“Oi, filho. Troquei de celular”... Será?

Criminosos usam nomes e fotos conhecidos para pedir dinheiro por mensagem. Saiba o que conferir antes de fazer uma transferência

Imagem de capa - “Oi, filho. Troquei de celular”... Será?

“Troquei de celular”, diz a mensagem.

A foto é conhecida. O nome também. Mas o número é novo.

A princípio, a conversa parece normal. Até surgir uma urgência — e um pedido de dinheiro.

Por isso, desconfie da pressa: ela pode ser justamente o que o golpista precisa para você não conferir a história.

E não são poucos casos:

  • 45 milhões de brasileiros já receberam tentativas de golpe envolvendo seus dados pessoais*
  • Entre eles, 84% apontaram os aplicativos de mensagens como um dos caminhos usados pelos golpistas

Recentemente, golpistas chegaram a se passar pelo Bispo Macedo no WhatsApp.

Portanto, nome e foto não bastam para saber quem está do outro lado.

  • Pediram dinheiro? Antes de transferir, ligue para o número que você já conhece
  • Tem urgência demais? Desconfie
  • Pediram algum código? Não envie — e, além disso, ative a verificação em duas etapas
  • Vai fazer um Pix? Primeiro, confira o nome do destinatário

Bônus: encaminhe este alerta para o grupo da família. Assim, você pode evitar que alguém caia no golpe.

Na dúvida, não faça o Pix. Faça uma ligação.

*Fonte: Cetic.br/NIC.br — Pesquisa Privacidade e Proteção de Dados Pessoais, divulgada em 31 de agosto de 2026.

* Com informação da newsletter No Alvo

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Redação | Foto: Reprodução