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Notícias | 24 de Janeiro de 2021 - 00:05


Só os fortes permanecerão

Só os fortes permanecerão

A perseguição a quem prega a Palavra de Deus nunca foi pouca, desde os tempos bíblicos. Ainda hoje, cristãos enfrentam governos que tentam conter a divulgação da Salvação. Tanto que, só em 2020, mais de 340 milhões de cristãos foram perseguidos no mundo por causa da Fé – um aumento de 30% em comparação com o ano anterior, segundo o último relatório da ONG Portas Abertas.

Um dos casos mais recentes ocorreu na China, onde os direitos individuais são tolhidos por causa da ideologia comunista que governa o país. O governo controla os lugares e o conteúdo das pregações. Poucas igrejas são permitidas e precisam de autorização prévia para realizar um simples culto. Isso gerou a necessidade de reuniões domésticas, o que lá é algo clandestino.

Perto do Réveillon, segundo a organização internacional Persecution, agentes do Partido Comunista chinês invadiram um culto doméstico em Taiwan, província de Shanxi. Em 30 de dezembro de 2020, cerca de 40 agentes prenderam seis pessoas que estavam na casa, além de confiscarem objetos usados nos cultos. Cinco mulheres foram soltas no dia seguinte, mas o único homem do grupo teve prisão decretada até 15 de janeiro.

Em outro episódio no mesmo mês, a jornalista e advogada chinesa Zhang Zhan foi condenada a quatro anos de prisão por publicar notícias sobre a maneira como a China tratou a epidemia de Covid-19, que teve início naquele país. Os juízes determinaram que ela espalhou fake news para outros países. Segundo a agência de notícias Reuters, Zhang viajou de Xangai para Wuhan, a origem do surto, para reportar como a epidemia era combatida, denunciou hospitais superlotados, a violenta imposição do isolamento social pelo governo e o medo por parte dos cidadãos, que, sem trabalho, temiam não ter como sobreviver. Em um vídeo, a jornalista disse que “o jeito de o governo administrar esta cidade tem sido apenas intimidação e ameaças. Esta é, realmente, a tragédia deste país”. Ao ser presa, lembrou os amigos do versículo “mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis.”
(1 Coríntios 10.13).

Sim, há um claro trabalho do inferno para conter a Palavra de Deus. Mesmo assim, há quem enfrente essas forças contrárias e cumpra a Grande Missão de disseminar os preceitos do Senhor Jesus. A própria Universal é um grande exemplo, presente em mais de 120 países. São milhões de pastores, obreiros e voluntários que levam as mensagens de Fé e Salvação a quem precisa, mesmo em meio às perseguições, tentativas de intimidação e injustiças.

O próprio Senhor Jesus já dizia, em sua passagem pela Terra, que Seus seguidores mais fiéis seriam perseguidos. Outros personagens bíblicos também. O apóstolo Tiago sabia disso: “Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5.10-11).

Os apóstolos simplesmente obedeceram ao seu Mestre, mesmo cientes de que não seria nada fácil. Aliás, Ele mesmo os advertiu e deixou o recado a muitos outros ao longo dos milênios: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” (Mateus 24.7-9).

A mensagem é clara. A perseguição a quem está com Deus sempre existiu. Mas, neste último trecho, Ele não fala apenas sobre perseguição e indica ainda outros sinais importantes do Fim dos Tempos, como o acontecimento simultâneo de eventos trágicos. Quem acha que é mera coincidência comparar isso à realidade atual quer somente “tapar o sol com a peneira”. Está claro que Jesus está prestes a voltar e aqueles que viverem a verdadeira Fé não se curvarão diante das imposições do mundo. Ao contrário, permanecerão. Neste contexto, o trabalho de quem espalha a Palavra é ainda mais essencial.


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