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Modelo quase fica cega por fazer cirurgia para mudar a cor dos olhos

Por Rafaella Rizzo / Foto: Reprodução Instagram

As cirurgias plásticas viraram moda de alguns anos para cá. A internet e as redes sociais estão cheias de pessoas que usam e abusam delas e não perdem tempo em divulgar todo tipo de procedimento estético. Exibem um corpo aparentemente perfeito, mas se esquecem dos riscos que sua saúde e sua vida correm.

Uma delas é a modelo argentina Nadinne Bruna, de 32 anos, que ganha a vida por meio de seu perfil no Instagram. Ela e a irmã gêmea mostram seus corpos moldados pelos procedimentos estéticos pelos quais passam em parceria com médicos e clínicas.

Mas uma de suas tentativas em busca de uma “melhoria” quase a deixou cega. Na intenção de mudar a cor dos olhos – de castanho para cinza - ela se submeteu a uma cirurgia para colocar implantes de silicone nos olhos. O resultado foi muita dor, uma inflamação crônica e perda de 80% da visão no olho direito e 50% no esquerdo. “Fiz uma cirurgia de glaucoma de emergência em ambos os olhos, o dano de visão é permanente. Eu ainda preciso de um transplante de córnea e tenho catarata também”, disse a modelo à rede de tevê americana Fox News.

A jovem compartilhou os efeitos da cirurgia em sua rede social e alertou sobre os riscos vividos, mas mesmo assim algumas pessoas ainda insistem em fazer o mesmo procedimento. “É uma loucura, porque mesmo que eu tenha sido sincera sobre essa cirurgia no Instagram, as pessoas ainda estão me perguntando onde podem fazer isso”, desabafou.

Infelizmente, Bruna não é a primeira, nem será a última pessoa a colocar sua saúde em risco em detrimento de uma aparência “perfeita”. Mas o que essa atitude tão perigosa revela sobre o interior de uma pessoa?

A escritora e apresentadora Cristiane Cardoso é firme quando o assunto é falar sobre esse tipo de situação. Ela acredita que a necessidade radical de mudar a aparência mostra falta de conteúdo e amor próprio. “Se para se sentir bem consigo mesma, a pessoa precisa se desmontar toda é porque não há conteúdo nesse frasquinho. Depois de todas as cirurgias e falsificações em nome da beleza, elas estão sentindo-se bem consigo mesmas?”, questiona.

Ela lembra que um belo exterior não pode mudar um interior vazio, triste e incompleto. Marilyn Monroe, por exemplo, foi uma das mulheres mais desejadas de sua época, mas sofria de depressão, era dependente de drogas e calmantes e tentou o suicídio algumas vezes. Toda a fama, beleza ou dinheiro não a fizeram feliz. “O exterior proporciona sentimentos passageiros, é por isso que não funciona só investir nele. Já o interior consegue proporcionar algo bem mais profundo e que é permanente”, afirma Cristiane.

Uma forma de investir em seu amor próprio e felicidade interior é dedicar tempo para o relacionamento com Deus. Ele ama e valoriza o ser humano, chega a nos chamar de sacerdócio real (Leia 1Pedro 2:9). “Conheça a Deus e, por meio da fé, você aprenderá a se valorizar. Foi o que eu fiz e funciona mesmo. Ele me valoriza tanto que fica difícil eu não me valorizar”, aconselha a escritora.

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