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Notícias | 31 de Julho de 2022 - 00:05


Da ferida à cicatriz: curando o passado

Milhares de pessoas em todo o Brasil aprenderam a reconhecer as feridas de suas almas e tratá-las por meio da Fé

Da ferida à cicatriz: curando o passado

Todos nós estamos sujeitos a nos machucarmos e, mesmo que isso seja doloroso, é necessário cuidar bem do ferimento para que não infeccione e se alastre para outras áreas. Contudo não são apenas as feridas físicas que precisam de cuidados: as emocionais e espirituais também precisam de atenção porque são ainda mais difíceis de serem reconhecidas e tratadas.

Sabendo disso, a Universal promoveu o evento Da Ferida à Cicatriz: Curando o Passado, na tarde do dia 24 de julho, em todo o Brasil. Horas antes, bispos, pastores e obreiros voluntários estiveram à disposição para prestar atendimentos individuais. Eles ouviram a história de cada pessoa e orientaram como elas deveriam cuidar de suas feridas até que cicatrizem.

No Templo de Salomão, em São Paulo, o evento foi dirigido pelo Bispo Renato Cardoso, que exemplificou o que são as dolorosas feridas da alma. “Você planejou uma coisa e veio a ser outra: não era para a criança ser abusada, mas ela foi; não era para o filho cometer suicídio, mas ele cometeu; não era para a pessoa ser traída pelo marido ou abandonada pelos pais, mas ela foi. O plano e o desejo eram outros, mas aconteceu o que era injusto e mau”.

Abandono, abuso, humilhação, injustiça, palavras duras, rejeição, traição e tantas outras situações causam feridas invisíveis que penetram na alma e geram outras, como ansiedade, desejo de suicídio, depressão, mágoa, ódio e vontade de se vingar. Esses ferimentos são cutucados todos os dias por lembranças e maus pensamentos, o que impede a cicatrização. “Muitos não reconhecem ou não sabem que têm uma ferida na alma ou, se sabem, acham que é normal e aceitam suas feridas como se fossem algo incurável ou que, simplesmente, precisam aprender a conviver com elas”, disse o Bispo.

A operadora de negociação Kauany Venâncio, (foto abaixo) de 18 anos, sabe bem como é conviver com feridas na alma e esteve no evento como forma de manutenção. Na infância, seu pai foi assassinado e ela se revoltou: “eu queria saber quem tinha feito aquilo e me vingar”. Além da perda, ela conta que passou a lidar com rejeição, carência, depressão, mágoa, ansiedade e crises de pânico.
Seu fundo do poço foi quando tentou o suicídio e foi nesse momento que ela recorreu a Deus para lidar com suas feridas. Desejando se livrar de toda dor, Kauany lembra que seguiu todas as orientações, perdoou, pediu perdão e obedeceu à Voz de Deus e, assim, teve seu interior e sua vida completamente transformados. “Hoje estou completamente curada e carrego as cicatrizes como um troféu. Se eu tivesse a oportunidade de conhecer as pessoas que mataram meu pai, eu levaria a Palavra de Vida a elas”, esclarece.

 

O bálsamo para as feridas

Durante a pregação, o Bispo destacou a passagem de Jeremias 29.11-13 e explicou que, assim como um pai deseja o melhor para seu filho, Deus deseja o melhor para o ser humano, mas temos “facilidade de absorver os maus pensamentos” e o que Ele pensa acaba sendo ignorado. É necessário recordar que Deus conhece nosso interior e que focar em Seus pensamentos de paz já ajuda a curar várias feridas que foram causadas por críticas, ofensas e opiniões ruins.

Apesar de não ser um processo indolor, o passo a passo para a cura é simples, pessoal e intransferível. O Bispo citou que, além de dar ouvidos e obedecer à Voz de Deus, é necessário reconhecer que há uma ferida, entender que Deus é a cura e o Único que pode curar e, por fim, buscar esse tratamento.

Mesmo tratando as antigas e atuais feridas até que cicatrizem, sempre haverá alguma situação em que novas aparecerão: “é normal passar por situações que machucam. O que não é normal é a ferida ficar exposta e nunca se curar, se alastrando para o resto de sua vida”.

Cinco semanas
Para finalizar o evento, foi proposto um desafio a todos que, no dia 24, deram início ao processo de cicatrização: ir à Universal durante cinco domingos. “Deus vai ver a sua Fé, sua atitude e vai mudar a sua história. Você não vai apenas ser curado de suas feridas, sua vida também vai mudar porque não tem como sua vida permanecer a mesma se você obedecer à Palavra de Deus”, explicou o Bispo aos que aceitaram o desafio.

*Colaborou: Flavia Francellino


Da ferida à cicatriz: curando o passado
  • Laís Klaiber / Fotos: Demetrio Koch 


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