com que eles recorressem à fé e se rendessem a Ele.

Deus não interfere nas escolhas

Para Renato Cardoso a descrença do ateu está baseada no argumento de que se Deus existe e é tão bom, por que permite que tantas desgraças aconteçam no mundo? Por que não intervém?

“Só que é um raciocínio falho, porque ele presume que Deus está no controle da vida do ser humano. E não está. Ele não age como um programador de software que só faz o que determinou. Deus criou o ser humano e o dotou de livre-arbítrio.  Portanto, as escolhas do ser humano o colocam no controle da própria vida e Deus não interfere nisso”, esclarece Renato.

Contudo, “Deus entende o ateu”, explica Cristiane. “Porque, muitas vezes, ele está se baseando em situações que realmente são questionáveis. A respeito de uma pessoa que nasce na rua, por exemplo. A primeira coisa que as pessoas fazem, normalmente, é culpar a Deus. Essa é a forma que o ser humano lida com o problema”.

Foi exatamente isso que fizeram Caio, Rogério e Priscila.

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Ateísmo e depressão

Rogério conta que cresceu em uma família religiosa, contudo, alega que não conseguia ver Deus dentro de sua casa.

“Eu queria acreditar em alguma coisa, porque a natureza humana procura algo para crer. Mas a gente olha para o mundo e se depara com tantas religiões. Eu via uma salada, uma bagunça, então cheguei à conclusão que a melhor coisa a fazer era viver minha vida e deixar de lado essa questão de fé. Deus para mim era meu trabalho, minha inteligência e dinheiro no bolso”.

No caso de Priscila, ela passou a questionar a existência desse Deus tão poderoso e amoroso, de que tanto ouvia falar, a partir de um abuso que sofreu na infância. “Se Ele existisse mesmo, por que permitiu que algo tão tenebroso acontecesse com uma criança inocente?”, questionou.

Caio, por sua vez, conta que abraçou o ateísmo após a morte do irmão. Com a perda da pessoa que mais amava, ele entrou em depressão. Um ano depois perdeu também o pai. Para ele, estava mais do que provado que Deus não existia.

Curiosamente, todos eles eram pessoas depressivas. “Nós vemos uma correlação entre falta de fé e depressão. E tem tudo a ver, porque a depressão é uma dúvida, é uma falta de certeza, é um ponto de interrogação em tudo na vida”, observou Renato.

Quando o ateísmo perde a força e dá lugar à fé

Depois de ter perdido o irmão e o pai, Caio considerava seu casamento o seu porto seguro. Quando, porém, o viu desmoronar, perdeu o chão. Aquela prepotência e autossuficiência caiu por terra, garante.

Rogério havia se tornado dependente químico e, por causa do vício, se deparou com a morte por três vezes. “Eu fiz da droga o meu deus. Eu acreditava naquilo que eu podia sentir, naquilo que eu podia pegar, naquilo que eu podia ver. Nessa caminhada, fui me afundando. Quando a morte chegou próxima de mim, nasceu um desespero. Nesse momento, mesmo sem acreditar, fiz um desafio com Deus.”

Devido ao abuso sofrido na infância, Priscila se transformou numa pessoa fria, nem a morte de um ente querido a sensibilizava. Ela era resistente, principalmente a tudo que estava relacionado a Deus. Entretanto, a leitura de um livro despertou nela o desejo de conhecê-lO.

Para conhecer a história de cada um e saber detalhes de como aconteceu o processo de conversão deles, assista ao programa na íntegra no vídeo abaixo:

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