Depressão após excessos no Carnaval: a história de Carla
Depois de perder o casamento e se afastar dos filhos, ela pensou em tirar a própria vida
A depressão logo após os excessos do carnaval foi o fundo do poço da história de Carla. O que começou como “diversão inegociável” terminou na destruição do casamento, no afastamento dos filhos e em uma dor emocional que quase tirou sua vida. O relato dela revela como escolhas repetidas, motivadas por impulsos e festas, levaram a consequências que ela nunca imaginou enfrentar.
Quando a festa vira destruição
Para Carla, o Carnaval não era apenas uma data festiva — era prioridade absoluta. “Para mim, o carnaval era uma data inegociável. Eu deixava marido, eu deixava filho para poder suprir as minhas vontades.”
As festas eram marcadas por exageros. Bebia até perder o controle e, por fim, nem lembrava como voltava para casa. “Eu bebia muito ao ponto de chegar a ser carregada por amigos. Tinha vezes que eu nem lembrava como eu saía da festa.”
O comportamento agressivo também fazia parte da rotina. “Eu sempre ia no intuito de arrumar confusão. Ninguém podia passar perto de mim olhando com cara feia que eu já queria brigar.”
Mesmo casada e com filhos, nada parecia frear o impulso de estar nas festas. “Nem meu próprio filho me segurava. Eu sabia que era errado estar ali, mas eu queria suprir a minha vontade.”
O preço das escolhas
O casamento não resistiu. Com o fim do relacionamento, os excessos aumentaram. Mas a sensação de liberdade escondia uma realidade dura. O resultado foi a destruição do lar e o afastamento dos filhos. “O Carnaval trouxe para mim a destruição de um lar. Destruiu minha vida.”
Sem estrutura emocional e sem estabilidade, Carla chegou a um ponto em que já não conseguia cuidar nem de si mesma e os filhos ficavam na casa de outras pessoas. Foi nesse período que a depressão se instalou.
O fundo do poço
Assim, a dor emocional se tornou insuportável. Em um momento de desespero, Carla ligou para a mãe. “Eu liguei desesperada dizendo que eu queria me matar, que eu não estava mais suportando tanta dor na minha alma.”
Ela questionava por que aquilo estava acontecendo tão cedo em sua vida. Com o tempo, percebeu que as consequências estavam ligadas às próprias escolhas. “Tudo que acontecia comigo não era porque alguém estava causando. Eu mesma estava escolhendo viver aquilo.”
O convite insistente que mudou o rumo
Foi nesse cenário que surgiu um convite inesperado. Um evangelista a abordava diariamente no trabalho, convidando-a para ir à igreja. “Tinha vezes que eu me escondia dele, porque eu já estava pegando raiva. Todo dia ele ia atrás de mim.” Até que, em meio à dor e ao vazio, Carla decidiu aceitar.
Veja o que aconteceu após essa decisão e como está sua vida hoje:
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