“Achava que a Fogueira Santa era um esquema para arrecadar dinheiro”

Carlos Rubens se libertou dos vícios e teve a vida transformada

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Carlos Rubens, de 32 anos, jogador de futebol americano, conta que sempre gostou de assistir a programas jornalísticos. Em um deles, assistiu à concentração no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, quando foram mostrados pastores carregando sacos pretos, com insinuações de que guardavam dinheiro neles. “Nasceu em mim uma indignação. Como podem tirar dos pobres? Para mim, a Fogueira Santa era um esquema para arrecadar dinheiro.”

Ele ouvia falar coisas ruins a respeito da Universal e tinha muito preconceito, mas quando refletia sobre a própria vida, só observava problemas e escuridão. Carlos cheirava cocaína, fumava maconha e bebia muito. Em meio a tantas situações, conheceu a atual esposa, que acreditava que ele não usava mais drogas. “Eu tinha uma vida dupla. Em casa era uma pessoa, mas quando saía era outra”, conta.

A esposa, entretando, sabia o que acontecia. “Eu vi nos olhos dela que ela já não aguentava mais viver comigo daquele jeito. Ela estava prestes a me deixar.”

Carlos sabia que era difícil viver no vício e manter um relacionamento. Mas ele encontrou uma saída para o problema quando a esposa o convidou para ir à Igreja. “Foi maravilhoso. O obreiro me atendeu e me tratou muito bem. Passei a ir todos os domingos.”

Carlos conta que a sua vida se transformou a medida em que ele participava das reuniões. Ele passou a buscar o Espírito Santo e a praticar a Palavra de Deus. “Recebi o Espírito Santo, uma força que nunca senti em toda a minha vida.”

Ele conseguiu abandonar o vício das drogas. Quando ouviu falar sobre a Fogueira Santa, entendeu que aquilo era uma proposta de mudança de vida. Ele e sua esposa se entregaram com todas as forças ao Altar: “minha vida, meu casamento, minha forma de pensar mudaram”.

Carlos adotou o apelido de “Carlos Revolta” e quando as pessoas perguntam o motivo, ele explica: “a revolta é a minha força”. Ele entendeu, na prática, que não deve dar atenção ao que a grande mídia propaga. “Percebi que é tudo mentira o que falam de ruim da Universal”, afirma Carlos. Faça como ele, procure a Universal mais próxima de você e mude de vida.

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Autor

Kaline Tascin/ Foto: Reprodução