“Muitos recebem um diagnóstico e pensam que suas vidas acabaram”

A Fé fez Mônica da Silva Santos se lembrar que não há nada impossível para Deus, mesmo diante de um diagnóstico de HPV com risco de câncer de útero

Imagem de capa - “Muitos recebem um diagnóstico e pensam que suas vidas acabaram”

A operadora de loja Mônica Aparecida da Silva Santos, de 36 anos, chegou à Universal há 26 anos. Ela esteve afastada da presença de Deus durante cinco anos, mas retornou em meados de 2010. No final de 2011, uma desatenção quase lhe custou caro.

“Fiz um exame de rotina, porém não fui buscar o resultado. Ao acompanhar uma amiga ao hospital, que passaria com a mesma médica que eu fui, comentei aquele fato com a doutora. No dia seguinte, ela me ligou e perguntou se eu poderia retornar. Estranhei, nunca ninguém me ligou e fez um pedido como aquele. Foi um susto para mim”, recordou. Ao lhe mostrar os exames, a médica falou que ela estava com uma ferida no útero. “Ela disse que se eu não fizesse um tratamento aquele quadro poderia evoluir para um câncer. Achei que ela estava me dizendo aquilo para me assustar”, contou. Ao ser encaminhada para um especialista, sua “ficha caiu”. Uma biópsia deveria ser feita o quanto antes. “Não queria acreditar no que estava acontecendo”, disse.

DESCOBERTA
Os exames diagnosticaram HPV, sigla em inglês para a infecção papilomavírus humano. Ela fez mais três biópsias e, mesmo com os tratamentos indicados, com uso de pomadas e remédios manipulados, nada resolvia o problema. Se não houvesse uma reação positiva, uma cirurgia para retirada do útero seria a única opção. “Quando recebi essa notícia, meu chão se abriu. Eu só chorava”, relatou. “Não contei nada à minha família e a dor ficou só comigo”, afirmou.

SAÍDA
Usar a Fé não se tornou uma opção, mas a única saída. “Em um domingo de manhã, orando, fiz um propósito com Deus. Apresentei meus exames e disse a Deus que, assim como Ele me curou no passado, poderia fazer a mesma Obra na minha vida e com a minha saúde. Eu já estava com um exame, mais delicado marcado”, relatou. No entanto os resultados obtidos em maio de 2012 estavam bem diferentes. “No exame principal não constava mais nada. A médica disse que eu não precisava de mais nenhum remédio nem de cirurgia. Bastava que eu me cuidasse. Foi Deus. Até hoje, quando faço meus exames, os médicos custam acreditar que um dia eu tive alguma coisa”, revelou.

IMPORTÂNCIA DA FÉ
Mônica ressaltou o papel da Fé em um cenário de doença: “muitos recebem um diagnóstico pessimista e pensam que suas vidas acabaram. Para a Fé a vida não acabou. Quando a pessoa usa a Fé, determina e crê que há um Deus que pode tudo, Ele opera. Ele é o Deus do Impossível, o Médico dos Médicos.” Na verdade, a experiência que Mônica teve com o poder da Fé também ocorreu para que ela pudesse entender por que teve pneumonia tantas vezes: “passei a respirar com a ajuda de aparelhos, fiquei mais de um mês em coma e dez pessoas doaram sangue para mim”, relembrou.

Os médicos chegaram a orientar a família a assinar documentos para liberá-la dos aparelhos. “Eles disseram que meus pais eram jovens e poderiam ter outros filhos”, destacou.

No entanto a mãe de Mônica não aceitou aquelas palavras. Mesmo sem entender, pegou uma Bíblia e falou com Deus. “Meu coração parou por cinco minutos e, sem explicação, os aparelhos voltaram a funcionar. Os médicos diziam que eu era um milagre”, contou Mônica, que, ainda assim, estava condenada a viver em estado vegetativo. “Meu corpo é todo marcado por conta dos tubos e das injeções, mas não tenho nenhum problema. Hoje, dificilmente tenho um resfriado”, afirmou.

Para quem deveria ter pavor de entrar em um hospital, Mônica é exemplo de coragem e atualmente é voluntária do Grupo da Saúde. “Não estou no grupo só para agradecer a Deus por tudo que recebi, mas porque é um prazer para mim”, concluiu.

Corrente dos 70

Você, ou um familiar, também está passando por um momento difícil e sofrendo as dores de uma grave doença? Participe da reunião da “Corrente dos 70“. Milhares de pessoas já receberam a cura. Sobretudo, provando que o tempo de milagres não acabou. Se você acredita que seu sofrimento ou de um familiar pode ter um fim, compareça!

As reuniões já estão liberadas com a capacidade reduzida, em algumas localidades. Além disso, você deve seguir todas as orientações dadas pelo Ministério da Saúde.

A saber, as reuniões da “Corrente dos 70” acontecem às terças-feiras, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo. Para mais informações sobre as reuniões em sua localidade, procure a Universal mais perto da sua casa. Se preferir, você também pode acompanhar pela TV Universal.

imagem do author
Autor

Flavia Francellino / Foto: Arquivo pessoal