“Eu ficava 15 dias seguidos sem dormir”
Alessandra Ribeiro tinha depressão, insônia, vícios e servia a encostos. Veja como a vida dela foi modificada por meio de sua entrega a Deus
A conselheira tutelar Alessandra Ribeiro, de 50 anos, sofreu durante muitos anos em virtude de suas más escolhas. “A minha vida era integralmente destruída. Eu bebia, fumava e vivia em folias. Eu fumava maconha e cheirava cocaína. Eu tinha insônia e ficava 15 dias seguidos sem dormir. Em razão disso, desenvolvi depressão, chorava sem motivo aparente e sofria muito na vida amorosa”, detalha.
Alessandra revela que sua família e ela serviam a encostos. Dentro de sua casa, ela alega que vivia um “verdadeiro inferno” por conta de brigas e discordâncias. O pai dela tinha vício em bebidas alcoólicas e fez a família sofrer muito. A situação de Alessandra piorou depois que seus pais se divorciaram. “Eu e meu irmão brigávamos de puxar a faca um para o outro. Eu tinha um espírito de vingança em tudo que fazia, estava sempre muito nervosa, nada estava bom para mim e eu me considerava uma pessoa amarga. Eu me envolvia com marginais e traficantes e recebia entidades em meu corpo. Quando andava na rua, eu tinha a sensação de ter alguém me seguindo. Além disso, eu ouvia vozes e via vultos”, afirma.
Ela explica que, quando estava no trabalho, ia ao banheiro periodicamente para tirar alguns cochilos, pois não dormia durante as madrugadas. “Eu usava tanta droga que mal conseguia trabalhar. Eu não conseguia dormir e tudo isso estava afetando a minha vida negativamente. As pessoas que eu julgava que fossem minhas amigas me influenciavam a fazer o que era ruim. Nós nos afundamos juntas.”
Alessandra continuou com a vida desregrada, até que sua mãe foi diagnosticada com câncer e adoeceu rapidamente. “Os demônios colocaram a doença na minha mãe, mas ela conheceu a Igreja Universal por meio do rádio e tudo mudou. Ela não conseguia andar, chamou um táxi e o motorista a levou no colo para dentro da igreja.
Minha mãe saiu do culto caminhando sozinha”, diz. Depois disso, a mãe dela continou a usar a Fé inteligente. “Minha mãe lutou por mim e por meu irmão. Ficamos revoltados pelo fato dela frequentar a igreja e deixamos de ajudá-la financeiramente.”
Embora Alessandra e seu irmão estivessem contra a mãe, ela permaneceu na Fé e fez a Fogueira Santa de Israel pela vida deles. Três meses depois, Alessandra aceitou o convite de sua mãe e foi à Igreja.
“Fiz as correntes de libertação, mesmo contra a minha vontade. Eu não queria, mas sabia que precisava. Com a assistência de pastores e obreiras, permaneci na Fé. Jesus me libertou do ódio, da mágoa e dos vícios.”
Alessandra confiou sua vida ao Senhor Jesus, se batizou nas águas e passou a evangelizar para socorrer outras pessoas: “renunciei a tudo, inclusive ao meu ex-noivo”.
Atualmente, Alessandra e a família dela servem a Deus como obreiros e ganham almas para o Reino dEle. “Hoje eu cuido das pessoas para que elas encontrem a graça de Jesus como um dia eu encontrei”, conclui.
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