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Notícias | 22 de março de 2020 - 00:05


“Consumi maconha enrolada em uma página da Bíblia”

Ketlyn de Oliveira sofreu por muito tempo com os vícios, mas encontrou uma saída

A empreendedora e estudante da bolsa de valores Ketlyn Karine de Oliveira Gotchalk, de 20 anos, é, hoje, motivo de orgulho para seus familiares, mas nem sempre foi assim. Ela conta que seus problemas tiveram origem na infância. “Meu pai bebia bastante e não tínhamos boa condição financeira. Por essas razões, meus pais brigavam muito. Minha infância foi conturbada e nessa fase passei a ter pensamentos de inferioridade. Também brigava muito no colégio e era agressiva”, descreve.

Ainda criança, Ketlyn começou a frequentar a Universal com sua mãe, a agente de apoio escolar Silvani dos Santos, de 44 anos. Naquele período, ela viu mudanças em seu lar, como o fim das brigas e do alcoolismo de seu pai. Ela também se lembra de quando frequentava a Escola Bíblica Infantil (EBI): “nessa época, me tornei uma criança calma, feliz e usava minha Fé nos propósitos da escolinha. Porém, durante a adolescência, minha mãe se afastou da Igreja e os problemas começaram novamente.”

Rebeldia e drogas
Ketlyn conta que, aos 14 anos, queria apenas curtir a vida. Não ouvia os conselhos dos pais e frequentava baladas. Foi nelas que conheceu as drogas. “Fui me envolvendo com companhias que me apresentaram a maconha e me viciei. Usava todos os dias e várias vezes. Buscando novas sensações em raves, onde o uso de drogas é comum, conheci também o LSD e o ecstasy. Então, passei a usar essas substâncias frequentemente”, relata.

Ela afirma que a sensação que tinha com o consumo de drogas camuflava a angústia que sentia internamente. No entanto, bastava que o efeito delas passasse para que a tristeza voltasse. Certa vez, em uma festa, Ketlyn misturou diferentes substâncias e teve uma overdose.

“Quase convulsionei, vomitava muito, desmaiei algumas vezes, meu coração ficou acelerado e meu corpo ficou mole. Parecia que eu ia morrer, mas a pior dor era na alma”, recorda.

Tentando preencher o vazio que sentia, Ketlyn recorreu a vários relacionamentos amorosos. Contudo eles só lhe trouxeram problemas e decepções, como quando se envolveu com um traficante: “me afundei na cocaína. Virava noites cheirando, andava com amizades erradas e me envolvia em muitas confusões. Eu estava tão distante de Deus que consumi maconha enrolada em uma página da Bíblia.”

Ela conta como chegou ao fundo do poço: “um dia eu estava com pessoas armadas e começou uma briga. Me joguei de um carro em movimento com medo de levar um tiro e quebrei uma costela. Então, pensei no que estava fazendo com a minha vida”, declara.

Depois desse episódio, Ketlyn passou a ter crises de pânico e ansiedade. Então, ela decidiu procurar a solução onde já sabia que iria encontrá-la.

Nova história
Em fevereiro de 2018, Ketlyn participou de uma vigília da Força Jovem Universal (FJU). Lá, agarrou a oportunidade de recomeçar sua vida. “Eu lembrava da Fé que vivi na infância. Não foi fácil, mas decidi abandonar as drogas, os relacionamentos e as amizades erradas.

Me batizei nas águas e me libertei de tudo. Hoje não tenho mais vícios nem crises nervosas. Deus preencheu meu vazio e me deu uma nova vida”, diz.

Ketlyn declara que tem um ótimo relacionamento com seus pais e familiares, se casou e é feliz com seu marido. Na FJU, eles ajudam outros jovens que passam por problemas semelhantes aos dela. “Muitos passam pelas mesmas coisas que vivi. Conto minha história e digo que existe saída. Hoje sou feliz e tenho o prazer de ser útil para Deus”, finaliza.


  • Kelly Lopes / Fotos: Cedidas 


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