O desafio de enfrentar uma doença rara
Após receber um diagnóstico inesperado, Damiana Alves viveu meses de dores, internações e procedimentos de alto risco
Após enfrentar uma doença que comprometeu os pulmões, Damiana Alves, de 65 anos, ficou por mais de seis anos dependente de cilindros de oxigênio. Sua rotina era limitada, e a busca por qualidade de vida fazia parte do seu dia a dia.
Foi a filha, Tatiana Monte, de 43 anos, quem a convidou para conhecer a Universal. Já frequentadora da Igreja, Tatiana passou a levar a mãe às reuniões. Damiana foi curada da doença pulmonar, porém, seis meses depois, em novembro de 2024, recebeu outro diagnóstico inesperado.

Câncer de peritônio
O que é?
É um câncer que se desenvolve no peritônio, membrana que reveste a cavidade abdominal e recobre parte dos órgãos. Também pode ocorrer quando um câncer de outra região, como o de ovário, se espalha para o peritônio.
Quais são os sintomas?
Com a evolução, podem surgir:
- acúmulo de líquido no abdômen (ascite);
- aumento ou inchaço da barriga;
- dor ou desconforto abdominal;
- sensação de estômago cheio mesmo após comer pouco;
- perda de apetite e de peso sem;
- causa aparente;
- náuseas e alterações no funcionamento;
- do intestino;
- cansaço e falta de ar.
Como é o tratamento?
O tratamento varia conforme o tipo e o estágio do câncer e pode incluir cirurgia, quimioterapia e, em alguns casos, quimioterapia aplicada diretamente na cavidade abdominal. A estratégia é definida pela equipe médica de acordo com as características de cada paciente.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO)
Uma nova batalha pela saúde
Após passar mal, Damiana foi levada pela filha ao hospital e submetida a diversos exames. Os médicos identificaram uma doença rara. “Informaram que ela estava com câncer de peritônio. O médico nos explicou que essa doença acomete uma em cada um milhão de pessoas”, recorda Tatiana.
A fé em meio ao sofrimento
Diante do diagnóstico, mãe e filha decidiram lutar pela cura por meio da fé. “Buscamos o milagre da cura por meio das correntes e dos propósitos na Universal, além de orações e votos com Deus. Não foi um período fácil. Tivemos muito sofrimento, dores físicas e gastos financeiros, mas sempre cremos que Deus faria o milagre”, afirma.
Uma cirurgia de alto risco
O tratamento exigiria uma cirurgia de alto risco. Segundo Tatiana, os médicos alertaram que seria difícil encontrar um profissional disposto a realizar o procedimento, pois o organismo de Damiana poderia não suportá-lo. Havia ainda o risco de graves complicações e até de ela permanecer com o abdômen aberto. Mesmo assim, seis meses após o diagnóstico, a cirurgia foi realizada.
A recuperação foi marcada por dores, exames, medicamentos e sucessivas idas ao hospital. Damiana passou por cinco internações. Em uma delas, devido a uma forte infecção na região do tumor, com sangramento e secreções, precisou utilizar um dreno. Posteriormente, foi submetida a outras três intervenções cirúrgicas.
O milagre
Durante esse período, Damiana ficou dependente da ajuda da família até para realizar atividades básicas. Ainda assim, mãe e filha permaneceram confiantes na resposta de Deus. “Aos poucos, melhoras eram percebidas. A última intervenção cirúrgica deu certo e, com o tratamento, fui conseguindo me recuperar e voltar à rotina. Após sete meses da primeira cirurgia, em dezembro de 2025, tive a confirmação da cura total”, conta.
Além da cura física

De acordo com Tatiana, Damiana não precisou de quimioterapia nem de radioterapia e não ficou com sequelas. “A equipe médica que cuidou dela e a acompanha até hoje ficou impressionada com a cura. Dizem que ela é um milagre.”
Hoje, Damiana realiza normalmente suas atividades. Para ela, porém, o milagre foi além da cura física: “Não fui curada apenas no corpo, mas também na alma, pois foi durante o período da doença que entreguei minha vida para o Senhor Jesus e encontrei a salvação”, conclui.
A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente.
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