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Notícias | 30 de junho de 2019 - 00:05


“Mesmo estando encarcerado, eu me sentia mais livre do que nunca”

“Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (Atos 10:34). O projeto Universal nos Presídios (UNP) pratica esse versículo diariamente, levando a Salvação a pessoas rejeitadas pela sociedade. Não só no Brasil, mas em diversos países.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o grupo tem o nome de Universal Beyond Bars (UBB) e atua em alguns estados americanos. Um deles é o Texas, onde o projeto já chegou a nove presídios, sendo um deles de segurança máxima, conhecido como “Death Row” (Corredor da Morte), onde se executam penas de morte.

Com reuniões diárias, mais de 3 mil detentos têm aprendido sobre a fé viva, o perdão e o novo nascimento. Muitos já se batizaram e até receberam a liberdade.

Um desses casos incríveis de superação é o de Casey McCain, (foto abaixo) de 36 anos. Ele teve uma boa infância, estudou e, após se formar, casou-se e teve três filhos. Eram uma típica família americana, viviam felizes até que uma briga de bar mudou seu destino.

“Fui defender meu amigo e a partir daí as coisas ficaram ruins para mim. Duas semanas após a confusão eu me entreguei à Justiça e por dois anos tive várias audiências sobre o caso. Em 2010, fui condenado a seis anos de liberdade
condicional”, relata.

Decadência
Mas foi exatamente a partir daí que começou sua queda. Casey passou a sair e frequentar boates, o que afetou seu casamento. O divórcio chegou em 2015, o que abriu a porta para outros males como vícios e prostituição.

“Comecei a sair ainda mais, com todo tipo de garotas, usar drogas e álcool. Por não comparecer à audiência de condicional por dois meses, minha liberdade foi revogada. Por isso, fui condenado a seis anos de prisão em regime fechado”, diz.

Mas, nesse fundo de poço, Casey teve a oportunidade de começar uma nova vida. Dentro da prisão ele passou a participar das reuniões
realizadas pelo UBB, naquele presídio.

Obedecendo a ensinamentos e orientações dos pastores, hoje, um ano depois, ele é um homem livre: espiritual e fisicamente.

“A vida é muito melhor quando você vive para Deus. Mesmo estando encarcerado, eu estava mais livre do que nunca. Tenho feito coisas que eu nunca pensei que faria, levando outros presos a conhecer o Senhor Jesus. Estou livre da prisão há cerca de quatro meses, já tenho o meu negócio e casei recentemente. Deus me abençoou para que eu possa ser uma bênção para os
outros”, afirma.


  • Rafaella Rizzo / Fotos: Cedidas 


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