Os três servos da Parábola dos Talentos

Por Jeane Vidal* / Fotos: Sweet Publishing

Durante o programa Palavra Amiga, que é transmitido pela Rede Aleluia (99,3 FM), o Bispo Edir Macedo mencionou um fato importante que deve ser observado na Parábola dos Talentos, registrada na Bíblia (leia em Mateus 25.14-30).

A parábola é uma analogia ao Reino de Deus. Nela, é relatada a história de um senhor que precisou se ausentar por um longo tempo e, por isso, chamou os seus servos e distribuiu entre eles os seus bens, para que pudessem cuidar deles e multiplicá-los.

“Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens. E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.” (Mateus 25.14-18).

Na Parábola dos Talentos, podemos notar que o Senhor não entregou talentos aos Seus servos em vão. Ele tinha um propósito, um objetivo, uma visão, uma expectativa em relação a esses talentos. Você já pensou para que Deus lhe deu o talento que você tem? O que Ele tinha em mente quando lhe concedeu uma capacidade maior para determinada coisa? Ou qual é a Sua intenção ao nos habilitar para uma tarefa específica?

Os três eram servos, observa o Bispo Edir Macedo, e a todos, de forma justa, foram dados talentos, segundo a capacidade de cada um.

Contudo, o que recebeu apenas um talento, ao contrário dos demais, não o negociou e tampouco o multiplicou. Em vez disso, o enterrou em uma cova.

Assim como ele, muitos cristãos – supostamente servos de Deus – têm escondido e enterrado o talento que receberam de Deus e têm se esquivado da obrigação de multiplicá-lo com outras pessoas. “Esse talento é a Salvação, o Reino dos Céus”, destaca o Bispo.

Citando o seu próprio exemplo, ele questiona: “imagine se, há 51 anos, quando Jesus me deu um talento, eu pegasse e o guardasse para mim? Se eu o camuflasse? Além de enterrá-lo e escondê-lo, eu, simplesmente, omitiria o desejo do meu Senhor, a obrigação que o Senhor me havia dado.”

Do mesmo modo que aquele homem concedeu autoridade a seus servos para que cuidassem dos bens dele até que voltasse, os cristãos também recebem a autoridade de Deus sobre o talento que Ele dá a cada um deles.

É importante destacar que quem enterrou o talento não foi um incrédulo, tratava-se de um servo como os outros.

Aquele talento representava a Salvação dele. Quando ele o enterrou, estava enterrando a própria Salvação. “Pois quem é salvo quer salvar. Essa é uma característica da pessoa que é salva, pois o Espírito da Salvação está dentro dela.”

Quando a pessoa recebe o Espírito Santo, que é o Espírito da Salvação, e o mantém escondido dentro de si, sem compartilhar com as outras pessoas o que recebeu de Deus, então, também será considerado servo mau e negligente. A exemplo do que aconteceu com um dos servos da parábola, será condenado às trevas.

Quando Deus nos dá um talento, Ele já sabe, exatamente, o que devemos fazer com ele. Não é por acaso que Ele nos capacita e nos habilita para uma determinada tarefa ou função. Existe um propósito muito bem definido para cada um, mas o sucesso vai depender, exclusivamente, do que será feito com aquilo que Ele confiou nas mãos de cada cristão.

Deus lhe concedeu um talento para que você seja um cooperador dEle. Cada talento que você tem ou desenvolve é mais um canal para ganhar almas.

Isso quer dizer que, quanto mais talentos você tiver, mais almas você poderá ganhar.

Se quando damos algo para Deus Ele nos devolve de forma multiplicada, por que seria diferente quando recebemos dEle? Nada mais justo que também receba de volta de forma multiplicada.

(*) Texto baseado na mensagem do Bispo Edir Macedo

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