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Notícias | 10 de novembro de 2019 - 00:05


“Eu não tinha diagnóstico, mas tinha a minha fé”

Regina Nazaré enfrentou uma enfermidade em 2017 e, sem obter um diagnóstico médico preciso, recorreu à Fé

Em abril de 2017, a encarregada de departamento pessoal Regina Nazaré, de 50 anos, percebeu alguns caroços no corpo. Na ocasião, ela não deu muita importância, pois achava que poderia ser a reação a alguma picada de pernilongo. Com o passar dos dias, os caroços, que eram avermelhados, aumentaram de tamanho. “No começo até pensei que fosse catapora, mas essa hipótese logo foi descartada quando passei pela emergência, pois na infância eu tive a doença”, relembra.

Regina procurou ajuda médica e passou por uma consulta. O diagnóstico médico inicial foi de herpes-zóster. Segundo o Ministério da Saúde, a herpes- zóster, também conhecida como cobreiro por muitas pessoas, é uma doença causada pelo vírus varicela-zóster (VVZ), o mesmo que causa a catapora.

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Esse vírus permanece em latência durante toda a vida e a reativação ocorre na idade adulta ou em pessoas com comprometimento imunológico, como portadores de doenças crônicas (hipertensão, diabetes, etc.), com câncer, aids, transplantados e outras.

Há pacientes que desenvolvem herpes-zóster depois do contato com doentes de varicela ou com outro doente de zóster, o que indica a possibilidade de uma reinfecção em paciente já previamente imunizado. A doença pode levar a complicações e a outros problemas clínicos graves, inclusive levar o doente à morte.

Sem resultado
Regina foi medicada e orientada a continuar com o tratamento em casa, com medicamentos via oral. O desconforto persistia, por conta das feridas. Ela conta que não sentia dores, mas lembra que os caroços aumentavam à medida que os dias transcorriam.

Regina voltou à emergência e foi encaminhada ao infectologista e ao dermatologista. Ambos acharam muito estranho o aumento dos caroços e o fato de a paciente não apresentar nenhum dos sintomas da herpes-zóster, como dores nevrálgicas (nos nervos), formigamento, agulhadas e adormecimento, ardor e coceira locais, além de febre, dores de cabeça e mal-estar.

A pedido do médico, Regina fez exames de sangue e inclusive de HIV. Ambos apresentaram resultado negativo.

Ao analisá-los, o médico não detectou nada que justificasse o diagnóstico de herpes-zóster, mas o exame também não identificava qual poderia ser sua doença.

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O especialista liberou Regina, passou algumas medicações para que ela continuasse o tratamento em casa e pediu que ela voltasse depois de alguns dias para a realização de nova avaliação clínica. Se fosse necessário, novos exames seriam feitos. Até então, Regina ainda não sabia o que, de fato, tinha.

Sem obter um diagnóstico preciso, Regina se viu perdida, pois nem os médicos sabiam exatamente qual era a sua doença. Ela, que frequenta a Universal há 30 anos, confessa que foi bombardeava por pensamentos negativos. “Fiquei preocupada a princípio, pois os médicos recomendaram que eu evitasse lugares fechados e vestisse sempre camisas de manga longa. Alguns chegaram a me dizer que o que eu tinha era parecido com lepra.”

Solução
Desde que descobriu a doença até alcançar a cura, Regina perseverou por seis meses: ela começou a usar a gota do milagre assim que os caroços apareceram. “Eu sabia que Deus era comigo e que Ele resolveria aquela situação. Eu não tinha um diagnóstico, mas tinha a minha Fé”, diz.

Enquanto os médicos não conseguiam definir a causa do problema, Regina confessa que apenas confiou em Deus. “Eu não faltava a nenhuma reunião de cura e sempre levava a minha garrafa com água e a consagrava. Aos poucos, os caroços já não aumentavam mais.

Eles diminuíam.” Ela ressalta que está curada e que, desde que o problema foi solucionado, há dois anos, nunca mais as manchas voltaram. Ela atribui sua cura à Fé.

Se você, leitor, enfrenta um problema de saúde e quer saber o que fazer para obter a cura por meio da Fé, procure a Universal mais próxima de você.


  • Maiara Máximo / Fotos: Cedidas e Demetrio Koch 


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