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Notícias | 5 de Maio de 2019 - 00:05


Leia a Bíblia em 1 ano – 125º dia

Números 12 e 13, Salmos 49 e Isaías 2

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Números 12

  1. E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, com quem casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita.
  2. E disseram: Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu.
  3. E era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.
  4. E logo o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três.
  5. Então o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã e ambos saíram.
  6. E disse: Ouvi agora as minhas palavras; s e entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele.
  7. Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa.
  8. Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés?
  9. Assim a ira do Senhor contra eles se acendeu; e retirou-se.
  10. E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa.
  11. Por isso Arão disse a Moisés: Ai, senhor meu, não ponhas sobre nós este pecado, pois agimos loucamente, e temos pecado.
  12. Ora, não seja ela como um morto, que saindo do ventre de sua mãe, a metade da sua carne já esteja consumida.
  13. Clamou, pois, Moisés ao Senhor, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures.
  14. E disse o Senhor a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? Esteja fechada sete dias fora do arraial, e depois a recolham.
  15. Assim Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã.
  16. Porém, depois o povo partiu de Hazerote; e acampou-se no deserto de Parã.

Números 13

  1. E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
  2. Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada um príncipe entre eles.
  3. E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo a ordem do Senhor; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel.
  4. E estes são os seus nomes: Da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur;
  5. Da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori;
  6. Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;
  7. Da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José;
  8. Da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num;
  9. Da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu;
  10. Da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi;
  11. Da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi filho de Susi;
  12. Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali;
  13. Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael;
  14. Da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi;
  15. Da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui.
  16. Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oséias, filho de Num, Moisés chamou Josué.
  17. Enviou-os, pois, Moisés a espiar a terra de Canaã; e disse-lhes: Subi por aqui para o lado do sul, e subi à montanha:
  18. E vede que terra é, e o povo que nela habita; se é forte ou fraco; se pouco ou muito.
  19. E como é a terra em que habita, se boa ou má; e quais são as cidades em que eles habitam; se em arraiais, ou em fortalezas.
  20. Também como é a terra, se fértil ou estéril; se nela há árvores, ou não; e esforçai-vos, e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas.
  21. Assim subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim, até Reobe, à entrada de Hamate.
  22. E subiram para o lado do sul, e vieram até Hebrom; e estavam ali Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Anaque (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no Egito).
  23. Depois foram até ao vale de Escol, e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens, sobre uma vara; como também das romãs e dos figos.
  24. Chamaram àquele lugar o vale de Escol, por causa do cacho que dali cortaram os filhos de Israel.
  25. E eles voltaram de espiar a terra, ao fim de quarenta dias.
  26. E caminharam, e vieram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, em Cades; e deram-lhes notícias, a eles, e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra.
  27. E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o seu fruto.
  28. O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Anaque.
  29. Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam junto do mar, e pela margem do Jordão.
  30. Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela.
  31. Porém, os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.
  32. E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
  33. Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.

Salmos 49

  1. Ouvi isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do

mundo,

  1. Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres.
  2. A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.
  3. Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; declararei o meu enigma na harpa.
  4. Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniqüidade dos que me armam ciladas?
  5. Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas,
  6. Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele
  7. (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre),
  8. Para que viva para sempre, e não veja corrupção.
  9. Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens.
  10. O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes.
  11. Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem.
  12. Este caminho deles é a sua loucura; contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.)
  13. Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles.
  14. Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.)
  15. Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece.
  16. Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará.
  17. Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens te louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo,
  18. Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz.
  19. O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem.

Isaías 2

  1. Palavra que viu Isaías, filho de Amós, a respeito de Judá e de Jerusalém.
  2. E acontecerá nos últimos dias que se firmará o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se elevará por cima dos outeiros; e concorrerão a ele todas as nações.
  3. E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor.
  4. E ele julgará entre as nações, e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerrear.
  5. Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor.
  6. Mas tu desamparaste o teu povo, a casa de Jacó, porque se encheram dos costumes do oriente e são agoureiros como os filisteus; e associam-se com os filhos dos estrangeiros,
  7. E a sua terra está cheia de prata e ouro, e não têm fim os seus tesouros; também a sua terra está cheia de cavalos, e os seus carros não têm fim.
  8. Também a sua terra está cheia de ídolos; inclinam-se perante a obra das suas mãos, diante daquilo que fabricaram os seus dedos.
  9. E o povo se abate, e os nobres se humilham; portanto não lhes perdoarás.
  10. Entra nas rochas, e esconde-te no pó, do terror do Senhor e da glória da sua majestade.
  11. Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a sua altivez será humilhada; e só o Senhor será exaltado naquele dia.
  12. Porque o dia do Senhor dos Exércitos será contra todo o soberbo e altivo, e contra todo o que se exalta, para que seja abatido;
  13. E contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes; e contra todos os carvalhos de Basã;
  14. E contra todos os montes altos, e contra todos os outeiros elevados;
  15. E contra toda a torre alta, e contra todo o muro fortificado;
  16. E contra todos os navios de Társis, e contra todas as pinturas desejáveis.
  17. E a arrogância do homem será humilhada, e a sua altivez se abaterá, e só o Senhor será exaltado naquele dia.
  18. E todos os ídolos desaparecerão totalmente.
  19. Então os homens entrarão nas cavernas das rochas, e nas covas da terra, do terror do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra.
  20. Naquele dia o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para diante deles se prostrarem.
  21. E entrarão nas fendas das rochas, e nas cavernas das penhas, por causa do terror do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para abalar terrivelmente a terra.
  22. Deixai-vos do homem cujo fôlego está nas suas narinas; pois em que se deve ele estimar?

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  • Redação / Foto: Thinkstock 


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