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Notícias | 12 de Setembro de 2021 - 23:11


Está pensando em desistir? Nós podemos ajudar você!

Se você tem pensado que a morte pode ser o fim de seus problemas, leia esta matéria e descubra qual é a verdadeira solução para sua vida

Está pensando em desistir? Nós podemos ajudar você!

Um projeto frustrado, o fim de um relacionamento ou o sentimento de rejeição: três situações distintas, mas que podem levar às pessoas a acreditarem que não há mais jeito para elas. Elas até querem ser felizes, mas viram tantas coisas darem errado que o suicídio se apresentou como uma solução. Contudo, alertamos que não é. Ao contrário, é o início de um sofrimento.

E esse alerta também vem em meio à campanha Setembro Amarelo, dedicada a combater o suicídio. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio continua sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo. Só em 2019, cerca de 700 mil pessoas tiraram a própria vida – o que corresponde a uma em cada cem mortes registradas.

As consequências da pandemia de Covid-19 reforçaram a lista de fatores de risco para o suicídio, conforme cita a psicóloga Veruska Ghendov (foto abaixo): “a maioria dos casos é consequência de processos de depressão, ansiedade aguda e bipolaridade. Mas os desgastes emocionais – como os causados pela pandemia –, o esgotamento mental e a diminuição de alguns compostos químicos no organismo debilitam emocionalmente e alimentam a angústia. E, na verdade, as pessoas não querem morrer, elas querem deixar de sentir essa angústia”.

Ela destaca que estatisticamente o aumento dos casos tem sido verificado principalmente entre mulheres que possuem histórico de decepção amorosa e homens com conflitos afetivos e financeiros. E, mais recentemente, os adolescentes têm feito parte deste grupo. Um levantamento dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos revelou que as tentativas de suicídio aumentaram principalmente entre as meninas com idades entre 12 e 17 anos. Entre fevereiro e março de 2021, foi registrado um crescimento de 50% em comparação ao mesmo período do ano passado.

A visibilidade nas redes sociais e a necessidade de ser aceito por um grupo podem estar entre os gatilhos para esse aumento. “Ser depreciado pelas redes é muito negativo e pode contribuir para processos depressivos. Mas a internet sozinha não faz esse movimento, ela colabora. Para a pessoa chegar nesse ponto é necessário um volume muito grande de situações ou problemas emocionais”, aponta.

Morrer não é a solução
Todos estão sujeitos a pensar na morte, principalmente quando as coisas não saem como o esperado. Mas fugir dos problemas não vai solucioná-los, muito menos se a “rota de fuga” for o suicídio. “Acabando com a vida a pessoa acaba também com a única oportunidade de encontrar a verdadeira solução para o seu problema, pois é somente quando se está viva é que a pessoa tem a chance de ser ajudada e de ter a sua vida transformada”, explica o Bispo Edir Macedo em um post em seu blog.

É preciso entender que o ser humano não é formado só de corpo – que terá um fim –, mas também de espírito e alma. Segundo a Palavra de Deus, quando o corpo perde a vida, o espírito volta para o Altíssimo, mas, e quanto à alma? “Se a pessoa é salva, sua alma vai para o céu, mas, se não é, sua alma vai para o inferno. A pessoa que é salva não tem vontade de morrer, pois o seu relacionamento com Deus não é baseado em teorias. Ela é feliz por isso. E isso leva a concluir que (…) o suicídio conduz a tormentos infinitamente dolorosos e eternos”, alerta o Bispo.

Sendo assim, o Único que pode colocar um fim a toda dor é Deus. “Basta convidá-Lo agora mesmo. E, se Ele existe, como temos crido, Sua resposta será imediata ao seu clamor”, afirma o Bispo. O resultado dessa prática foi comprovado por muitas pessoas, como as que você vai conhecer a seguir.

“Nem me matar eu consigo”
A vida de Monique Sara Bernardes Soares Lopes, (foto abaixo) de 20 anos, virou de ponta cabeça depois que ela foi levada pelos pais a um centro espírita e apresentada aos espíritos. “Passamos a frequentar o local e, aos poucos, eu comecei a sofrer. Eu via vultos, ouvia vozes e, dos seis aos nove anos, fui abusada por dois familiares”, conta.

Todo esse período foi marcado pelo silêncio, já que ela não dividia com seus pais os problemas que enfrentava por medo do que pudesse acontecer. “Eu era muito tímida e não conseguia me abrir.” Monique conta que os pensamentos eram sufocantes e seu vazio interior crescia a cada dia. E, na tentativa de esquecer os problemas, ela se envolveu com meninas da escola. “Eu achava que eu deveria ficar com uma garota por ter sofrido abuso também de uma mulher na infância. Mas era uma frustração atrás da outra.”

Nessa fase, as brigas familiares também começaram e intensificaram nela a vontade de ficar longe dos pais. “Eu sabia que eles não aprovariam aquele relacionamento, por isso, comecei a me envolver com vários rapazes na tentativa de encontrar alguém com quem eu pudesse morar”, detalha. Assim, a lista de decepções de Monique aumentou, até que outra situação tirou o restante de sua aparente paz: “depois de terminar um relacionamento, ao desabafar com um rapaz, fui abusada sexualmente. Só que mais uma vez eu não contei para ninguém”.

Ser violentada tirou dela a vontade de viver. “Eu não queria sair de casa para nada e ia para a escola obrigada, mas, em vez de estudar, eu me automutilava. E durante todo o trajeto até a escola eu tentava me matar, como me atirar na frente de carros e de ônibus. Porém sempre havia alguém para impedir minha atitude. Em outra tentativa, tomei remédios para morrer, mas fui parar no hospital com reações alérgicas pelo corpo.”

Os problemas resultaram em síndrome do pânico e ansiedade, sentimentos que eram alimentados por grupos na internet dos quais Monique participava e que incentivavam o suicídio. “Durante uma crise de ansiedade, eu me joguei na frente de um caminhão, fui arremessada longe e perdi a consciência. Quando acordei o meu único pensamento foi: ‘nem me matar eu consigo’”.

As tentativas de suicídio foram incontáveis e a última aconteceu em frente a um templo da Universal. Na ocasião, Monique foi amparada e levada para dentro da Igreja. Ela, que já conhecia o trabalho da Universal, decidiu abrir mão de sua vida – não para a morte, mas para o Senhor Jesus. “Abandonei todos os relacionamentos e passei a ignorar os pensamentos de morte. Participando das reuniões de libertação e buscando o Espírito Santo, eu fui liberta de todos os traumas e das mágoas.”

Agora, Monique afirma que aqueles pensamentos de morte não existem mais em sua mente. Ela também não ouve mais vozes ou vê vultos e o relacionamento com os pais foi transformado. “Tudo o que me oprimia saiu da minha vida quando eu conheci a Deus”, diz. Feliz, Monique ajuda atualmente outras jovens a superarem os traumas como ela superou. Drogas, surtos e tentativa de morrer

Os fatos que acontecem na infância marcam a vida de uma pessoa e se refletem em suas escolhas ao longo da vida. Jefferson Fabiano Jesus dos Santos, (foto abaixo) de 30 anos, perdeu o pai muito cedo e cresceu vendo seu padrasto agredir sua mãe. “Com oito anos, quis matar o meu padrasto com uma faca”, relembra.

Aos 14 anos, ele conheceu as drogas e a criminalidade. “Além de usuário, comecei a traficar. Passei a fazer pequenos furtos e roubos em mercados, nos vizinhos e até dentro de casa. E foi assim até chegar ao meu fundo de poço: quando comecei a usar cocaína. Eu cheirava quase 20 pinos por noite.”

Aos poucos, o vício foi destruindo o restante da vida de Jefferson. “Ele tirou minha dignidade, meu respeito e minha família. Até que tive um surto psicótico, fui internado diversas vezes e tomei vários remédios. Um médico falou para a minha mãe que eu viveria daquela forma até morrer. E foram essas palavras que me incentivaram a tentar tirar a minha vida dentro de uma clínica psiquiátrica, ao me enforcar com um lençol.” Ele lembra que, na ocasião, foi socorrido por outros internos que o amarraram em uma cama.

Essa vida de vícios, problemas psiquiátricos e desejo de suicídio o acompanhou até os 24 anos. “Foi aí que eu me lembrei do trabalho da Universal, por meio de um colega que usava drogas junto comigo.” Ele recorda que, em um domingo, decidiu ir à Igreja e que aquela não era a primeira vez que ia, pois, quando era mais jovem, ele já tinha frequentado a Universal. “Eu pegava os propósitos e não os cumpria e minha vida era sempre um inferno. Mas, dessa vez, me lembrei que quando eu obedecia a Deus eu obtinha resultados.”

Assim, Jefferson decidiu fazer diferente e começou um propósito com Deus pela sua cura. Não demorou muito para o jovem viciado dar lugar ao homem nascido de Deus. A mudança aconteceu de dentro para fora. Ele obedeceu ao que vinha do Altar, abandonou o que lhe fazia mal e se empenhou em receber o Espírito de Deus. “Fui curado do vício e, depois de liberto, recebi o Espírito Santo e Ele passou a representar a vida para mim. Foi Ele que devolveu minha autoestima, minha saúde e minha vontade de viver.” Jefferson comemora os resultados: “hoje tenho a minha empresa no ramo de construção civil, com meus funcionários, e onde passo as pessoas elogiam meu trabalho. Recebi vida e, principalmente, paz”.

E se Jefferson não tivesse escolhido o caminho da Fé, o que teria sido dele? Ele admite: “aquele rapaz que me convidou para uma reunião não permaneceu com Deus e hoje está preso. Se eu não tivesse conhecido o Senhor Jesus, eu poderia estar preso também ou ter morrido de overdose ou de suicídio”, finaliza.

Um amor doentio
Uma pessoa fica vulnerável ao que acontece em seu exterior se a sua vida amorosa não está equilibrada e dentro dos padrões estabelecidos por Deus. Camila Varjão de Sousa Ferreira, (foto abaixo) de 41 anos, passou por isso. Ela viveu um relacionamento abusivo e era refém de seus sentimentos. “Eu tive um relacionamento por três anos com uma pessoa e cheguei a morar com ela. Apesar de ser evangélica e de ter frequentado a Igreja, eu não praticava a Palavra de Deus e tinha uma fé ‘burra’. Aquele rapaz era o meu tudo, o meu deus.” Ela conta que tentou tirar a própria vida por causa dele. “Durante uma briga, eu surtei e tomei vários remédios, mas tive apenas uma reação fraca.”

O episódio da tentativa de suicídio se repetiu quando o relacionamento terminou: “Quinze dias antes do nosso casamento ele falou que não ia querer se casar mais. Eu entrei em desespero”, relata. Ao ver seu sonho desmoronar, Camila voltou a pensar na morte: “peguei mais uma vez uma cartela de medicamentos, bebi tudo e fui dormir. Mas passou um tempo e eu acordei. E junto com a frustração por não ter morrido vinham as lembranças do período em que eu era ativa na Igreja”, comenta.

Camila queria voltar a prática da fé e se entregar a Deus, mas seus conflitos interiores a impediam. “Ainda tinha sentimentos pelo rapaz e entrei em depressão. Tomei remédios controlados e não tinha vontade de nada, não comia, ficava dias sem tomar banho e só queria ficar deitada e dormir. Até que um dia a minha mãe me perguntou até quando eu iria viver daquela forma, pois eu já conhecia a Palavra Deus.”

Ela conta que, naquele dia, ela despertou para a fé e decidiu que não tomaria mais os remédios, já que não surtiam efeito sobre o seu estado. Ela voltou a participar das reuniões na Universal e decidiu firmar um compromisso com Deus. “Eu falei que a partir daquela data não teria mais aquele problema e me entreguei a Deus de fato e de verdade. Eu me libertei daquele sentimento doentio e busquei o Espírito Santo com todas as minhas forças.”

O processo de mudança demorou cerca de sete meses, mas, com perseverança, Camila alcançou o Bem mais precioso: o Espírito do Próprio Deus. “Hoje meus pensamentos são de vida e não tenho mais depressão, tristeza ou desânimo. A mudança veio de Deus, porque a depressão mexe com a alma e os remédios não conseguiam me deixar bem. Só a Presença dEle foi capaz de mudar meu interior.”

E, assim, a mudança interior de Camila refletiu na transformação completa. “Sou casada com um homem de Deus e juntos servimos a Ele ajudando outras pessoas que estão passando pelo mesmo problema que passei”, encerra.

O caminho para a mudança
Na situação atual do mundo é impossível não ser bombardeado por notícias ruins e maus pensamentos. Mas você tem a opção de mantê-los em sua mente ou não. E, para vencê-los, é preciso contar com uma força maior que só o Espírito Santo pode proporcionar. “Ele é a cura e a blindagem contra este mal, pois é impossível alguém que tem o Espírito Santo ficar depressivo e ter desejos de morrer. Claro que terá lutas, mas terá condições de vencê-las”, afirmou o Bispo Renato Cardoso, responsável pelo trabalho da Universal no Brasil, em uma recente reunião.

Para auxiliar você a encontrar a verdadeira saída, participe às sextas-feiras, na Universal, de uma reunião que ajudará você a arrancar pela raiz todo o mal que causa seu sofrimento. Uma vez ele sendo arrancado é necessário que seu ser seja preenchido por Deus. Para isso, participe também, aos domingos, da Concentração de Fé e Milagres, e às quartas-feiras, da Escola da Fé Inteligente. Tenha certeza que, assim, você terá o desejo de viver cada dia mais.


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  • Cinthia Cardoso / Fotos: Getty images, Demetrio Koch, Guilherme Branco, Mídia FJU e Cedida 


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