Qual é o principal inimigo da fé inteligente?

Por Ana Carolina Cury / Fotos: Fotolia e Marcelo Alves

Acreditar no que os pastores falavam era algo muito difícil para Luiz Henrique de Andrade Freitas (foto ao lado), de 32 anos, educador físico. Ele ia à Igreja com a namorada e duvidava de tudo que ouvia no Altar.

“Tinha algumas dúvidas a respeito da veracidade do que era falado. Um exemplo que posso citar é em relação aos santos. Toda a minha vida fui ensinado a crer em santos e não somente em Jesus. Ouvir e ler na Bíblia que aquilo não era a vontade de Deus gerava ainda mais dúvidas e conflitos dentro de mim”, revela.

As dúvidas invadiram o interior de Luiz. Tanto as relacionadas a Deus quanto as que se referiam a ele mesmo. “A dúvida tirava a minha autoestima. Eu tinha complexo de inferioridade, não acreditava em mim.”

O educador físico comparecia às reuniões da Universal, mas não obedecia ao que era falado e, por isso, passou a ser apenas um frequentador. “Eu ainda não era da fé, apenas ia à Igreja para 'esquentar o banco'. E minha vida? Nada acontecia, estava travada em todos os sentidos”, lembra.

Naquela ocasião, ele não conseguia dar sequência aos estudos e o namoro não evoluía. “Era horrível porque, ao mesmo tempo que estava na Igreja, minha vida não andava para a frente. Até que chegou dezembro de 2012 e eu tomei uma atitude que mudou minha história”, revela.

Depois de participar de um propósito de fé na Igreja, ele viu tudo mudar. Desde então, nunca mais duvidou da voz de Deus. “Pensei assim: vou dar um voto de confiança para essa fé e foi o que eu fiz, me lancei no Altar e passei a praticar”, esclarece.

Não demorou muito para que ele conseguisse se formar. “Me graduei em educação física, minha vida amorosa foi transformada. Hoje sou casado, sou autônomo, conquistei uma vida boa, uma família abençoada e tudo isso porque confiei e confio na Palavra de Deus e em seus pastores.”

Guerra espiritual

Enquanto Luiz não abandonou a insegurança, nada fluiu. O Bispo Edir Macedo alega que isso normalmente acontece com os cristãos porque há a ação de espíritos que são contrários à vontade de Deus. Eles agem para que as pessoas não acreditem e, consequentemente, não tenham suas vidas transformadas. “Existem espíritos imundos que tomam posse e controlam os corações das pessoas que ainda não tiveram um verdadeiro encontro com o Senhor Jesus, enganando seus sentidos e arruinando suas vidas. No caso dos cristãos, esses espíritos podem também semear a dúvida, promovendo a incerteza e a fraqueza. Entretanto, o Espírito Santo dá condições para que resistam e sejam vencedores”, orienta.

Ele destaca que a dúvida é destrutiva e que, por isso, é necessário resistir a todo e qualquer sentimento enganador. “Creio que o único caminho a tomar para contrapor ao diabo e destituí-lo da nossa vida é resistir a todas as dúvidas. Para isso, devo tomar atitudes que contradizem os sentimentos enganosos do meu coração. Devo aprender a contrariar, literalmente, os sentimentos do coração para que a minha fé seja exercitada e colocada em ação. Se o coração me diz algo que produz dúvidas em relação à minha fé, então, devo resistir às dúvidas e agir pela fé.”

Que fé ter?

Você sabia que existem dois tipos de fé? Isso mesmo. Uma pessoa pode ter fé para se formar, ou seja, ela acredita que aquilo é possível. Mas para garantir uma boa carreira, por exemplo, ela precisa ter fé e também confiança.

“A confiança é a continuidade da fé. Quanto maior é o cultivo da fé, maior será a confiança. A fé depende da confiança para manter as conquistas que ela proporciona. Muitas conquistas da fé têm se perdido justamente por causa da perda dessa fé. Claro! Quem tem sucesso pela fé, se perder a fé, perde também o sucesso”, diz.

Ele exemplifica que muitas doenças que foram curadas por meio da fé voltam porque as pessoas passam a duvidar e perdem a confiança. “O insensato relaxa na fé que o levou à conquista. Diante disso, a dúvida se aproxima e logo neutraliza o poder da fé, conduzindo-o ao fracasso. Assim como a fé é poder, a dúvida também é poder. Enquanto o poder da fé estiver ativo, o poder da dúvida perde a força. Mas, se o poder da fé relaxar, é óbvio que o poder da dúvida vai prevalecer”, explica.

Por isso é necessário sempre cuidar do principal dessa vida: o relacionamento com Deus. A manutenção da fé se faz necessária e, sobretudo, a confiança nela, mesmo em meio às dificuldades. “Esse é um fato importantíssimo, que não se pode desprezar. A fé tem de ser cuidada e mantida para que as suas conquistas permaneçam. Conquistar não é difícil, difícil é manter as conquistas. Isso só é possível mediante o poder da confiança”, conclui o Bispo Edir Macedo.

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