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Notícias | 3 de julho de 2016 - 03:05


Como criar um orçamento familiar

Desentendimentos e estresse causados por assuntos de dinheiro podem trazer muitos conflitos para o relacionamento. Por isso, criar um orçamento familiar mensal é uma ferramenta muito útil. Ela ajuda não apenas a controlar o seu histórico de despesas, mas também a analisar como você usa o seu dinheiro e a identificar áreas com despesas excessivas, nas quais é possível poupar.

O orçamento mensal é uma ótima forma de organizar as finanças do casal porque coloca diante dele, de forma simples e rápida, a informação básica sobre todos os movimentos do seu dinheiro. Ali está resumida toda a nossa vida financeira num pequeno mapa em que as orientações surgem da conjugação dos números. Mas por onde começar? É muito simples elaborar um orçamento familiar em apenas quatro passos:

1. As receitas: é todo o dinheiro que entra. Podem ser receitas fixas, como salário; ou variáveis, como comissões e vendas. Se não há como saber o valor exato até recebê-lo, você pode trabalhar com uma estimativa.

2. Despesas fixas: são aquelas que ocorrem regularmente e têm um valor relativamente constante, como, por exemplo, contas de água, luz, telefone, condomínio, alimentação, gás, prestações ou aluguel, etc.

3. Despesas variáveis: são aquelas que sempre acontecem, mas o valor não é constante, podendo em alguns meses ser de montante considerável e em outros de montante mínimo ou zero, como, por exemplo, lazer, viagens, consertos e reparos, etc.

4. Situação líquida: uma vez ingeridas as informações dos itens 1 ao 3, subtraímos todas as despesas das receitas. Se o saldo for positivo, isso mostra que existe margem para investimentos e poupanças. Se o saldo for negativo, temos um sinal de alerta que aponta a necessidade de fazer algo rapidamente para mudar este resultado. Se o valor for nulo, também é necessário identificar áreas de ajuste nas despesas ou considerar aumentar a receita.

O casal deve sentar com lápis e papel na mão, calculadora, extratos bancários, etc. e reunir toda a informação no orçamento familiar. Daí, deve atualizar os dados pelo menos uma vez por mês, de preferência perto do final do mês, com o objetivo de avaliar os seus gastos e ganhos e identificar o que melhorar para o mês seguinte. Lembre-se que “orçamentar” significa estimar. Portanto, a função principal dessa ferramenta é todos os meses estimar o mês seguinte para que depois sejam analisados desvios no que foi estimado.

É comum, na maioria dos casais, um parceiro ser melhor na criação e manutenção dessa ferramenta do que o outro. Portanto, se seu marido ou esposa não é do tipo que vai sentar e fazer isso com você, não se chateie. Apenas faça você e então apresente a informação a ele ou ela. O importante é que tenham os números diante de vocês para que sirvam de base para decisões e planos financeiros que afetam a família.

Fazer um orçamento familiar não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas é uma ótima forma de lembrar a principal regra de economia: gastar menos do que ganha.


  • Por Renato Cardoso  


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