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Notícias | 21 de Fevereiro de 2021 - 00:05


“Os médicos disseram que eu não sairia com vida”

Diagnosticada com uma infecção por salmonella, Raquel Martins ficou entre a vida e a morte e contou com a Fé de sua mãe para alcançar a cura

“Os médicos disseram  que eu não sairia com vida”

O organismo humano funciona de forma orquestrada. Cada sistema, órgão e todos os seus componentes tem uma função específica. E, quando um deles falha ou algo estranho entra em contato, o corpo emite alguns sinais.

Em um domingo comum, a teleatendente Raquel Martins, de 21 anos (foto a esq.), acordou com um mal-estar. Achando que era passageiro, ela seguiu sua rotina. “À tarde eu já não estava aguentando ficar em pé. Estava com fraqueza e comecei a vomitar”, relembra. “Voltei para casa e não consegui me alimentar direito. Durante a madrugada tive outras crises de vômito e então decidimos ir ao médico.”

No primeiro atendimento, não ficou claro o que se passava com Raquel. Ela chegou a ser medicada, mas, sem sentir os efeitos da medicação, retornou e foi encaminhada a um hospital com mais recursos de atendimento. “Eu não lembro muito desse momento. Eu sei que já me colocaram em uma cadeira de rodas e eu estava começando a delirar. Eu subi na ambulância e não me lembro de mais nada. Isso foi numa terça-feira e eu só lembro da sexta-feira seguinte, quando acordei”, relata.

De terça a sexta-feira uma verdadeira batalha aconteceu. Isso porque Raquel foi diagnosticada com uma infecção causada pela salmonella, bactéria presente nas fezes de animais e transmitida ao homem por meio de água e alimentos contaminados. “Os médicos me intubaram porque a bactéria alcançou o meu pulmão causando uma pneumonia e eu já estava com parada múltipla dos órgãos. O meu corpo não estava mais reagindo, então foi necessária a intubação para realizar o tratamento. Fiquei três dias assim”, conta.

Além da angústia de ver a filha entre a vida e a morte, a mãe de Raquel, Elaine Martins, ainda teve que lidar com palavras duras que vinham dos especialistas. “Sempre falavam para a minha mãe que não ia ter jeito. Os médicos disseram que eu não sairia dali com vida. Mas, se eu saísse viva, iria vegetar e ter perda de memória. Eu ia virar um vegetal literalmente, não ia ter mais a minha rotina, minha vida comum como eu tinha.”

Diante dessa situação, restava pouco a fazer e por isso Elaine tomou uma decisão: usar a Fé para lutar pela recuperação da filha. “Minha mãe ia à Universal e fazia os propósitos por mim. Ela levava até o hospital a água com a gotinha do milagre e o lenço consagrado.”

Por meio da manifestação da Fé de sua mãe, alguns dias depois Raquel acordou. “Para o médico foi um susto. Eu acordei naturalmente enquanto ainda estava com um tubo na garganta. Quando estava me restabelecendo minha mãe chegou e me perguntou se eu estava bem, o meu nome e o que ela era minha e eu lembrava de tudo”.

Raquel conta ainda que sua recuperação chamou a atenção da equipe que estava cuidando dela e que os médicos iam vê-la e fazer perguntas para se certificar de que ela estava com a consciência plena. “O médico falou que em muitos casos a pessoa não sai com vida. Ele afirmou que de mil pessoas duas saem com vida e ainda com sequelas e eu saí intacta”, relata. “Depois que saí do hospital, voltei para um retorno e o médico me perguntou se eu era de alguma igreja e, quando eu falei, ele disse: ‘não abandone a sua Fé, porque você foi um verdadeiro milagre’”.

Hoje, quase dois anos depois, Raquel está com a saúde em dia, sem nenhuma sequela da infecção e leva sua rotina normalmente, sem restrições. “Agora eu tenho dois aniversários. Hoje estou bem e completamente curada graças a Deus e à Fé da minha mãe”, finaliza.

Cura total pela fé

Você também está passando por um momento difícil e sofrendo de uma grave doença ou com a enfermidade de um familiar? Participe da reunião da “Corrente dos 70“. Milhares de pessoas já receberam a cura. Se você acredita que esse sofrimento pode ter um fim, compareça!

A saber, a “Corrente dos 70” acontece às terças-feiras, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo. Confira os horários aqui. Para mais informações em sua localidade, procure a Universal mais perto da sua casa.


“Os médicos disseram  que eu não sairia com vida”
  • Cinthia Cardoso / Fotos: Cedidas 


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