“Não era nada do que as pessoas falavam”
Simone conheceu a fé inteligente quando deixou o preconceito de lado
A professora Simone Bonilha, de 41 anos, foi vítima de fake news (notícias falsas). Ela sempre ouvia falar na mídia que a Universal tirava o dinheiro das pessoas. “O que mais me incomodou foi uma reportagem que mostrou uma reunião em um estádio e afirmaram que havia sacos de dinheiro. Me senti indignada. Era noticiado que as pessoas que chegavam à Igreja eram muito pobres e que lhes arrancavam o pouco que elas tinham”, relata.
A imagem que ela tinha do Bispo Edir Macedo era a de um homem ladrão, mentiroso e aproveitador. Ela sentia aversão ao ouvir o nome dele.
Simone carregava dentro de si um vazio e, apesar de ter uma profissão, não se sentia completa. As pessoas não imaginavam a dor que ela carregava. Ela era amarga, infeliz e triste. “Se eu via uma pessoa feliz, eu ficava com raiva dela”, recorda.
Ela enfrentou a depressão por dez anos e também foi diagnosticada com ansiedade patológica, síndrome do pânico e esquizofrenia. O tratamento inicial foi com psiquiatras, psicólogos e medicações. Ela achava que os remédios eram suficientes para curar sua dor.
Sem condições de trabalhar, Simone foi afastada. “Me senti frustrada. Eu já tinha muitos problemas na vida sentimental. Passei por um divórcio e sofri muito.”
Simone encontrou informações sobre o Templo de Salomão na internet e elas chamaram sua atenção. Quando assistiu ao vídeo de uma reunião, ela mudou de ideia em relação à igreja. “Deixei o preconceito de lado e fui em busca de ajuda”, conta.
Ao chegar ao Templo, sentiu paz. “Não era nada do que as pessoas falavam. Eu fui acolhida, bem atendida e vi sinceridade no homem de Deus que estava ali no Altar.”
Simone aprendeu o que era a fé inteligente e começou a buscar cada vez mais a Presença dEle. Ela ouviu muitas críticas por frequentar a Universal, mas nada a abalou.
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