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Notícias | 1 de abril de 2018 - 03:05


Giovanna Chaves em Nada a Perder

Nesta entrevista exclusiva, a atriz, que interpreta Cristiane Cardoso, conta detalhes de sua personagem

Nada a Perder – O Filme estreou na última quinta-feira, dia 29 de março, em todos os cinemas do País e já bateu recorde de bilheteria. O longa metragem traz respostas às dúvidas dos críticos do Bispo Edir Macedo e mostra o outro lado da história do líder da Universal.
O filme tem um elenco de peso, composto por Petrônio Gontijo, que vive o Bispo Edir Macedo; Day Mesquita, como Ester Bezerra; e Giovanna Chaves, de 16 anos, que, além de atuar, é cantora, compositora e modelo.
A jovem iniciou sua carreira aos 9 anos e esta foi sua primeira oportunidade de viver uma personagem na tela dos cinemas. Giovanna interpreta Cristiane Cardoso aos 17 anos, a filha mais velha do Bispo Edir Macedo. Em entrevista exclusiva à Folha Universal, a atriz falou de sua personagem e dos desafios de atuar no longa.
Folha Universal (FU): Como foi receber o convite para fazer este filme? Você teve encontros com a Cristiane Cardoso?
Giovanna Chaves (GC): Foi uma honra receber esse convite para interpretar a Cristiane. Não nos encontramos pessoalmente, mas nos falamos e foi incrível. Pude conhecer um pouco da história de vida dela e o quão forte ela é. Minha mãe já seguia o blog dela, lia os livros e eu também passei a acompanhá-la e gostei muito. No programa The Love School, sempre vejo a Cristiane priorizando as mulheres e nos conscientizando de que podemos ser modernas e atuais sem perder a essência. Gosto bastante dela.
 
FU: Qual sua impressão a respeito de sua personagem e do que ela passou na adolescência por ser filha de um líder religioso criticado por tantas pessoas?
GC: Pude entender e viver, em algumas cenas, tudo o que ela passou e me identifiquei com alguns aspectos. Ela passou por muitas coisas que uma adolescente comum talvez não suportaria: a história do pai, a rejeição e ela foi uma guerreira. Aprendeu, graças à fé a se manter firme, algo admirável e que não é muito visto nos dias de hoje na juventude.
 
FU: Como estudou a história de vida da família?
GC: Assim que recebi o convite para interpretar Cristiane Cardoso, logo topei. Conheci a história do Bispo Edir Macedo e de minha personagem melhor ao ler a trilogia Nada a Perder e sem dúvida é uma grande história de vida. Estava superansiosa, não via a hora de chegar a estreia, pois é meu primeiro filme. Quem ainda não assistiu, com certeza vai se surpreender e se comover com o longa.
 
FU: O que pode dizer da experência de interpretar Cristiane Cardoso se casando aos 17 anos?
GC: Nossa, foi surreal. Acho que, pelo fato de ter 16 anos, nunca pensei em me casar, mas foi a cena em que mais me emocionei. Foi o momento de gravação mais aguardado por mim. É uma cena bem forte. Aos 17 anos ela já estava se casando, feliz por um lado, mas teve que encarar a pressão da mídia que apareceu na cerimônia simplesmente para criticar e falar de seu pai. Mas, além do casamento, outra cena foi muito impactante para mim. Essa não posso contar (risos). O leitor da Folha Universal terá que conferir no filme.
 
FU: Qual é a sua relação com a fé e a religião?
GC: Minha mãe é evangélica e meu pai é católico. Na minha casa nunca fomos obrigados a seguir uma religião ou doutrina, mas ensinados a sempre confiar em Deus. E a fé para mim é saber que existe um Deus que sempre está comigo. E isso é o que me move e me leva a ter forças e a acreditar que tudo de melhor sempre pode acontecer em minha vida.
 
FU: Na sua opinião, qual é a proposta do filme?
GC: Estamos falando de perdão, de conversão e da fé. No meu ponto de vista, o filme mostra a realidade da vida do Bispo Edir Macedo e de sua família e deixa claro a fé que eles têm no Senhor Jesus. Todos vão se emocionar.
 
FU: Você acredita que o filme tenha contribuído para sua vida pessoal e profissional?
GC: Muito. Foi meu primeiro trabalho para o cinema e com uma história forte. Algo muito diferente do que já fiz e vivi. Adquiri mais experiência profissional e ganhei grandes amigos. Aproveitando a oportunidade, quero deixar um recado para quem ainda não conferiu o longa: vale muito a pena assisti-lo, é uma lição de vida e, com certeza, muitas pessoas sairão do cinema motivadas.
 


  • Por Maiara Máximo/ Fotos: Reprodução 


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