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Crer ou acreditar?
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Notícias | 12 de janeiro de 2020 - 00:05


Crer ou acreditar?

Crer ou acreditar?

Assim como nem tudo o que reflete a luz é ouro, nem todos que dizem crer em Jesus realmente creem.

Muita gente boa tem confundido o crer com o acreditar. Daí a razão de tantas frustrações da fé.

Se o crer estivesse limitado simplesmente no acreditar, o Nome do Senhor Jesus não seria tão envergonhado pelos “irmaus”.

O crer não tem a ver com o acreditar.

Quando alguém acredita, namora, fica ou se junta numa suposta “união estável”. Desencargo de consciência, satisfação à sociedade e à “fé”, nada disso muda seu estado civil.

Do ponto de vista espiritual, isso prova uma fé misturada com paixão ou sentimentos fúteis e inúteis.

Quando se acredita no Senhor Jesus, o relacionamento se desenvolve na base de sentimentos de paixão. Dispensa renúncias pessoais, obediência ou a honra à palavra empenhada.

Ao contrário disso, quando se crê em alguém, de forma bíblica, assume-se o compromisso de entrega incondicional. É o casamento pelo resto da vida instituído pelo Todo-Poderoso.

O verbo “crer”, no original grego, trata desse tipo de compromisso. Envolve sacrifício diário até a morte por parte dos que creem.

Esse é o tipo de crença que garante a vida eterna.

Por isso, quem crê no Filho de Deus tem a vida eterna… (João 3.36).

Quem não crê já está condenado ao Lago de Fogo e Enxofre, onde haverá choro e ranger de dentes.


Crer ou acreditar?
  • Bispo Edir Macedo / Foto: Getty Images 


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