Vício, agressividade e pensamentos de morte: o fundo do poço de Sandro Góes
Após anos de excessos, crises e conflitos familiares, ele revela o que o levou a buscar ajuda
O vício e pensamentos de morte podem levar uma pessoa a perder o controle da própria vida — e foi exatamente isso que aconteceu com Sandro Góes. Entre excessos, explosões de raiva e sofrimento dentro de casa, ele chegou a um limite que o fez encarar uma realidade que já não podia mais ignorar.
Vício e pensamentos de morte marcaram sua vida
Sandro conta que, ao tentar buscar ajuda médica, percebeu a gravidade da situação. “Quando busquei ajuda na medicina, a profissional me perguntou: ‘Você tem vontade de se matar?’ E eu respondi: ‘Não, a minha vontade é de matar’.”
Antes disso, ele já tentava preencher um vazio interno de forma destrutiva. “Durante um período da minha vida, eu busquei lidar com os problemas na bebida, na cocaína, baladas, envolvimento com mulheres casadas… e isso só ocasionava mais dor.”
Mesmo tentando mudar em alguns pontos, o problema persistia. “Eu deixei algumas coisas para trás, mas não abandonei a bebida e nem a pornografia.”
Relacionamento abalado e comportamento explosivo
A vida pessoal também foi profundamente afetada, especialmente no casamento. “Eu via o sofrimento dela. Várias vezes ela chorava deitada na cama, se cobria e chorava. Ela teve depressão, tomava medicamento, e eu dizia que era frescura.”
As brigas eram constantes e o ambiente em casa se tornava cada vez mais pesado. “Era como uma bomba, só faltava acender o pavio para explodir. Eu brigava não só com a minha esposa, mas com meus filhos e até na rua.”
Apesar de reconhecer que precisava mudar, ele não conseguia. “Eu pensava: ‘eu tenho que mudar’, mas não achava força.”
Negação, crises e perda de controle
Mesmo após buscar ajuda profissional, Sandro resistia ao tratamento. “O psicólogo me encaminhou para um psiquiatra, mas eu rasguei a receita. Achava que conseguia me controlar, que era coisa da minha cabeça.”
Mas, na prática, a situação só piorava. “Quando eu percebia, já estava fazendo o que não devia. Eu não conseguia me controlar.”
E com o tempo, os sintomas se intensificaram. “Comecei a ter pensamentos de morte, crises de ansiedade… coisas que eu dizia que era frescura da minha esposa.”
Ele passou a depender de medicamentos, sem encontrar solução. “Eu não dormia. Tomava calmantes, cada vez mais fortes, e nada resolvia.”
Orgulho, dor interna e o fundo do poço
Por fora, ele mantinha uma aparência de controle, mas a realidade era outra. “Quando alguém perguntava, eu dizia: ‘tô bem’. Mas era orgulho, ego lá em cima.”
A dor interna afetava até a forma como lidava com a própria família. “Para não ver meus filhos pedirem algo que eu não podia dar, eu saía de casa.”
Foi nesse momento que ele começou a perceber o quanto estava no limite.
O momento decisivo: quando não havia mais forças
O ponto de virada veio após uma situação simples, mas significativa. “Eu escrevi algo sobre sofrimento e inveja no status. Minha irmã viu e ela já frequentava a igreja. Sempre me convidava, mas eu resistia.”
Dessa vez, porém, algo mudou. “Como eu cheguei no fundo do poço, eu não tinha mais força para relutar. Eu tive que me render aos convites dela.”
Mesmo assim, não foi fácil dar o primeiro passo. “Quando eu cheguei lá, foi uma luta, a perturbação era muito grande. Mas, por fim, eu entrei, recebi uma oração e participei da reunião.”
Quer saber o que aconteceu depois e como está a vida do Sandro Góes hoje? Assista ao vídeo completo abaixo:
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