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Notícias | 13 de maio de 2018 - 03:05


Um homem sem defeitos?

Será que basta ter apenas qualidades para tornar-se perfeito?

Ele nasceu em uma família rica e foi educado nas melhores escolas. Falava vários idiomas, viajou e conheceu diversos lugares, o que lhe deu uma cultura extensa. Além de ser um homem destemido, de quebra ainda era um homem de sucesso e temente a Deus. Era um modelo a ser seguido. Muitos vão dizer que alguém com essas qualidades deveria ser o homem perfeito, não é mesmo? Outros vão dizer que se trata de uma pessoa tão perfeita que nem sequer deve ter existido. Só que não. Ele realmente existiu. Essa é uma história verdadeira que está na Bíblia.

Caindo do cavalo

As qualidades acima referem-se ao homem chamado Saulo, que, por outro lado, também era um perseguidor implacável dos cristãos. Em uma de suas perseguições, no caminho para Damasco, Saulo literalmente caiu do cavalo. De repente, brilhou uma luz no céu e ele ficou cego. No chão, ele ouviu uma voz: “Saulo, Saulo! Por que me persegue? Sou Jesus a quem você persegue”.

Pequeno

Impactado com aquilo tudo, Saulo perguntou o que deveria fazer. A voz lhe disse que fosse para Damasco e lá encontraria Jesus. Na presença d’Ele, Saulo se converteu e voltou a enxergar novamente. Passou a chamar-se Paulo. Não por acaso, o nome novo significava pequeno. É que, mesmo com todas as suas qualidades, o homem agora chamado Paulo entendeu que tudo o que ele achava que era grande coisa não passava de lixo, se comparado à grandeza e à perfeição de Jesus.

Auto exaltação

Para o escritor e palestrante Renato Cardoso, é preciso enxergar qual lição a história de Paulo nos traz: “A maioria dos homens gosta de se apoiar nas qualidades que tem, até como uma desculpa para ter alguns defeitos. Em uma discussão com a mulher ou uma briga, quem já não ouviu o homem falar: ‘ninguém pode falar que não sou um cara trabalhador. Eu acordo cedo, comigo não tem tempo ruim’ ou ‘posso não ter muitas qualidades, mas não fumo, não bebo, não vou para o bar, não uso drogas’, e se gabar de não ter esses problemas e vícios”.

Conta errada

Na opinião dele, há homens que contabilizam tantas qualidades que acreditam que podem fazer o que não é certo. “Se acham no direito de se divertir um pouquinho vendo pornografia, por exemplo. Na cabeça deles, justificam o erro porque vão calculando e empilhando as suas qualidades: ‘Bom, eu faço isso, faço aquilo, faço aquilo outro, eu tenho tanta qualidade que se eu fizer isso aqui, qual será o problema? As outras coisas compensam’. Mas ser perfeito não é isso. Ser perfeito, na definição de Deus, é você ser intolerante com o erro, com o mal; é não aceitar o pecado deliberado, o pecado proposital”, analisa.

Estrada para Damasco

Não é preciso cair do cavalo na estrada para Damasco para perceber que atitudes como as que foram citadas acima são uma armadilha. “E nós temos que vencer isso em nós. Enquanto você, homem, cair na desculpa de falar e enumerar as suas qualidades e justificar os seus erros e falhas porque fala ‘isso é o meu jeito’, ‘eu nasci assim’, ‘sou assim e vou morrer assim’, enquanto fizer isso, nunca será um homem perfeito. Será um homem orgulhoso, um homem difícil; mas perfeito, nunca será um adjetivo que poderá descrever você”, explica o escritor.


  • Por Eduardo Prestes/ Foto: Fotolia  


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