“Eu pensava que nunca seria feliz no amor”

Depois de frustrações na vida amorosa, Claudinei de Jesus e Claudineia Leal se encontraram quando menos esperavam

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Por muitos anos, Claudineia Leal, controladora de acesso, de 46 anos, conviveu com o complexo de inferioridade e com dificuldades para se relacionar. Em razão disso, ela vivia um ciclo constante de frustração: quando se interessava por alguém, não era correspondida e, quando despertava o interesse de alguma pessoa, não conseguia corresponder. “Eu pensava que nunca seria feliz no amor”, relembra.

Essa situação trouxe a ela muita tristeza, ansiedade e insegurança e a levou até a achar que estava destinada a ficar sozinha para sempre. No entanto tudo começou a mudar quando, já frequentando a Igreja Universal, ela recebeu um convite para participar das reuniões da Terapia do Amor.

Aprendizado prático

Por meio das lições que recebeu nas palestras e que colocou em prática, ela enfrentou seus traumas e abandonou a ansiedade que a acompanhou por anos. Perseverando semana após semana, ela aprendeu a se valorizar, a respeitar seu tempo e, principalmente, a crer que Deus tinha um plano para a sua vida amorosa.

A prova de que Deus estava cuidando de tudo

Certo dia, Claudineia foi convidada para o casamento de uma amiga em outro Estado. Lá, ela conheceu Claudinei de Jesus, auxiliar de serviços gerais, de 46 anos, que hoje é seu marido.

Assim como ela, ele também conhecia a frustração de nunca ter sido correspondido no amor. “Eu achava que a felicidade amorosa era para os outros e não para mim”, diz.

Quando foram apresentados um ao outro, o interesse foi imediato. Eles trocaram contatos e começaram a conversar a distância, pois ela vivia na zona leste da capital paulista e ele em Mauá (SP), na região metropolitana. Inicialmente, eles não sabiam que ambos frequentavam as palestras da Terapia do Amor.

Passo a Passo até o Altar

Com o decorrer do tempo, eles se encontraram pessoalmente e perceberam que compartilhavam os mesmos propósitos e objetivos. Com a orientação e a bênção dos pastores que os acompanhavam, eles começaram a namorar e respeitaram cada etapa do relacionamento, conforme aprenderam na Terapia do Amor. O período entre namoro e noivado durou dois anos e meio.

A bênção no Altar

Em novembro de 2010, eles se casaram no Altar da Igreja Universal, pois priorizavam a bênção de Deus, o Autor do Amor. Os dois concordam que essa decisão foi fundamental para que construíssem um relacionamento baseado em paciência, fé e respeito. Além disso, eles realizaram o sonho de serem pais.

Claudineia ressalta a importância do Altar para a sua mudança de postura em relação à felicidade amorosa: “O Altar nos deu forças para superarmos tudo. Nele encontrei o verdadeiro amor, com paz e sabedoria. Depois de dez anos, Deus nos presenteou com o nosso filho, Lucas, que é a prova de que Deus completou a minha vida”.

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Colaborador

Thayná Andrade / Foto: Cedida