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        <description>Bem vindo ao portal Universal.org, o novo portal da Igreja Universal, aqui você encontrará informações sobre comportamento cristão, estudos bíblicos, a folha universal, diversão, dicas e muito mais.</description>
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                <title>A malícia e a falta do temor a Deus impedem a Salvação</title>
                <link>https://www.universal.org/noticias/post/a-malicia-e-a-falta-do-temor-a-deus-impedem-a-salvacao-2/ </link>
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                <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:05:58 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Bispo Macedo / Foto: Nastia11/getty images</dc:creator>
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                <description><![CDATA[HTML Page content here!]]></description>
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                    <![CDATA[<p>O temor a Deus é uma questão de fé. Quando a pessoa crê n&#8217;Ele, ainda que seja pecadora, passa a ter receios de desagradá-Lo.</p>
<p>O temor não se trata de medo, mas da consciência de que Deus existe e condena as coisas erradas. Então, para não desagradá-Lo, quem O teme não quer viver na prática do erro. Ou seja, se esforça para evitar fazer o que é mal.</p>
<p>Todos nós estamos sujeitos a falhas; podemos errar, pecar ou cair. Mas Jesus nos ensinou a orar e pedir perdão pelos nossos pecados <a href="https://qrco.de/beOSac" target="_blank" rel="noopener"><strong>(Mateus 6:12)</strong></a>. Isso mostra que existe uma porta aberta para o arrependimento e para a restauração da comunhão com Deus.</p>
<blockquote><p>No entanto, há aqueles que conservam a malícia dentro de si. Na passagem bíblica de <a href="https://qrco.de/beOSac" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jeremias 2:19</strong></a>, o profeta alerta: “a tua malícia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão”.</p></blockquote>
<p>Apostasia significa abandono definitivo da fé. É quando a pessoa decide não mais fazer a vontade de Deus, mas seguir o próprio caminho sem qualquer consideração por Ele. Nesse caso, o temor já não existe no coração.</p>
<p>Aqueles que abandonam deliberadamente a fé tornam-se frios e indiferentes. E isso faz com que se torne impossível renová-los novamente para o arrependimento, pois permanecem rejeitando e crucificando o Filho de Deus e expondo-O ao desprezo.</p>
<h2><strong>Saiba mais</strong></h2>
<p>Leia as demais matérias dessa e de outras edições da Folha Universal, <a id="menur2af" class="fui-Link ___1q1shib f2hkw1w f3rmtva f1ewtqcl fyind8e f1k6fduh f1w7gpdv fk6fouc fjoy568 figsok6 f1s184ao f1mk8lai fnbmjn9 f1o700av f13mvf36 f1cmlufx f9n3di6 f1ids18y f1tx3yz7 f1deo86v f1eh06m1 f1iescvh fhgqx19 f1olyrje f1p93eir f1nev41a f1h8hb77 f1lqvz6u f10aw75t fsle3fq f17ae5zn" title="https://www.universal.org/noticias/categoria/folha-universal/" href="https://www.universal.org/noticias/categoria/folha-universal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Link clicando aqui"><strong>clicando aqui</strong></a>. Confira também os seus conteúdos no perfil <a id="menur2ah" class="fui-Link ___1q1shib f2hkw1w f3rmtva f1ewtqcl fyind8e f1k6fduh f1w7gpdv fk6fouc fjoy568 figsok6 f1s184ao f1mk8lai fnbmjn9 f1o700av f13mvf36 f1cmlufx f9n3di6 f1ids18y f1tx3yz7 f1deo86v f1eh06m1 f1iescvh fhgqx19 f1olyrje f1p93eir f1nev41a f1h8hb77 f1lqvz6u f10aw75t fsle3fq f17ae5zn" title="https://www.instagram.com/folhauniversal/" href="https://www.instagram.com/folhauniversal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Link @folhauniversal "><strong>@folhauniversal</strong> </a>no Instagram.</p>
<p><i>Folha Universal, informações para a vida!</i></p>
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                    <![CDATA[<p>O temor a Deus é uma questão de fé. Quando a pessoa crê n&#8217;Ele, ainda que seja pecadora, passa a ter receios de desagradá-Lo.</p>
<p>O temor não se trata de medo, mas da consciência de que Deus existe e condena as coisas erradas. Então, para não desagradá-Lo, quem O teme não quer viver na prática do erro. Ou seja, se esforça para evitar fazer o que é mal.</p>
<p>Todos nós estamos sujeitos a falhas; podemos errar, pecar ou cair. Mas Jesus nos ensinou a orar e pedir perdão pelos nossos pecados <a href="https://qrco.de/beOSac" target="_blank" rel="noopener"><strong>(Mateus 6:12)</strong></a>. Isso mostra que existe uma porta aberta para o arrependimento e para a restauração da comunhão com Deus.</p>
<blockquote><p>No entanto, há aqueles que conservam a malícia dentro de si. Na passagem bíblica de <a href="https://qrco.de/beOSac" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jeremias 2:19</strong></a>, o profeta alerta: “a tua malícia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão”.</p></blockquote>
<p>Apostasia significa abandono definitivo da fé. É quando a pessoa decide não mais fazer a vontade de Deus, mas seguir o próprio caminho sem qualquer consideração por Ele. Nesse caso, o temor já não existe no coração.</p>
<p>Aqueles que abandonam deliberadamente a fé tornam-se frios e indiferentes. E isso faz com que se torne impossível renová-los novamente para o arrependimento, pois permanecem rejeitando e crucificando o Filho de Deus e expondo-O ao desprezo.</p>
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                                <item>
                <title>Ela errou durante o namoro e agora se sente culpada</title>
                <link>https://www.universal.org/noticias/post/ela-errou-durante-o-namoro-e-agora-se-sente-culpada/ </link>
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                <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:05:57 +0000</pubDate>
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                    <![CDATA[<p>No programa Escola do Amor Responde, a aluna Carine revelou que perdeu um relacionamento porque não estava preparada e, por isso, não soube tratar a outra pessoa da maneira que ela merecia. Hoje, ela convive com o sentimento de culpa pelo fim da relação e pede orientação aos professores Renato e Cristiane Cardoso sobre como superar<br />
esse sentimento.</p>
<p><strong>Carine –</strong> Eu tive um relacionamento, mas não estava preparada e cometi muitos erros, principalmente por causa do meu temperamento. Não soube tratar a pessoa da forma que ela merecia, e só fui perceber e entender isso depois do término. Hoje estou arrependida e insegura. Tenho buscado me preparar para ser a pessoa certa para alguém, mas ainda tenho uma dúvida: como me livrar desse sentimento de culpa?</p>
<p><strong>Renato –</strong> Você reconhece que entrou em um relacionamento despreparada e que, por isso, acabou estragando tudo com as próprias mãos.</p>
<p>Agora, sente culpa pelo que aconteceu. Isso é algo muito comum. Quando uma pessoa entra em um relacionamento sem estar preparada, duas coisas podem acontecer: ela pode escolher a pessoa errada e, consequentemente, o relacionamento dar errado; ou pode até escolher a pessoa certa, alguém maravilhoso, mas, por não estar bem resolvida consigo mesma, acabar destruindo aquele relacionamento. E foi isso que aconteceu com você, Carine.</p>
<p><strong>Cristiane –</strong> A culpa não vai ajudar nem resolver a situação. Pelo contrário, ela vai atrapalhar. Enquanto você se sentir culpada pelo que aconteceu, não conseguirá olhar para frente. Você está em um momento importante da sua vida: reconheceu seus erros, e isso é ótimo. Além disso, deseja se preparar para não os repetir. Mas, para estar realmente preparada, você precisa deixar essa culpa para trás, porque não há mais como mudar o que aconteceu. O que você pode mudar é o hoje e o amanhã.</p>
<p>Você pode decidir que, a partir de agora, será uma pessoa diferente. E, enquanto não estiver preparada para entrar em um relacionamento, não entrará em nenhum. Esse é o primeiro passo. Não há como consertar a culpa. É preciso deixá-la para trás e seguir em frente.</p>
<p><strong>Renato-</strong> A culpa é uma forma de dor. Só que, nesse caso, é uma dor emocional.<br />
Quando você sente uma dor no pé porque pisou em um prego, por exemplo, seu corpo envia essa informação ao cérebro para avisar que algo está errado. O cérebro, então, orienta você a olhar para o ferimento, retirar o prego e tomar os cuidados necessários para evitar danos maiores.</p>
<p>Ou seja, o papel da dor é sinalizar um problema para que você aja sobre a sua causa.</p>
<p>Com a culpa acontece a mesma coisa. Se você sente a dor da culpa, precisa agir sobre a causa dela. E a causa, no seu caso, foi o erro cometido no passado, quando você não tratou a outra pessoa da maneira correta. Mas não adianta ficar focando no passado. O importante é agir no presente: cuidar de si mesma, amadurecer e aprender a tratar melhor outra pessoa no futuro.</p>
<p>É assim que você lida com a culpa: usando-a como um sinal de que algo precisa mudar. Quando você atende à causa dessa dor e aprende com a experiência, ela deixa de ser apenas sofrimento e se transforma em crescimento. Assim, você aproveita ao máximo o que viveu e reduz as chances de cometer o mesmo erro novamente.</p>
<p>Sua pergunta me fez lembrar da introdução do capítulo 2 do livro <strong><a href="https://arcacenter.com.br/livronamoroblindado2edicao" target="_blank" rel="noopener">Namoro Blindado</a></strong>. Ali explicamos o que é um namoro blindado: um relacionamento em que você está protegido tanto de se casar com a pessoa errada quanto de perder a pessoa certa quando a encontrar.</p>
<p>Quando alguém vive um namoro blindado, não erra na escolha. E, quando faz a escolha certa, não perde essa pessoa por destruir o relacionamento com as próprias mãos.</p>
<p><strong>Cristiane-</strong> E é exatamente disso que você precisa, Carine. Neste momento, o mais importante é cuidar do seu interior e se preparar para que essa situação não se repita. E você pode fazer isso por meio da leitura do livro Namoro Blindado e da participação nas palestras da Terapia do Amor.</p>
<p>Acompanhe o Escola do Amor Responde pela Rede Aleluia, de segunda a sexta-feira, às 6h30 e às 11h30, ou pelo site universal.org/podcasts/escola-do-amor-responde</p>
<h2><strong>Saiba mais</strong></h2>
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                    <![CDATA[<p>No programa Escola do Amor Responde, a aluna Carine revelou que perdeu um relacionamento porque não estava preparada e, por isso, não soube tratar a outra pessoa da maneira que ela merecia. Hoje, ela convive com o sentimento de culpa pelo fim da relação e pede orientação aos professores Renato e Cristiane Cardoso sobre como superar<br />
esse sentimento.</p>
<p><strong>Carine –</strong> Eu tive um relacionamento, mas não estava preparada e cometi muitos erros, principalmente por causa do meu temperamento. Não soube tratar a pessoa da forma que ela merecia, e só fui perceber e entender isso depois do término. Hoje estou arrependida e insegura. Tenho buscado me preparar para ser a pessoa certa para alguém, mas ainda tenho uma dúvida: como me livrar desse sentimento de culpa?</p>
<p><strong>Renato –</strong> Você reconhece que entrou em um relacionamento despreparada e que, por isso, acabou estragando tudo com as próprias mãos.</p>
<p>Agora, sente culpa pelo que aconteceu. Isso é algo muito comum. Quando uma pessoa entra em um relacionamento sem estar preparada, duas coisas podem acontecer: ela pode escolher a pessoa errada e, consequentemente, o relacionamento dar errado; ou pode até escolher a pessoa certa, alguém maravilhoso, mas, por não estar bem resolvida consigo mesma, acabar destruindo aquele relacionamento. E foi isso que aconteceu com você, Carine.</p>
<p><strong>Cristiane –</strong> A culpa não vai ajudar nem resolver a situação. Pelo contrário, ela vai atrapalhar. Enquanto você se sentir culpada pelo que aconteceu, não conseguirá olhar para frente. Você está em um momento importante da sua vida: reconheceu seus erros, e isso é ótimo. Além disso, deseja se preparar para não os repetir. Mas, para estar realmente preparada, você precisa deixar essa culpa para trás, porque não há mais como mudar o que aconteceu. O que você pode mudar é o hoje e o amanhã.</p>
<p>Você pode decidir que, a partir de agora, será uma pessoa diferente. E, enquanto não estiver preparada para entrar em um relacionamento, não entrará em nenhum. Esse é o primeiro passo. Não há como consertar a culpa. É preciso deixá-la para trás e seguir em frente.</p>
<p><strong>Renato-</strong> A culpa é uma forma de dor. Só que, nesse caso, é uma dor emocional.<br />
Quando você sente uma dor no pé porque pisou em um prego, por exemplo, seu corpo envia essa informação ao cérebro para avisar que algo está errado. O cérebro, então, orienta você a olhar para o ferimento, retirar o prego e tomar os cuidados necessários para evitar danos maiores.</p>
<p>Ou seja, o papel da dor é sinalizar um problema para que você aja sobre a sua causa.</p>
<p>Com a culpa acontece a mesma coisa. Se você sente a dor da culpa, precisa agir sobre a causa dela. E a causa, no seu caso, foi o erro cometido no passado, quando você não tratou a outra pessoa da maneira correta. Mas não adianta ficar focando no passado. O importante é agir no presente: cuidar de si mesma, amadurecer e aprender a tratar melhor outra pessoa no futuro.</p>
<p>É assim que você lida com a culpa: usando-a como um sinal de que algo precisa mudar. Quando você atende à causa dessa dor e aprende com a experiência, ela deixa de ser apenas sofrimento e se transforma em crescimento. Assim, você aproveita ao máximo o que viveu e reduz as chances de cometer o mesmo erro novamente.</p>
<p>Sua pergunta me fez lembrar da introdução do capítulo 2 do livro <strong><a href="https://arcacenter.com.br/livronamoroblindado2edicao" target="_blank" rel="noopener">Namoro Blindado</a></strong>. Ali explicamos o que é um namoro blindado: um relacionamento em que você está protegido tanto de se casar com a pessoa errada quanto de perder a pessoa certa quando a encontrar.</p>
<p>Quando alguém vive um namoro blindado, não erra na escolha. E, quando faz a escolha certa, não perde essa pessoa por destruir o relacionamento com as próprias mãos.</p>
<p><strong>Cristiane-</strong> E é exatamente disso que você precisa, Carine. Neste momento, o mais importante é cuidar do seu interior e se preparar para que essa situação não se repita. E você pode fazer isso por meio da leitura do livro Namoro Blindado e da participação nas palestras da Terapia do Amor.</p>
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                <title>Qual a sua postura no trabalho?</title>
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                <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:05:53 +0000</pubDate>
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                    <![CDATA[<p>A forma como um profissional se porta no trabalho, muito mais do que o impacto que isso gera nos outros, pode ser o diferencial para que ele tenha sucesso na carreira. Faz tempo que o mercado está de olho em como as pessoas interagem com os colegas, como são suas entregas, qual o seu nível de interesse nas atividades que fazem e se são produtivas. Essas características podem valer como alavanca, independentemente do cargo e da função desempenhada. Mas, a partir disso, como ter esse perfil? Será possível desenvolver habilidades para impulsionar a trajetória profissional com mais força e eficácia?</p>
<h2>Desenvolvimento diário</h2>
<p>Para Priscila Rodrigues, advogada que exerce as funções de gestão de pessoas e controller jurídica no escritório Terras Gonçalves Advogados, em São Paulo (SP), a escolha intencional do trabalhador sobre como quer ser percebido no mercado é fundamental. “A postura profissional tem impacto direto na carreira. Aliar bons resultados a um posicionamento correto aumenta as chances de crescimento e promoção. Contudo, o sucesso e a promoção são consequências da postura individual em relação à própria carreira, um reflexo do desenvolvimento diário”, avalia.</p>
<h3>Ambiente saudável</h3>
<p>Segundo a advogada, uma boa postura profissional contribui também para um clima de trabalho mais saudável: “O ambiente se torna mais colaborativo, proativo e com senso de pertencimento. O líder que demonstra alinhamento e compreensão com os problemas da equipe, por exemplo, inspira essa cultura que ganha ainda mais relevância quando falamos em liderança. Líderes devem ser os primeiros a praticar os valores que esperam da equipe. Afinal, o exemplo ainda continua sendo a forma mais eficaz de influenciar as pessoas e transformar os ambientes de trabalho”, afirma.</p>
<h3>Ponto inicial</h3>
<p>Por isso, no entendimento da advogada, não se pode perder tempo para adotar a postura correta para se desenvolver: “Acredito que o momento, o ponto inicial, é quando a pessoa entende isso a partir do estágio, a partir da assistência, até chegar à alta liderança. Quando ela percebe que tudo que faz é para ela mesma e para a sua carreira, aí começa a se desenvolver e as consequências virão. As qualidades podem ser inatas, mas também podem ser aprendidas e aprimoradas através de cursos e dedicação pessoal”, salienta.</p>
<h3>Engajamento</h3>
<p>Ela cita algumas condutas para ajudar no desenvolvimento da postura correta no trabalho: “A comunicação visual, por exemplo, mostra seriedade e alinhamento com o dress code da empresa. Por outro lado, fazer o básico bem feito ajuda a pessoa a se destacar da média e a parecer mais engajada. Eu acredito que comprometimento, pontualidade para a atividade e inteligência emocional são fundamentais, mas também é necessário não focar apenas no desenvolvimento individual, mas também em ajudar os colegas a crescer, pois todos fazem parte de um ‘corpo’ na organização. Se um membro não está funcionando direito, precisa ser ajustado”, observa.</p>
<h3>Nem tudo é pessoal</h3>
<p>Ela também cita a boa comunicação e a desenvoltura como partes integrantes desse processo: “Elas permitem ‘vender’ as competências e são tão importantes quanto a formação técnica. Ajudam a desenvolver feedbacks essenciais para a interação e o ‘casamento’ entre gestor e profissional, visando o melhor desenvolvimento da carreira. Além disso, entender que nem tudo é pessoal, que tudo é para o melhoramento da equipe, e ter capacidade de trabalhar em equipe, respeito às diferenças e boa desenvoltura são passos importantíssimos”, afirma.</p>
<h3>Requisito essencial</h3>
<p>Para quem quer melhorar sua postura profissional, Priscila reitera: “A carreira é construída diariamente por pequenas atitudes. O profissional que não é lembrado apenas pelo trabalho que entrega, mas pela forma com que ele se relaciona, se comunica e enfrenta os desafios diários, num mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, estará à frente. A postura profissional deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito essencial”, conclui.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1800876 aligncenter" src="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-300x172.jpg" alt="" width="816" height="468" srcset="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-300x172.jpg 300w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-1024x587.jpg 1024w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-768x440.jpg 768w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-1536x880.jpg 1536w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA.jpg 1667w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" /></p>
<h3>Postura bíblica</h3>
<p>Ter sucesso quase nunca é fácil, mas milhões de pessoas estão encontrando a postura correta para alcançar esse objetivo ao participar das <strong><a href="https://www.universal.org/agenda/post/palestra-motivacional-para-o-sucesso-financeiro/" target="_blank" rel="noopener">reuniões Prosperidade com Deus</a></strong> que acontecem na Universal. Os encontros, baseados na Bíblia, são sempre às segundas-feiras, em diversos horários. Participe.</p>
<h2><strong>Saiba mais</strong></h2>
<p>Leia as demais matérias dessa e de outras edições da Folha Universal, <a id="menur2af" class="fui-Link ___1q1shib f2hkw1w f3rmtva f1ewtqcl fyind8e f1k6fduh f1w7gpdv fk6fouc fjoy568 figsok6 f1s184ao f1mk8lai fnbmjn9 f1o700av f13mvf36 f1cmlufx f9n3di6 f1ids18y f1tx3yz7 f1deo86v f1eh06m1 f1iescvh fhgqx19 f1olyrje f1p93eir f1nev41a f1h8hb77 f1lqvz6u f10aw75t fsle3fq f17ae5zn" title="https://www.universal.org/noticias/categoria/folha-universal/" href="https://www.universal.org/noticias/categoria/folha-universal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Link clicando aqui"><strong>clicando aqui</strong></a>. Confira também os seus conteúdos no perfil <a id="menur2ah" class="fui-Link ___1q1shib f2hkw1w f3rmtva f1ewtqcl fyind8e f1k6fduh f1w7gpdv fk6fouc fjoy568 figsok6 f1s184ao f1mk8lai fnbmjn9 f1o700av f13mvf36 f1cmlufx f9n3di6 f1ids18y f1tx3yz7 f1deo86v f1eh06m1 f1iescvh fhgqx19 f1olyrje f1p93eir f1nev41a f1h8hb77 f1lqvz6u f10aw75t fsle3fq f17ae5zn" title="https://www.instagram.com/folhauniversal/" href="https://www.instagram.com/folhauniversal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Link @folhauniversal "><strong>@folhauniversal</strong> </a>no Instagram.</p>
<p><i>Folha Universal, informações para a vida!</i></p>
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                <content>
                    <![CDATA[<p>A forma como um profissional se porta no trabalho, muito mais do que o impacto que isso gera nos outros, pode ser o diferencial para que ele tenha sucesso na carreira. Faz tempo que o mercado está de olho em como as pessoas interagem com os colegas, como são suas entregas, qual o seu nível de interesse nas atividades que fazem e se são produtivas. Essas características podem valer como alavanca, independentemente do cargo e da função desempenhada. Mas, a partir disso, como ter esse perfil? Será possível desenvolver habilidades para impulsionar a trajetória profissional com mais força e eficácia?</p>
<h2>Desenvolvimento diário</h2>
<p>Para Priscila Rodrigues, advogada que exerce as funções de gestão de pessoas e controller jurídica no escritório Terras Gonçalves Advogados, em São Paulo (SP), a escolha intencional do trabalhador sobre como quer ser percebido no mercado é fundamental. “A postura profissional tem impacto direto na carreira. Aliar bons resultados a um posicionamento correto aumenta as chances de crescimento e promoção. Contudo, o sucesso e a promoção são consequências da postura individual em relação à própria carreira, um reflexo do desenvolvimento diário”, avalia.</p>
<h3>Ambiente saudável</h3>
<p>Segundo a advogada, uma boa postura profissional contribui também para um clima de trabalho mais saudável: “O ambiente se torna mais colaborativo, proativo e com senso de pertencimento. O líder que demonstra alinhamento e compreensão com os problemas da equipe, por exemplo, inspira essa cultura que ganha ainda mais relevância quando falamos em liderança. Líderes devem ser os primeiros a praticar os valores que esperam da equipe. Afinal, o exemplo ainda continua sendo a forma mais eficaz de influenciar as pessoas e transformar os ambientes de trabalho”, afirma.</p>
<h3>Ponto inicial</h3>
<p>Por isso, no entendimento da advogada, não se pode perder tempo para adotar a postura correta para se desenvolver: “Acredito que o momento, o ponto inicial, é quando a pessoa entende isso a partir do estágio, a partir da assistência, até chegar à alta liderança. Quando ela percebe que tudo que faz é para ela mesma e para a sua carreira, aí começa a se desenvolver e as consequências virão. As qualidades podem ser inatas, mas também podem ser aprendidas e aprimoradas através de cursos e dedicação pessoal”, salienta.</p>
<h3>Engajamento</h3>
<p>Ela cita algumas condutas para ajudar no desenvolvimento da postura correta no trabalho: “A comunicação visual, por exemplo, mostra seriedade e alinhamento com o dress code da empresa. Por outro lado, fazer o básico bem feito ajuda a pessoa a se destacar da média e a parecer mais engajada. Eu acredito que comprometimento, pontualidade para a atividade e inteligência emocional são fundamentais, mas também é necessário não focar apenas no desenvolvimento individual, mas também em ajudar os colegas a crescer, pois todos fazem parte de um ‘corpo’ na organização. Se um membro não está funcionando direito, precisa ser ajustado”, observa.</p>
<h3>Nem tudo é pessoal</h3>
<p>Ela também cita a boa comunicação e a desenvoltura como partes integrantes desse processo: “Elas permitem ‘vender’ as competências e são tão importantes quanto a formação técnica. Ajudam a desenvolver feedbacks essenciais para a interação e o ‘casamento’ entre gestor e profissional, visando o melhor desenvolvimento da carreira. Além disso, entender que nem tudo é pessoal, que tudo é para o melhoramento da equipe, e ter capacidade de trabalhar em equipe, respeito às diferenças e boa desenvoltura são passos importantíssimos”, afirma.</p>
<h3>Requisito essencial</h3>
<p>Para quem quer melhorar sua postura profissional, Priscila reitera: “A carreira é construída diariamente por pequenas atitudes. O profissional que não é lembrado apenas pelo trabalho que entrega, mas pela forma com que ele se relaciona, se comunica e enfrenta os desafios diários, num mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, estará à frente. A postura profissional deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito essencial”, conclui.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1800876 aligncenter" src="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-300x172.jpg" alt="" width="816" height="468" srcset="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-300x172.jpg 300w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-1024x587.jpg 1024w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-768x440.jpg 768w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA-1536x880.jpg 1536w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133812/1785-20-21-ILUSTRA.jpg 1667w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" /></p>
<h3>Postura bíblica</h3>
<p>Ter sucesso quase nunca é fácil, mas milhões de pessoas estão encontrando a postura correta para alcançar esse objetivo ao participar das <strong><a href="https://www.universal.org/agenda/post/palestra-motivacional-para-o-sucesso-financeiro/" target="_blank" rel="noopener">reuniões Prosperidade com Deus</a></strong> que acontecem na Universal. Os encontros, baseados na Bíblia, são sempre às segundas-feiras, em diversos horários. Participe.</p>
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                                    <enclosure url="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/25133729/1785-20-01-copiar.jpg" length=""
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                                <item>
                <title>Ela perdeu o controle da própria vida</title>
                <link>https://www.universal.org/noticias/post/ela-perdeu-o-controle-da-propria-vida/ </link>
                <img>https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141034/1785-12-01-copiar.jpg</img>
                <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:05:51 +0000</pubDate>
                <dc:creator></dc:creator>
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                <description><![CDATA[HTML Page content here!]]></description>
                <content:encoded>
                    <![CDATA[<p>Há 20 anos, Ana Paula Viana, empresária, hoje com 37 anos, deu à luz sua única filha. O que deveria ser um dos momentos mais felizes de sua vida acabou se tornando o início de uma dor profunda e silenciosa. Após a gestação, ela desenvolveu um quadro de depressão pós-parto.</p>
<p>Enquanto, para muitas mulheres, os sintomas desaparecem com o tempo, com ela foi diferente. A tristeza, a angústia e o vazio permaneceram por anos, tornando-se parte de sua rotina.</p>
<h2>A doença da alma se manifestou</h2>
<p>A situação se agravou quando sua mãe, com quem mantinha uma relação muito próxima, faleceu em decorrência de um câncer. A perda abalou ainda mais seu emocional. “Parecia que eu tinha perdido o chão. Foi como se tudo tivesse acabado naquele momento”, relembra.</p>
<p>A partir desse período, Ana Paula passou a apresentar crises psicóticas. Durante os surtos, perdia completamente o controle das próprias ações e, muitas vezes, sequer reconhecia os familiares, incluindo o pai, o marido e a filha. “Eu surtava dentro de casa. Os meus familiares até tentavam me segurar, mas eu ficava fora de mim, relata.</p>
<h3>Uma vida controlada pelos medicamentos</h3>
<p>Na tentativa de controlar os sintomas, Ana Paula passou a depender cada vez mais de medicamentos. Apesar dos tratamentos, não encontrava a melhora que tanto esperava. “Diversas vezes eu ficava dopada. Não tinha vontade de fazer nada&#8221;, declara.</p>
<p>Os remédios a deixavam apática e sem disposição até mesmo para as tarefas mais simples. Com o tempo, as responsabilidades da casa passaram a ser assumidas por sua filha, enquanto ela permanecia a maior parte do tempo deitada. Aos poucos, deixou de viver a própria vida, afastou-se do trabalho e perdeu a perspectiva de futuro.</p>
<h3>O laudo que a invalidou</h3>
<p>Preocupados com a gravidade do quadro, seu pai e seu marido decidiram buscar ajuda especializada. Ana Paula passou por consultas com neurologistas, realizou exames de imagem e seguiu diferentes tratamentos, mas nenhum apresentou resultados significativos. Após as avaliações, ela recebeu um laudo médico que a afastou definitivamente do trabalho.</p>
<p>Como se os problemas emocionais não fossem suficientes, ela também passou a sofrer com crises de convulsão parcial motora. “Nessas crises eu caía no chão. Meu corpo ficava enrijecido, eu não conseguia me mexer e perdia totalmente o controle. ”<br />
Sem condições de exercer suas atividades profissionais, passou a receber um benefício por invalidez. O diagnóstico parecia determinar que aquela seria sua condição pelo resto da vida.</p>
<h3>Contrariando o que parecia permanente</h3>
<p>Certo dia, sua filha ligou a televisão e estava passando uma programação da Igreja Universal. Durante a transmissão, o pastor convidou pessoas que enfrentavam problemas aparentemente sem solução a buscarem ajuda. Ana Paula então decidiu atender ao convite.<br />
Em uma sexta-feira, acompanhada do marido, que já havia frequentado a Igreja Universal anteriormente, ela participou de uma reunião e já se sentiu melhor.</p>
<p>A partir daquele dia, ela começou a praticar a fé que estava aprendendo. Aos domingos, participava da reunião e utilizava a água consagrada a Deus. Com o passar do tempo, começou a perceber mudanças. “Os surtos desapareceram. As crises convulsivas também pararam&#8221;, garante.<br />
Convicta de que havia sido curada, Ana Paula tomou uma atitude que marcou sua trajetória: “Eu peguei todos os meus medicamentos e deixei no Altar. Ninguém me mandou fazer isso, mas eu decidi me internar no Altar de Deus, onde permaneço até hoje.”</p>
<h3>A cura da alma e do corpo</h3>
<p>Embora recebesse um benefício vitalício por invalidez, Ana Paula decidiu retornar ao trabalho. “Eu voltei ao lugar onde trabalhava e pedi que me desligassem do benefício ou me permitissem voltar a trabalhar, porque Deus havia me curado. Não era certo continuar recebendo aquele auxílio. Era como se eu anulasse o que Deus tinha feito, e eu não aceitava isso.”</p>
<p>Após insistir e passar pelos trâmites necessários, ela conseguiu retornar às suas atividades profissionais e encerrou definitivamente o benefício que recebia.</p>
<p>Hoje, livre da depressão, das crises psicóticas e das convulsões registradas em laudo médico, Ana Paula vive uma realidade completamente diferente. “Eu nunca mais precisei tomar medicamentos nem procurar médicos por causa disso. Vivo uma vida normal e abençoada&#8221;, finaliza.</p>
<h3>O que é convulsão?</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1800678 aligncenter" src="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-300x300.jpg" alt="" width="807" height="807" srcset="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-300x300.jpg 300w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-150x150.jpg 150w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-768x768.jpg 768w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-155x155.jpg 155w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 807px) 100vw, 807px" /></p>
<p>A convulsão caracteriza-se pela atividade elétrica anormal do cérebro. O distúrbio pode acometer uma região específica, sendo denominada parcial ou focal, ou pode atingir todo o cérebro, quando é chamada de crise convulsiva generalizada.</p>
<h3>Causas</h3>
<p>Podem estar relacionadas a diversas patologias, como:</p>
<ul>
<li>Meningite</li>
<li>Tétano</li>
<li>Tumores</li>
<li>Infecções</li>
<li>Hemorragias</li>
<li>Epilepsia</li>
</ul>
<p>As crises convulsivas também podem ser desencadeadas por outros fatores, como estresse, estímulos musicais, febre alta e falta de sono.</p>
<h3>Sintomas</h3>
<p>incluem movimentos involuntários do corpo, lábios azulados, perda de consciência, saliva em abundância e olhos virados para cima.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>O tratamento da convulsão é feito com o uso de medicamentos ou procedimentos cirúrgicos para evitar crises futuras. A escolha do tratamento deve ser feita pelo médico, de acordo com a condição clínica de<br />
cada paciente.</p>
<p>Fonte: Rede D’Or</p>
<blockquote><p><strong>A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomenda a cada paciente.</strong></p></blockquote>
<h3><strong>Saiba mais</strong></h3>
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                                                     ]]>
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                <content>
                    <![CDATA[<p>Há 20 anos, Ana Paula Viana, empresária, hoje com 37 anos, deu à luz sua única filha. O que deveria ser um dos momentos mais felizes de sua vida acabou se tornando o início de uma dor profunda e silenciosa. Após a gestação, ela desenvolveu um quadro de depressão pós-parto.</p>
<p>Enquanto, para muitas mulheres, os sintomas desaparecem com o tempo, com ela foi diferente. A tristeza, a angústia e o vazio permaneceram por anos, tornando-se parte de sua rotina.</p>
<h2>A doença da alma se manifestou</h2>
<p>A situação se agravou quando sua mãe, com quem mantinha uma relação muito próxima, faleceu em decorrência de um câncer. A perda abalou ainda mais seu emocional. “Parecia que eu tinha perdido o chão. Foi como se tudo tivesse acabado naquele momento”, relembra.</p>
<p>A partir desse período, Ana Paula passou a apresentar crises psicóticas. Durante os surtos, perdia completamente o controle das próprias ações e, muitas vezes, sequer reconhecia os familiares, incluindo o pai, o marido e a filha. “Eu surtava dentro de casa. Os meus familiares até tentavam me segurar, mas eu ficava fora de mim, relata.</p>
<h3>Uma vida controlada pelos medicamentos</h3>
<p>Na tentativa de controlar os sintomas, Ana Paula passou a depender cada vez mais de medicamentos. Apesar dos tratamentos, não encontrava a melhora que tanto esperava. “Diversas vezes eu ficava dopada. Não tinha vontade de fazer nada&#8221;, declara.</p>
<p>Os remédios a deixavam apática e sem disposição até mesmo para as tarefas mais simples. Com o tempo, as responsabilidades da casa passaram a ser assumidas por sua filha, enquanto ela permanecia a maior parte do tempo deitada. Aos poucos, deixou de viver a própria vida, afastou-se do trabalho e perdeu a perspectiva de futuro.</p>
<h3>O laudo que a invalidou</h3>
<p>Preocupados com a gravidade do quadro, seu pai e seu marido decidiram buscar ajuda especializada. Ana Paula passou por consultas com neurologistas, realizou exames de imagem e seguiu diferentes tratamentos, mas nenhum apresentou resultados significativos. Após as avaliações, ela recebeu um laudo médico que a afastou definitivamente do trabalho.</p>
<p>Como se os problemas emocionais não fossem suficientes, ela também passou a sofrer com crises de convulsão parcial motora. “Nessas crises eu caía no chão. Meu corpo ficava enrijecido, eu não conseguia me mexer e perdia totalmente o controle. ”<br />
Sem condições de exercer suas atividades profissionais, passou a receber um benefício por invalidez. O diagnóstico parecia determinar que aquela seria sua condição pelo resto da vida.</p>
<h3>Contrariando o que parecia permanente</h3>
<p>Certo dia, sua filha ligou a televisão e estava passando uma programação da Igreja Universal. Durante a transmissão, o pastor convidou pessoas que enfrentavam problemas aparentemente sem solução a buscarem ajuda. Ana Paula então decidiu atender ao convite.<br />
Em uma sexta-feira, acompanhada do marido, que já havia frequentado a Igreja Universal anteriormente, ela participou de uma reunião e já se sentiu melhor.</p>
<p>A partir daquele dia, ela começou a praticar a fé que estava aprendendo. Aos domingos, participava da reunião e utilizava a água consagrada a Deus. Com o passar do tempo, começou a perceber mudanças. “Os surtos desapareceram. As crises convulsivas também pararam&#8221;, garante.<br />
Convicta de que havia sido curada, Ana Paula tomou uma atitude que marcou sua trajetória: “Eu peguei todos os meus medicamentos e deixei no Altar. Ninguém me mandou fazer isso, mas eu decidi me internar no Altar de Deus, onde permaneço até hoje.”</p>
<h3>A cura da alma e do corpo</h3>
<p>Embora recebesse um benefício vitalício por invalidez, Ana Paula decidiu retornar ao trabalho. “Eu voltei ao lugar onde trabalhava e pedi que me desligassem do benefício ou me permitissem voltar a trabalhar, porque Deus havia me curado. Não era certo continuar recebendo aquele auxílio. Era como se eu anulasse o que Deus tinha feito, e eu não aceitava isso.”</p>
<p>Após insistir e passar pelos trâmites necessários, ela conseguiu retornar às suas atividades profissionais e encerrou definitivamente o benefício que recebia.</p>
<p>Hoje, livre da depressão, das crises psicóticas e das convulsões registradas em laudo médico, Ana Paula vive uma realidade completamente diferente. “Eu nunca mais precisei tomar medicamentos nem procurar médicos por causa disso. Vivo uma vida normal e abençoada&#8221;, finaliza.</p>
<h3>O que é convulsão?</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1800678 aligncenter" src="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-300x300.jpg" alt="" width="807" height="807" srcset="https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-300x300.jpg 300w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-150x150.jpg 150w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-768x768.jpg 768w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar-155x155.jpg 155w, https://portalwp.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/24141818/1785-13-01-copiar.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 807px) 100vw, 807px" /></p>
<p>A convulsão caracteriza-se pela atividade elétrica anormal do cérebro. O distúrbio pode acometer uma região específica, sendo denominada parcial ou focal, ou pode atingir todo o cérebro, quando é chamada de crise convulsiva generalizada.</p>
<h3>Causas</h3>
<p>Podem estar relacionadas a diversas patologias, como:</p>
<ul>
<li>Meningite</li>
<li>Tétano</li>
<li>Tumores</li>
<li>Infecções</li>
<li>Hemorragias</li>
<li>Epilepsia</li>
</ul>
<p>As crises convulsivas também podem ser desencadeadas por outros fatores, como estresse, estímulos musicais, febre alta e falta de sono.</p>
<h3>Sintomas</h3>
<p>incluem movimentos involuntários do corpo, lábios azulados, perda de consciência, saliva em abundância e olhos virados para cima.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>O tratamento da convulsão é feito com o uso de medicamentos ou procedimentos cirúrgicos para evitar crises futuras. A escolha do tratamento deve ser feita pelo médico, de acordo com a condição clínica de<br />
cada paciente.</p>
<p>Fonte: Rede D’Or</p>
<blockquote><p><strong>A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomenda a cada paciente.</strong></p></blockquote>
<h3><strong>Saiba mais</strong></h3>
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                                <item>
                <title>A mágoa era sua única herança</title>
                <link>https://www.universal.org/noticias/post/a-magoa-era-sua-unica-heranca/ </link>
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                <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:05:49 +0000</pubDate>
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                    <![CDATA[<p>Fruto de um relacionamento extraconjugal, Lucia Pereira, de 64 anos, diarista, perdeu a mãe antes de completar dois anos de idade: seu pai, que era casado, assassinou sua genitora, que era amante dele. Acolhida por uma tia materna, Lucia sempre foi bem tratada: “Fui criada como se eu fosse filha deles”.</p>
<p>Embora tenha crescido longe de irmãos, ela conviveu com cinco primos que, por vezes, demonstravam ciúmes da proximidade dela com a mãe deles. Ainda assim, durante toda a infância, nunca lhe faltou cuidado e suporte.</p>
<p>Com o passar do tempo, ao encontrar pessoas na rua, Lucia era frequentemente questionada sobre quem eram seus pais. Sua resposta raramente convencia, e isso despertava sentimentos de raiva nela. “Quando eu respondia que era filha da minha tia, eles diziam que não e afirmavam que eu era filha do meu pai, porque somos muito parecidos”, conta ela, que quase não tinha contato com o genitor. Lucia tinha cerca de oito anos quando sua tia decidiu revelar a história de seus pais para ela.</p>
<h2>Alimentando um sentimento ruim</h2>
<p>Ao saber o que havia acontecido, Lucia começou a ter muita raiva do pai. Sua mãe era muito jovem quando foi morta por ciúmes, e o fato de o pai nunca ter procurado por ela tornava tudo ainda mais doloroso: “Eu tinha raiva dele. Pensava: como alguém que nunca quis me conhecer, que tirou a vida da minha mãe, poderia ser considerado meu pai?”.</p>
<p>Ela cresceu com esse pensamento e, sempre que o assunto surgia, reagia com indignação. “Eu achava que nem Deus iria perdoá-lo e que, se as pessoas soubessem o que ele fez, me dariam razão”, recorda.</p>
<h3>O efeito colateral da mágoa</h3>
<p>Aos 16 anos, Lucia mudou-se do Piauí para São Paulo, onde foi morar com uma irmã mais velha. Foi quando abandonou os estudos para trabalhar como empregada doméstica. Em cerca de um ano, ela conheceu um amigo da família e passou a viver com ele.<br />
Apesar de seguir a vida normalmente, Lucia começou a enfrentar um quadro de depressão. “Eu tinha uma tristeza dentro de mim, não gostava de passear, só queria ficar deitada. Era sempre de casa para o trabalho e do trabalho para casa”, diz. Nessa época, ela já era mãe de dois filhos. Como se não bastasse a angústia na alma, ela sofreu um aborto espontâneo do terceiro filho e, pouco tempo depois, em um exame de rotina, descobriu um mioma.</p>
<h3>Conhecendo a Deus</h3>
<p>Ao observar o comportamento de Lucia, a esposa de um primo dela a convidou para ir à Igreja Universal. “Cheguei na igreja em uma sexta-feira e, por ter me sentido melhor, continuei frequentando as reuniões.”</p>
<p>Aos poucos, ela aprendeu a usar a fé e, por meio de orações, foi curada do mioma, passou a dormir melhor e começou a ir às reuniões de domingo. “Quando eu fui no domingo, vi que era uma reunião diferente, aprendi sobre o Espírito Santo”, lembra. Apesar disso, ela ainda resistia a alguns ensinamentos: “Eu não achava que precisava perdoar o meu pai”. Por fim, Lucia decidiu obedecer: “Comecei a orar pelo meu pai e a raiva e a mágoa sumiram com o tempo”.</p>
<p>Livre dos maus sentimentos, ela se batizou nas águas e buscou o batismo com o Espírito Santo, o que não demorou muito para acontecer.</p>
<p>Desde então, Lucia garante que ganhou uma nova vida. Hoje, ela vive com um filho adotivo. “Não sou rica de dinheiro, mas tenho paz, felicidade e a minha salvação”, conclui.</p>
<h2><strong>Saiba mais</strong></h2>
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                    <![CDATA[<p>Fruto de um relacionamento extraconjugal, Lucia Pereira, de 64 anos, diarista, perdeu a mãe antes de completar dois anos de idade: seu pai, que era casado, assassinou sua genitora, que era amante dele. Acolhida por uma tia materna, Lucia sempre foi bem tratada: “Fui criada como se eu fosse filha deles”.</p>
<p>Embora tenha crescido longe de irmãos, ela conviveu com cinco primos que, por vezes, demonstravam ciúmes da proximidade dela com a mãe deles. Ainda assim, durante toda a infância, nunca lhe faltou cuidado e suporte.</p>
<p>Com o passar do tempo, ao encontrar pessoas na rua, Lucia era frequentemente questionada sobre quem eram seus pais. Sua resposta raramente convencia, e isso despertava sentimentos de raiva nela. “Quando eu respondia que era filha da minha tia, eles diziam que não e afirmavam que eu era filha do meu pai, porque somos muito parecidos”, conta ela, que quase não tinha contato com o genitor. Lucia tinha cerca de oito anos quando sua tia decidiu revelar a história de seus pais para ela.</p>
<h2>Alimentando um sentimento ruim</h2>
<p>Ao saber o que havia acontecido, Lucia começou a ter muita raiva do pai. Sua mãe era muito jovem quando foi morta por ciúmes, e o fato de o pai nunca ter procurado por ela tornava tudo ainda mais doloroso: “Eu tinha raiva dele. Pensava: como alguém que nunca quis me conhecer, que tirou a vida da minha mãe, poderia ser considerado meu pai?”.</p>
<p>Ela cresceu com esse pensamento e, sempre que o assunto surgia, reagia com indignação. “Eu achava que nem Deus iria perdoá-lo e que, se as pessoas soubessem o que ele fez, me dariam razão”, recorda.</p>
<h3>O efeito colateral da mágoa</h3>
<p>Aos 16 anos, Lucia mudou-se do Piauí para São Paulo, onde foi morar com uma irmã mais velha. Foi quando abandonou os estudos para trabalhar como empregada doméstica. Em cerca de um ano, ela conheceu um amigo da família e passou a viver com ele.<br />
Apesar de seguir a vida normalmente, Lucia começou a enfrentar um quadro de depressão. “Eu tinha uma tristeza dentro de mim, não gostava de passear, só queria ficar deitada. Era sempre de casa para o trabalho e do trabalho para casa”, diz. Nessa época, ela já era mãe de dois filhos. Como se não bastasse a angústia na alma, ela sofreu um aborto espontâneo do terceiro filho e, pouco tempo depois, em um exame de rotina, descobriu um mioma.</p>
<h3>Conhecendo a Deus</h3>
<p>Ao observar o comportamento de Lucia, a esposa de um primo dela a convidou para ir à Igreja Universal. “Cheguei na igreja em uma sexta-feira e, por ter me sentido melhor, continuei frequentando as reuniões.”</p>
<p>Aos poucos, ela aprendeu a usar a fé e, por meio de orações, foi curada do mioma, passou a dormir melhor e começou a ir às reuniões de domingo. “Quando eu fui no domingo, vi que era uma reunião diferente, aprendi sobre o Espírito Santo”, lembra. Apesar disso, ela ainda resistia a alguns ensinamentos: “Eu não achava que precisava perdoar o meu pai”. Por fim, Lucia decidiu obedecer: “Comecei a orar pelo meu pai e a raiva e a mágoa sumiram com o tempo”.</p>
<p>Livre dos maus sentimentos, ela se batizou nas águas e buscou o batismo com o Espírito Santo, o que não demorou muito para acontecer.</p>
<p>Desde então, Lucia garante que ganhou uma nova vida. Hoje, ela vive com um filho adotivo. “Não sou rica de dinheiro, mas tenho paz, felicidade e a minha salvação”, conclui.</p>
<h2><strong>Saiba mais</strong></h2>
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