“A vida na cracolândia é complicada”
Rodrigo não aguentava mais olhar para a sua vida e ver que estava perdendo tudo
Rodrigo Rosa Santos, de 40 anos, começou a usar drogas aos 17 anos e já viveu na Cracolândia. “A vida na Cracolândia é complicada. Ali você encontra todo tipo de pessoa: da mais alta sociedade, formadas, rejeitadas, abandonadas, todo tipo. A vida ali é usar drogas até chegar ao limite do seu corpo”, relata.
Ele conheceu a cocaína e começou a perder tudo que tinha conquistado. Na intenção de ficar livre das drogas, vendeu um carro para pagar a internação em uma clínica. Após 15 dias de internação, ele voltou a usar entorpecentes.
Internação não funcionou
Ele tentou largar o vício pela segunda vez e se internou de novo em uma clínica em Brasília. No local, ele se sentia preso, privado de sua liberdade. Havia regras, disciplinas e medicações. “Quando você assina o contrato, eles lhe prometem mundos e fundos, mas o tratamento é complicado e você aprende que não tem mais jeito”, lembra. Após quatro meses de internação, ele teve uma recaída e foi morar na rua.
Rodrigo voltou para São Paulo e foi morar com o pai, mas começou a roubar as coisas de casa para comprar drogas. A situação ficou insustentável e ele foi morar na Cracolândia. “Fumei crack com mulheres grávidas, crianças, idosos, pessoas que não deveriam estar ali.”
Rodrigo estava descrente de tudo. Já havia tentado internações, consultas com médicos, psicólogos, mas nada mudava sua realidade. Até que um dia ele ligou a TV e, no canal da Universal, ouviu que existia solução para seu problema. Foi quando decidiu dar início ao
Tratamento Para Cura dos Vícios, pois já estava no limite do sofrimento. “Desde o primeiro dia em que coloquei meus pés na Igreja, nunca mais fumei um cigarro, não cheirei mais cocaína nem fumei crack. Eu renunciei os meus domingos para estar no Tratamento Para Cura dos Vícios e dediquei minha vida a ser curado.”
English
Espanhol
Italiano
Haiti
Francês
Russo