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Notícias | 26 de maio de 2019 - 00:05


Você é cristão também no seu trabalho?

Não basta fazer a vontade de Deus só na Igreja e não dar bom testemunho no ambiente profissional, onde você passa a maior parte do seu tempo

Muitos querem o sucesso profissional, tanto patrões como empregados, e tomam o caminho certo: pedem as bênçãos de Deus para essa área da vida. Na Igreja, são obedientes, sacrificam no Altar, devolvem o dízimo assiduamente e frequentam as reuniões e palestras sobre o assunto. Mas e no trabalho? Continuam a ser cristãos? Suas atitudes dão bom testemunho aos colegas, aos demais funcionários e até aos seus superiores?

Alguns até começam na trajetória correta mencionada acima, mas, infelizmente, durante o expediente, sujam a imagem do perfil adequado que se espera de um cristão.

Não basta apenas pedir as bênçãos. Deus abençoa uma pessoa ao saber que ela arcará com a conquista de forma responsável e cuidará dela de modo inteligente, para que esse sucesso seja algo construtivo em sua vida. Mas e se Ele não sentir firmeza nessa pessoa por causa das más atitudes dela?

Por exemplo: alguém quer ser promovido em uma empresa, mas tem dificuldade em ser humilde. Deus abrirá as portas para que ele continue tendo esse mesmo comportamento e prejudique toda a empresa? Certamente, não. O indivíduo pode até um dia conseguir a promoção por seus méritos humanos, mas ela não virá de Deus nem terá a cobertura dEle. E quem não cumpre adequadamente suas obrigações por “enrolar” no banheiro ou em papos durante o cafezinho? Ocorrerá o mesmo, pois o Altíssimo entende que quem não sabe obedecer também não serve para mandar.

Portanto, não basta ser bom cristão dentro da Igreja e não levar o bom testemunho para fora dela, principalmente no trabalho, onde passamos a maior parte do nosso dia. Deus não lhe deu somente a Igreja para frequentar, mas deu-lhe uma vida completa. Por isso, é preciso ser fiel a Ele em todos os aspectos dela. Confira a seguir algumas atitudes inadequadas.

“O vendedor ‘cristão’, por exemplo, objetiva ganhar dinheiro para si e sua família. Diante disso, ele deve obrigações ao patrão, à família, a si mesmo e, por último, à denominação religiosa. Porém se, de fato e de verdade, é servo de Deus, primeiro ele deve serventia ao Senhor da sua alma. Ele não apenas devolve o dízimo a Deus, mas é o próprio Dízimo do Senhor no seu lar, no seu trabalho e na sua Igreja”, diz o Bispo Edir Macedo.

“É da vontade de Deus que cumpramos as nossas tarefas. Ficar adiando a sua vida é sinal de baixa autoestima, insegurança, irresponsabilidade, fraqueza, dúvida, confusão, depressão, desorganização e, consequentemente, não ser de Deus”, afirma a apresentadora Cristiane Cardoso, sobre o procrastinador.

“Normalmente, os ambientes de trabalho são os lugares onde as fofocas mais proliferam. Você já deve ter ouvido as famosas expressões ‘rádio peão’ e ‘rádio corredor’. Enquanto a fofoca é desnecessária, rouba tempo e destrói reputações, as informações são importantes. Elas cooperam e protegem uma empresa, a família ou uma amizade e quem as tem não deve se furtar de falar”, recomenda a escritora Núbia Siqueira.

Quem não conhece aquele chefe ou patrão sabe-tudo (segundo ele mesmo)? Ele desvaloriza e desestimula colegas e funcionários. “Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos. Quantas vezes criticamos a ação dos outros, exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando, na verdade, nós é que deveríamos mudar o nosso rumo?”, questiona a escritora Nanda Bezerra.

Muitos maldizem alguém que tem sucesso e desconsideram seu esforço, mas não pensam no mal e no atraso que atraem para si com essa atitude, alerta o Bispo Edir Macedo. “Passamos muito tempo avaliando até que ponto o invejoso é capaz de causar danos ao invejado. Mas ficamos sem nos dar conta dos danos que essa praga causa ao próprio invejoso que, com certeza, é o maior prejudicado nisso tudo. Isso porque é impossível alguém não colher o que plantou.”

 

 


  • Marcelo Rangel / Foto: iStock 


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