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Notícias | 29 de março de 2019 - 15:05


Comunidade carente de Angola tem dia de resgate social

Bairro de Luanda não possui saneamento básico nem luz elétrica. Casas são feitas de chapas de zinco

No dia 01 de março, a comunidade do Mayeye, localizada na cidade de Luanda – Angola, recebeu a visita do programa social Escola de Mães. A iniciativa doou cestas básicas, produtos de higiene pessoal e serviços de Saúde e Beleza. Cerca de 400 moradores foram beneficiados.

Voluntários ofereceram serviços de manicure, maquiagem e penteados para as angolanas. “Por questões financeiras, eu nunca fui a um salão de beleza. Hoje, eu tive a oportunidade de ser maquiada por uma profissional. Estou muito feliz! ”, disse Sofia Sebastião, moradora de Mayeye.

As crianças que compareceram no evento, receberam das voluntárias kits de pintura e serviram um lanche para todas elas.

A líder comunitária Adelaide Daniel conta que a localidade é muito carente e que os moradores precisam de apoio em quase tudo. “São pessoas que vivem em situação precária, sem saneamento básico, sem luz elétrica e moram em barracos de chapas de zinco. Ações como essas são muito bem-vindas”, explicou Adelaide.

Surto de HIV

No evento, os moradores foram orientados pelas voluntárias da área da Saúde como se prevenir do vírus da AIDS, e falaram sobre a importância de não discriminar pessoas e nem familiares com doenças como tuberculose e HIV.

Segundo a Rede Angolana das Organizações de Serviços de AIDS, Angola registrou 28 mil novas contaminações com HIV e 13 mil mortes de pessoas infectadas, apenas no ano passado.

Saiba mais sobre o programa social

 A Escola de Mães valoriza e presta assistência à todas os pais que desejam vencer os desafios de criar filhos na atualidade.

As atividades englobam palestras e orientações individuais, nas quais os pais recebem o suporte para educar e manter uma relação cotidiana saudável com os seus filhos, sempre com base nos valores da família.

O grupo também realiza ações sociais nas comunidades, hospitais e em presídios femininos.

No ano passado, mais de 263 mil pessoas foram beneficiadas pelo grupo.


  • Unicom 


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