Reino de Deus: como viver a Palavra no dia a dia
No Templo de Salomão, o Bispo Macedo explicou como viver sob o governo do Altíssimo na prática
O Reino de Deus não é um lugar físico, mas uma realidade espiritual que começa dentro de cada pessoa que decide se submeter à vontade de Deus. Esse foi o centro da mensagem ministrada na reunião desta quarta-feira (15), no Templo de Salomão: entender o que Jesus ensinou sobre nascer de novo e como isso transforma completamente a vida.
O que é o Reino de Deus na prática
O Reino de Deus não se limita ao céu futuro, mas pode ser vivido aqui na Terra. Trata-se de um estado em que Deus governa a vida da pessoa. Jesus deixou isso claro ao afirmar que é necessário nascer de novo para ver e entrar nesse Reino (João 3:3,5). Ou seja, não se trata de religião, mas de transformação interior.
“O Reino de Deus não é uma instituição religiosa, nem pertence a uma denominação específica. Ele está disponível a todos, mas só entra quem nasce do Espírito. Quando isso acontece, a pessoa passa a viver sob uma nova direção, com uma nova mente e um novo coração. É como se o céu começasse dentro dela, e essa experiência sustenta sua fé mesmo diante das dificuldades da vida”, explicou o Bispo Macedo.
O novo nascimento: a porta de entrada
Portanto, para fazer parte do Reino de Deus, não basta frequentar uma igreja ou ter conhecimento bíblico. É necessário um novo nascimento espiritual. Esse processo implica uma entrega total da vida a Deus, permitindo que Ele assuma o controle — assim como um senhor governa o seu reino.
“Quando alguém nasce de Deus, torna-se a própria glória d’Ele na Terra. Deus não precisa de nada, mas espera que essa pessoa O glorifique com a própria vida. Isso significa viver de acordo com a Sua Palavra, alinhar desejos e vontades à vontade divina. Não é uma fé de aparência, mas uma transformação real, que muda atitudes, pensamentos e decisões”, ensinou.
O Reino de Deus e a família
Um dos pontos centrais da mensagem foi a comparação entre o Reino de Deus e a estrutura familiar. Assim como uma casa precisa de ordem e de um líder, o Reino também funciona sob autoridade. Quando Deus é o Senhor, há paz, unidade e respeito; quando não há essa submissão, instala-se o caos.
O Bispo também fez uma comparação com o casamento — uma aliança sagrada que envolve compromisso, fidelidade e entrega total. Assim como, no matrimônio, há uma união que sela o compromisso, a fé também exige um “sacrifício” pessoal, simbolizado pela renúncia da própria vontade.
“A aliança com Deus não é simbólica, ela é real. Assim como no casamento há entrega total, no relacionamento com Deus também há. O sacrifício da própria vontade pode até gerar dor, mas é uma dor acompanhada de alegria, porque se trata de viver para uma causa maior. É essa entrega que marca quem realmente pertence ao Reino de Deus”, disse.
Ele acrescentou que, diferentemente do mundo, marcado por desordem e conflitos, o Reino de Deus é caracterizado por unidade e direção única. Nesse Reino, não há disputa de autoridade, pois todos reconhecem um só Senhor.
“O Reino de Deus é um Reino de disciplina, ordem e justiça. Todos têm o mesmo espírito e caminham na mesma direção. Quando alguém não se submete a essa ordem, mostra que ainda não faz parte desse Reino. Mas aqueles que vivem sob esse governo experimentam paz, segurança e propósito, independentemente das circunstâncias externas.”
Na prática:
A mensagem deixa claro que viver o Reino de Deus exige decisão e atitudes práticas:
- Buscar o novo nascimento;
- Submeter a vida à vontade de Deus;
- Viver de acordo com a Palavra;
- Manter disciplina espiritual e comunhão com Deus.
Mais do que entender o conceito, é necessário viver essa realidade diariamente.
Participe:
Assim, para compreender melhor sobre o Reino de Deus participe das reuniões realizadas às quartas-feiras no Templo de Salomão ou em uma Igreja Universal mais próxima e aprenda, na prática, como viver de acordo com a Palavra de Deus.
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