Depressão profunda e crises de ansiedade: quando a dor domina tudo
Isolamento, automutilação e tentativas de suicídio marcaram a vida de Shirley antes de ela buscar ajuda
A depressão profunda pode se instalar silenciosamente e transformar completamente a vida de uma pessoa. No caso de Shirley, a dor emocional evoluiu para crises de ansiedade, síndrome do pânico, isolamento extremo e tentativas de suicídio. O sofrimento chegou a um ponto em que ela perdeu o controle sobre a própria rotina, a saúde e a esperança — até o momento em que decidiu buscar ajuda.
Depressão profunda e crises emocionais sem explicação
Shirley conta que tudo começou após se afastar do que, para ela, dava sentido à vida. Aos poucos, vieram sentimentos que ela não conseguia explicar.
- “Eu não entendia aquela tristeza, aquela desesperança, porque eu sempre fui uma pessoa alegre. Gostava de trabalhar, de estudar… e começaram a vir o medo, as crises de ansiedade, o transtorno do pânico.”
Sem compreender o que estava acontecendo, ela procurou ajuda médica. O diagnóstico foi severo. “O médico diagnosticou depressão profunda, síndrome do pânico e transtorno borderline. Eu tomava vários medicamentos, mas era sempre do ruim para o pior.”
Isolamento, automutilação e tentativas de suicídio
Com o agravamento do quadro, Shirley passou a viver em um ciclo constante de crises emocionais. “Eu me cortava, tentava me matar. Já tentei me jogar do carro, mas meu pai me segurou.”
- O isolamento foi extremo. “Cheguei a ficar dois anos dentro do meu quarto. Dois anos sem tomar banho. A minha cama mofou, o colchão mofou, porque eu não levantava.”
Durante esse período, ela perdeu completamente a noção do tempo e de si mesma. “Meu cabelo cresceu até a cintura e eu não vi ele crescer. A minha vida só declinava.”
Busca por alívio e envolvimento com ambientes destrutivos
Em meio à dor, Shirley passou a buscar alívio em lugares e pessoas que refletiam o mesmo vazio que ela sentia. “Eu buscava pessoas tão tristes quanto eu. Comecei a frequentar ambientes góticos, lugares consagrados ao mal.”
Sem esperança, ela acreditava que não havia mais saída. “Na minha cabeça era assim: ‘Se Deus não me aceita, eu vou buscar Satanás’. Eu só queria alguns momentos de paz, queria que aquela dor parasse. Era como se tivesse um buraco dentro de mim. Eu caía, caía, e não tinha no que me agarrar.”
O sofrimento emocional também afetou sua vida profissional e social. “Fui afastada do trabalho por incapacidade. Eu não tinha condições de ficar no meio de pessoas. Mesmo que estivesse em um lugar lindo, maravilhoso, nada preenchia. Eu não acreditava em mim e nem em nada.”
O momento em que ela decide buscar ajuda
Após passar por diferentes caminhos, Shirley chegou ao limite. “Eu já manifestava em casa, na rua, consciente e inconscientemente. A minha cabeça era só trevas, uma perturbação constante.”
Com vergonha do próprio passado e medo de julgamento, ela hesitou, mas decidiu voltar e buscar ajuda. “Eu voltei completamente diferente. Tinha medo de ser acusada, apontada. Mas não foi isso que aconteceu.”
De acordo com Shirley, o que encontrou foi acolhimento e orientação — um ponto de virada em sua história.
Assista ao vídeo completo e veja o antes e depois que mostram a transformação que aconteceu após esse momento decisivo.
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