A história de Messala
Seu objetivo é tornar-se alguém, conquistando tudo aquilo que acredita que a vida lhe roubou… e que Judá Ben-Hur sempre teve
Anti-heróis tendem a ser movidos por sentimentos nascidos de conclusões erradas sobre si mesmos… e, ainda mais, sobre os outros.
Amam com medo. Acreditam estar sozinhos nesta vida. Não confiam em ninguém, nem em si mesmos.
A história de Messala é mais comum do que imaginamos. Seu objetivo é tornar-se alguém, conquistando tudo aquilo que acredita que a vida lhe roubou… e que Judá Ben-Hur sempre teve.
Mas Messala não deseja apenas o que pertence a Judá. Ele DESEJA ser Judá: ter seu nome, sua família, seu lugar no mundo e a segurança de quem sabe aonde pertence.
O problema é que, quando alguém constrói a própria identidade pela comparação, nenhuma conquista basta. O sucesso do outro sempre parecerá uma afronta.
Messala poderia ter transformado a dor em força. Em vez disso, fez dela uma justificativa. Alimentou a inveja até chamá-la de ambição; disfarçou a rejeição de superioridade; e tentou destruir no outro tudo aquilo que lhe lembrava o que acreditava não possuir.
Talvez seja assim que nasçam muitos inimigos: não do ódio por quem somos, mas da dor que a nossa existência desperta neles.
Ben-Hur, A Série estreia em outubro.
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