Ela passou quatro dias em coma

Conheça a história da jovem diagnosticada aos 9 anos com diabetes

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A dona de casa Rosicleia Machado de Assis, de 40 anos, viveu momentos difíceis quando sua filha Natalia Vitória Machado de Assis, hoje com 15 anos, apresentou sintomas como febre e mal-estar. Na ocasião, a menina tinha 9 anos e a mãe a levou ao hospital. Nada grave foi detectado. Natalia tomou medicação e retornou para casa.

Contudo ela voltou a passar mal. Até que recebesse o diagnóstico foram duas semanas de idas e vindas ao hospital. Ela só soube qual era seu problema quando foi submetida a um teste glicêmico e ele constatou taxa de 600 mg/dL.

As taxas normais são inferiores a 99 mg/dL. Casos de pré-diabetes, com valores entre 100 e 125 mg/dL, já são preocupantes. A diabetes é diagnosticada quando a glicose está acima de 126 mg/dL, ou seja, Natalia estava diabética. “Jamais poderia imaginar que minha filha fosse diabética. Foi um choque, pois ela poderia morrer e eu nem saberia como ajudá-la.”

Natalia foi encaminhada para a internação imediatamente. Ela passou quatro dias em coma diabético e apresentava cetoacidose diabética – que é sede excessiva ou micção frequente –,
náuseas e vômitos, dor abdominal, falta de ar e confusão mental. Todos os sintomas eram decorrentes do excesso de glicose.

O médico explicou que isso poderia gerar sequelas, mas Rosicleia, que já frequentava a Universal, começou a usar a Fé aliada ao tratamento da filha. Ela participou das reuniões na Igreja e fez o tratamento com a água do milagre para obter a cura
da menina.

Quando acordou do coma, Natalia não falava nem andava. Ela dependia da ajuda da equipe médica e da mãe para fazer tudo. Porém Rosicleia continuou persistindo nas correntes até que a filha apresentasse melhoras. Natalia ficou 16 dias internada. Depois da alta, ela teria de dar continuidade ao tratamento, mas Rosicleia intensificou suas orações e propósitos na Igreja, pois sempre acreditou na cura definitiva da filha.

Rosicleia explica que a filha foi totalmente curada. Hoje Natalia não faz uso de nenhuma medicação, estuda e tem uma vida normal e, assim como a mãe, permance firme na Fé. “Eu tenho uma vida normal. Nem parece que um dia tive essa doença”, finaliza a jovem.

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Colaborador

Maiara Máximo / Foto: Cedida