O Jejum de Daniel é para todos

Os frutos do Espírito Santo são essenciais para a comunhão do homem com Deus

Por Por Maiara Máximo/ Fotolia e Demetrio Koch

O Jejum de Daniel é um propósito de fé que tem como objetivo levar a pessoa a conhecer a Deus e a estreitar o seu relacionamento com Ele. Quando nos desligamos do “mundo” cotidiano, podemos nos conectar adequadamente ao “mundo” espiritual. Ao todo, são 21 dias longe das redes sociais, programas de TV e tudo que se refere a entretenimento. Dessa forma, a pessoa passa a focar mais nas coisas de Deus e a dar importância a atitudes básicas, como ler a Bíblia ou um livro relacionado à fé. Tudo o que lhe agrega algo espiritualmente passa ser a prioridade.

Quando a pessoa nasce de Deus, ela começa a desenvolver suas características e seus frutos, como relatam as Escrituras Sagradas. “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.” (Gálatas 5.22).

Todos esses frutos são de extrema importância e cada um complementa o outro.

Longanimidade

Ela nada mais é do que a paciência. Esse fruto do Espírito Santo mostra o grau da nossa persistência em relação ao que ainda não aconteceu em nossas vidas e que temos buscado já há algum tempo.

Em uma recente reunião de quarta-feira, no Templo de Salomão, o bispo Renato Cardoso falou sobre esse fruto. “A prova da vossa fé produz a paciência e ela não vem automaticamente, mas vem pela prova da fé.”

Quando a fé é provada e resistida, a pessoa adquire essa paciência, algo raro nos dias de hoje, pois muitos têm pressa de realizar seus anseios.

O supervisor de atendimento Wagner Severo Rodrigues, de 30 anos (foto abaixo), participa do Jejum de Daniel desde 2011. Ele teve o privilégio de conhecer a Deus antes mesmo desse propósito, mas avalia que não dá para ser negligente quando o assunto é a comunhão com Deus e a necessidade de se obter os frutos do Espírito. “O Jejum de Daniel fortalece a minha fé como um todo, pois durante os 21 dias que fico distante das distrações e dos entretenimentos, consigo ver de forma clara o grau de intimidade da minha fé em relação as coisas do Alto. É o momento que há maior concentração na manutenção da minha fé, uma limpeza completa para separar o que me faz bem do que não me agrega.”

Antes de chegar à Universal, Wagner não tinha paz. Na infância, sofreu com a separação dos pais e cresceu em um lar desestruturado. Passou a sentir mágoa da mãe e dos irmãos e na juventude adquiriu depressão e desejava morrer. “O meu ser parecia um vulcão em erupção com tantas dúvidas e medos. Vivia solitário, inquieto, não dormia direito com pesadelos e sem perspectiva nenhuma de vida.”

Wagner passou a buscar por esse Deus do qual ele tanto ouvia falar. O jovem, que não tinha paciência nenhuma, começou a entender que o momento certo para que as coisas acontecessem chegaria. “Após o meu encontro com Deus, houve uma mudança radical dentro do meu interior. Por meio da Palavra dEle, pude enxergar que havia solução para a minha vida. Eu deixei de ser triste, angustiado. A mágoa, o ressentimento, a vontade de morrer e a depressão desapareceram. O Espírito Santo entrou e preencheu tudo e eu já não me sentia mais sozinho”, relembrou.

Desenvolvendo os frutos

O supervisor de atendimento passou a desenvolver os frutos do Espírito Santo. Para ele, a paciência foi o fruto mais importante. “É difícil aguentarmos muita coisa, ainda mais dentro de casa. Tive de ser paciente para superar tantos desafios. Não foi fácil, mas, após meu encontro com Deus, Ele se encarregou de aprimorar os seus frutos em mim.”

Wagner ressaltou que todos os frutos são essenciais, mas a paciência é fundamental para permanecer na vontade de Deus. “Aguentar o dia a dia não é moleza, a gente quer explodir, quer fazer justiça. Ser paciente requer comunhão com Deus, Ele que nos dá essa virtude”, afirmou.

O Jejum de Daniel acaba na próxima quarta-feira (dia 14), mas isso não quer dizer que você não possa começar a participar agora mesmo. “O Espírito Santo anseia em jorrar seus pensamentos sobre os que têm sede e estão famintos por conhecer uma nova vida. O Jejum tem efeito sobrenatural na vida daqueles que se submetem a essa direção vinda diretamente de Deus, uma fonte de águas vivas com a qual nunca mais teremos sede”, finalizou Wagner.

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