Depressão e vícios: o fundo do poço que mudou tudo
Silvia Marques relata perdas, crises emocionais e o momento em que chegou ao limite antes de buscar ajuda
A história de quem enfrenta depressão e vícios costuma ser marcada por dor silenciosa, perdas profundas e decisões difíceis. Neste testemunho, Silvia Marques relembra como saiu de um ambiente familiar conturbado, mergulhou em crises emocionais intensas e chegou ao limite antes de buscar ajuda.
Depressão e vícios: o início de uma vida em conflito
Silvia conta que a infância foi marcada por instabilidade dentro de casa e buscas constantes por respostas. “Eu cresci num lar com conflitos entre meus pais. A minha mãe buscava socorro em crenças, em religião… e começou a me levar para consultas com espíritos.”
A situação piorou drasticamente após uma perda importante: “O meu fundo de poço foi quando a minha mãe morreu, que era o meu centro. Meu pai saiu de casa, e eu fui morar de favor na casa dos outros. Aí fui me perdendo.”
Sem estrutura emocional, Silvia relata que passou a se envolver cada vez mais com práticas espirituais e começou a apresentar sinais graves de sofrimento psicológico. “Eu comecei a ficar deprimida, comecei a ver vultos, a ouvir vozes. Desenvolvi vícios de cigarro e bebida e comecei a viver uma vida ilusória.”
Medo, ameaças e perda de controle
De acordo com o relato de Silvia Marques, o medo passou a dominar completamente sua vida, influenciando pensamentos e decisões. “Eu sofria ameaças. Diziam que, se eu tentasse sair daquilo, eu ia ficar numa cadeira de rodas ou perder a minha alma.”
Esse estado emocional afetou também seus relacionamentos. Ainda jovem, ao iniciar um namoro, a desconfiança constante se tornou um problema. “Só o fato dele olhar para o lado, eu já achava que ele estava com outra. Aquela voz me oprimia o tempo todo.”
Tentativas de suicídio e o ponto mais crítico
O sofrimento emocional levou Silvia a atitudes ainda mais graves. “Eu já tinha tentado duas vezes o suicídio. Na terceira tentativa, durante uma discussão, eu comecei a ouvir vozes: ‘pula dessa moto’. E eu pulei com a moto em movimento. O resultado foi uma queda grave: quebrei o tornozelo e naquele momento pensei: ‘nem para morrer eu sirvo’.”
Mesmo assim, o ciclo de medo continuava. “Eu pensava que precisava voltar para aquilo, porque diziam que iam tirar minha vida.”
Logo após se tornar mãe, o sofrimento de Silvia se refletiu também na vida da filha. “Eu entreguei minha filha para esses espíritos. Nos primeiros anos, ela via coisas, tinha amigo imaginário, ficava muito doente. Eu vivia no hospital sem entender.”
A curiosidade que levou à decisão
Seu marido começou a frequentar a Universal, a convidava, mas por algum tempo ela permaneceu resistente. Até que algo chamou a sua atenção. “Eu comecei a notar o comportamento dele diferente. Ele mudou a forma de me tratar, cortou amizades erradas.”
Foi então que ela propôs um desafio: “Eu falei: ‘Então eu vou lá nessa igreja para provar que é tudo teatro’.”
O primeiro passo
Ao entrar no local pela primeira vez, Silvia descreve um conflito interno intenso. “Parecia que algo queria me tirar dali, para eu não escutar o que estava sendo falado. Mas eu permaneci. Lembro do meu marido me levando até a frente. Quando começou a oração, eu não vi mais nada.”
E foi nesse momento que algo diferente aconteceu. “Quando voltei, a primeira coisa que senti foi uma leveza. Como se aquilo que me oprimia tivesse saído.”
Então, a partir desse ponto, a vida de Silvia começou a tomar um novo rumo. Assista ao vídeo e veja como está a vida dela hoje.
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