“Eu não pensava em assumir um compromisso”
Carlos Costa não gostava de conversar sobre constituir uma família até que passou a ter problemas mais sérios
Existem áreas que estão, atualmente, sendo colocadas como prioridades na vida das pessoas, como a carreira ou os estudos, por exemplo.
O problema é que, ao fazerem isso, elas não pensam em assumir um compromisso com alguém. Muitas delas também não querem se envolver afetivamente por terem medo de traições, falta de maturidade emocional, insegurança ou porque viram o casamento de seus pais não dar certo.
Carlos Pereira Costa, (foto abaixo) de 40 anos, tinha muitas prioridades em sua vida antes de ser feliz na área amorosa. Ele até chegou a viver alguns relacionamentos, mas não levava nenhum a sério. Ele não tinha o objetivo de constituir uma família nem fazia projeções para o futuro com uma parceira. “Eu estava sempre levando a vida, não pensava em assumir um compromisso e não conversava sobre ter uma família.

Para mim, não existia isso. Eu ia tocando o barco até onde dava e geralmente os relacionamentos não acabavam bem”, diz.
Carlos então conheceu Maria Aparecida Mendes Costa, de 41 anos, e eles começaram a namorar. Entretanto o comportamento dos dois era o mesmo: não pensavam em casamento.
Até que surgiram muitas brigas e discussões entre eles. Maria Aparecida chegou a agredir Carlos e atirar objetos contra ele. Além disso, eles passaram a ter problemas também em outras áreas de suas vidas.
Ela conta que, antes de conhecer Carlos, teve muitas decepções na área amorosa. “Eu me sentia vazia, buscava a felicidade amorosa em lugares e em pessoas erradas e ficava sempre me perguntando por que eu era tão infeliz daquela forma.”
Então, certo dia, Carlos conheceu a Universal e passou a frequentar as reuniões da Terapia do Amor. Depois de algum tempo, ele convidou Maria Aparecida para participar e eles começaram a lutar juntos pela vida amorosa. Eles se casaram, mas os problemas continuaram. “Nos casamos no dia 4 de dezembro de 2004, na Universal, e tivemos muitos desentendimentos nos primeiros sete anos”, conta Carlos.

Maria Aparecida e Carlos chegaram a pensar em separação, mas, diante daquela situação difícil, Carlos procurou um pastor que, com base na Palavra de Deus, o orientou. “O que impediu nossa separação foi a intervenção de um pastor que, com uma Palavra, mudou nossa vida.
Ele teve muita paciência para nos ensinar e nos instruir como deveríamos agir um com o outro.” A partir daí, eles passaram a lutar pela mudança do casamento.
Atualmente, o casal é feliz, tem paz e convive em harmonia. “Hoje não há mais brigas. Claro que temos desentendimentos porque discordamos em certos pontos, mas, com uma boa conversa, tudo se resolve. Enquanto vivermos estaremos em constante aprendizado.
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