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Notícias | 10 de junho de 2019 - 18:53


Voluntárias ajudam vítimas de abuso sexual a superar traumas

Projeto Raabe oferece atendimento jurídico, social e emocional para mulheres

Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo apontam um aumento de 14% nos casos de crimes sexuais, no primeiro trimestre, em todo o estado. Na capital paulista, vítimas têm ajuda das voluntárias do programa social Raabe para superar os traumas dessa terrível e brutal violência.

Às terças, quintas e sextas-feiras a partir das 18h30, o Raabe presta atendimento as mulheres, no Templo de Salomão – localizado na Zona Leste de São Paulo.

Segundo a responsável pelo Projeto Raabe, Fernanda Lellis, a maioria das mulheres que buscam ajuda, chegam “psicologicamente transtornadas, emocionalmente abaladas, inseguras e se sentindo desvalorizadas”.

Fernanda explica que o principal objetivo dos aconselhamentos é ajudar a mulher a resgatar o amor próprio e fazê-la entender a importância de se valorizar.

“É necessário que a vítima pare de se culpar pelo o que fizeram com ela, e comece a escrever uma nova história de vida, deixando os traumas do passado no passado. Isso só é possível quando a ferida deixa de ser uma ferida, e se torna apenas uma cicatriz de algo que já foi curado.”

Nova história

Através do Raabe, mulheres recebem atendimento jurídico, social e emocional. O projeto realiza cursos e palestras que auxiliam no resgate e no fortalecimento da autoestima da mulher.

Carla (nome fictício), 19, foi uma das pessoas ajudadas pelo grupo. Aos 11 anos, foi abusada sexualmente pelo pai, o que ainda perdurou por vários anos. Com isso, a jovem tornou-se uma pessoa cheia de traumas e complexos, mas não conseguia pedir ajuda a ninguém.

“Quando conheci o Raabe, eu era uma pessoa extremamente fechada. Foi a primeira vez que percebi a luz no fim do túnel. Os atendimentos, os conselhos, a atenção que recebi foram cruciais para a minha cura interior”, relata a jovem.

“O que eu aprendi através do projeto me ajudou a me conhecer, me mostrou o caminho. O que fiz, foi seguir em frente. Minha experiência ruim por fim me transformou em uma mulher mais forte.”


  • Unicom 


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