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Notícias | 24 de Janeiro de 2021 - 00:05


De sacrifício em sacrifício

A empresária Célia Barros descobriu na Fogueira Santa o caminho para chamar a atenção de Deus

De sacrifício em sacrifício

Quando chegou à Igreja, praticamente paralítica e em total miséria, a hoje chef de cozinha e empresária Célia Silva Barros, de 39 anos (foto acima), não imaginava que viveria a vida que tem. E isso se deve ao segredo que ela descobriu para uma vida plena e realizada: o Altar.

Desde muito nova, Célia sofreu com inúmeras enfermidades. A maioria delas não conseguia ser diagnosticada pelos médicos e hoje ela entende que elas também tinham origem espiritual. Célia sofria com insônias, dores de cabeça, desmaios constantes, a ponto de, por várias vezes, acordar apenas no dia seguinte internada em um hospital. “Eu fui desenganada pela medicina e os médicos chegaram a passar remédios fortíssimos para depressão. Minha adolescência foi toda à base de remédios”, conta.

Isso não ocorria só com ela, mas seus irmãos também eram doentes. Seu pai sofria com vícios. Tantas doenças acarretaram em pobreza. Os pais perderam tudo buscando a cura de Célia e dos irmãos. A miséria deles era tão grande que a família teve que se mudar da casa em que residia e foi morar de favor. Célia recorda que tantos problemas a tornaram uma jovem agressiva.

No local para onde se mudaram uma vizinha que já frequentava a Universal, ao ver todo o sofrimento da família, fez um convite para que a mãe de Célia fosse participar de uma reunião.

Encontro com a Paz
Logo que chegou à Universal, Célia recorda que algo diferente aconteceu: ela finalmente tinha conseguido dormir. “Eu não conseguia dormir e o pouco que eu dormia, geralmente à tarde, era com tantos pesadelos que eu tinha medo de continuar dormindo”, relembra.

Dois meses depois, Célia decidiu entregar sua vida para o Senhor Jesus e se batizou nas águas, mas algo ainda faltava a ela. Célia conta que era uma pessoa que não tinha nenhuma certeza na vida, mas, ao ver a paz e a certeza que os Pastores e Obreiros que a orientavam tinham, teve o interesse despertado de receber o Espírito Santo. Foi aí que ela ouviu falar da Fogueira Santa. “O Pastor falava de uma vida transformada e eu via os testemunhos. Então, fui para o Altar e passei a ter essa paz dentro de mim. Até então eu tinha momentos bons só quando eu chegava na Igreja, mas em casa tudo voltava, como as dores e as tristezas. Depois da Fogueira Santa, eu me libertei e fui curada.”

O caminho é o Altar
Por meio do sacrifício, Célia entendeu que poderia materializar a sua Fé para conquistar o que, humanamente falando, era impossível. Em outras Fogueiras Santas, ela lutou pela cura e libertação da família, que hoje também é livre e está na Presença de Deus O servindo.

Com a vida amorosa não foi diferente. Por ter acertado no Altar, Célia hoje vive um casamento feliz, que já dura mais de 20 anos. “Nossa última conquista foi a nossa casa. Sacrificamos todo o nosso faturamento e o meu carro pessoal. Conquistamos a casa e um carro que sempre sonhamos ter.”

Em meio a tantas experiências vividas em Fogueiras Santas ao longo de todos estes anos em sua caminhada de Fé, Célia recorda que teve uma que a marcou muito.

Por vir de uma família muito pobre, ter morado muito tempo de favor e passado fome, Célia revela que durante muito tempo – mesmo já na Fé e com o Espírito Santo –, ela e o marido permitiram que os pensamentos de medo e de que o máximo que deveriam ter era um emprego comum os limitassem.

Foi então que em uma Fogueira Santa eles decidiram sacrificar para se libertarem de tudo que havia em suas mentes e que os impediam de ter visão. “Fomos para o Altar com todas as nossas reservas. Naquele ano colocamos tudo no Altar e foi aí que nos libertamos, nossa visão mudou e passamos a ser outras pessoas.”

Em tudo o Altar tem dado realizações a Célia. Toda a sua família – os pais, os irmãos, marido e os quatro filhos – serve a Deus. Seu filho, de 19 anos, decidiu dedicar a vida na pregação do Evangelho e atualmente é Pastor. E as filhas gêmeas, de 17 anos, também se dedicam à Obra de Deus. Célia atribui isso a todo sacrifício que ela e o marido têm sido e feito para Deus.

“A Fogueira Santa significa a maior oportunidade que temos de mostrar para Deus o quanto dependemos dEle aqui na Terra e traz a certeza do quanto confiamos nEle”, finaliza.


De sacrifício em sacrifício
  • Maiara Máximo / Fotos: Cedidas e Arquivo Pessoal 


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