Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 24 de junho de 2018 - 03:05


Cuidar para acolher

Universal Socioeducativo (USE) faz trabalho com os familiares de jovens internos para ajudá-los no retorno ao convívio social

Há 25 anos, a Universal atua nas unidades para menores em conflito com a lei. Nesse tempo, o trabalho expandiu-se para todo o Brasil e outros países. Atualmente, as atividades do grupo Universal Socioeducativo (USE) são realizadas em 360 unidades socioeducativas das 476 existentes em todo o País.

Além da preocupação em levar auxílio emocional, psicológico, material e espiritual aos menores, os 3 mil voluntários do grupo também têm alcançado os familiares desses jovens.

Há pouco mais de seis meses, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o grupo faz uma ação com familiares, visitando as residências, levando a Palavra e a consciência de que o adolescente precisa de uma família estruturada espiritualmente para ajudá-lo no retorno ao convívio social. “A falta de estrutura familiar tem levado muitos jovens a optar pela criminalidade. Sabemos que esses adolescentes, uma vez em liberdade, se não encontrarem o apoio na família, voltarão para o crime. Por isso, temos realizado esse trabalho”, relata o Pastor Marco Aurélio Domingues, responsável pelo USE na cidade.

Vidas transformadas

Cerca de 300 famílias são atendidas por meio desse trabalho, como a do estudante Ariel de Holanda Ribeiro, de 18 anos, que ficou dois anos recluso. Hoje, ele reconhece a importância do grupo. “Não tinha mais vontade de viver, fiz pactos com entidades pensando que isso resolveria meus problemas, mas eles só aumentavam. Enquanto isso, minha mãe era acompanhada pelos voluntários que oravam por mim durante as visitas em casa. O trabalho do grupo também acontecia dentro da unidade onde eu estava e, participando das reuniões, percebi que esses pensamentos não me levariam a nada. Foi quando tomei uma atitude de fé e determinei que tudo seria novo. Depois de 17 dias que eu havia me entregado a Jesus, recebi minha liberdade e fui recebido por minha família, que deu total apoio na minha recuperação”, conta.

Como se dá o trabalho

O trabalho começa na portaria das unidades de internação, nos dias de visita. Uma equipe se reúne, realiza orações com os familiares e, durante o atendimento, se coloca à disposição para visitar o lar delas. A partir de então, passa a acompanhar essas famílias.


  • Por Michele Roza / Foto: Cedida 


reportar erro