Os três tipos de reprovados

Por Bispo Júlio Freitas / Foto: Fotolia

Vou explicar os três grupos de pessoas que apresentam três tipos de serviços que Deus não aceita. São eles:

1º- Pelo salário

É aquele que serve por um salário, obedece e faz o que tem que fazer porque é pago, ou seja, para ter o seu sustento e ter as suas necessidades atendidas

2º- Para ser aceito

É aquele que serve para que, em um grupo, venha ser aceito, ou incluído

3º- Para ser reconhecido

É aquele que serve com o objetivo de aparecer, ser reconhecido como bom e visto pelos demais

Estes três grupos são reprovados, porque são escravos! Devemos servir ao Sumo Sacerdote, o Senhor Jesus, como servos livres que somos. “Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus.” (1 Pedro 2.16).

O servo aprovado é aquele que serve sem intenção de receber algo em troca, ser aceito ou reconhecido pelos outros, pois Deus Se agrada daquele que serve sem buscar reconhecimento das pessoas. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” (2 Coríntios 9.7).

Não importa se as pessoas veem, reconhecem ou não, o que importa é que Deus vê. Também não importa onde temos que servir, mas devemos fazer tudo com toda a nossa força, na fé consciente naquEle que nos recompensará (galardão), pois Ele está vendo e voltando.

O verdadeiro sacerdote tem prazer de servir a Deus, independentemente do lugar ou das circunstâncias, a exemplo do que diz o apóstolo Paulo no texto: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Filipenses 4.13).

Quando a pessoa serve como verdadeiro sacerdote, está pronta para tudo ou para qualquer situação. E não é o exterior que influencia o nosso interior, pelo contrário, é o nosso interior que forma outros sacerdotes e influencia os que estão à nossa volta.

O Sumo Sacerdote fica na expectativa de que venhamos servi-lO e ajudá-Lo como sacerdotes e não como escravos.

O escravo está preso de alguma forma, acorrentado, vive a sensação constante de um castigo, esperando alívio na carga de trabalho e procurando uma forma de fugir.

É por este motivo que precisamos sempre rever qual a nossa condição, se estamos trabalhando como escravo ou como sacerdote, um filho que honra o pai com gratidão, respeito, temor e devoção. Cuidando de tudo como se fosse dele, porque, na verdade, tudo que é do Pai é do filho.

Responda para si mesmo, com toda sinceridade: quem você tem sido, escravo ou filho? Espero que, de alguma forma, este pequeno texto possa ter ajudado você a servir devidamente ao nosso Sumo Sacerdote, o nosso Senhor Jesus.

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