Homem que trai tem mais chances de morrer de infarto na hora do sexo

Por Andre Batista / Imagem: Thinkstock

A Bíblia é firme na orientação: “Não adulterarás” (Êxodo 20.14). Inclusive, repete esse conselho várias vezes, mostrando as consequências para quem tem esse tipo de atitude: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.” Gálatas 6.7,8

Estudos recentes demonstram que, uma vez mais, a Bíblia está correta em suas colocações. De acordo com a Universidade de Florença, na Itália, homens que cometem adultério têm mais chances de sofrer infartos letais.

Se um dos significados de “corrupção”, de acordo com o dicionário, é “degradação de valores morais”, e outro significado é “tornar-se podre ou estragado”, sem dúvidas o homem que adultera obtém os resultados previstos pelas Escrituras Sagradas.

Analisando diversas pesquisas, a Universidade de Florença chegou à conclusão de que 75% dos homens que morrem durante o ato sexual estão com suas amantes. Ao jornal britânico Daily Mail, a pesquisadora Alessandra Fisher explicou que esse é o resultado de diversos fatores, como estresse e culpa, por exemplo:

“Sexo extramatrimonial pode ser mais estressante e perigoso porque a amante geralmente é mais jovem do que a esposa, com quem provavelmente a relação ocorre com menos frequência. E é seguido por excesso de bebidas alcoólicas e excesso de alimentação.”

De acordo com Alessandra, são raros os casos em que homens morrem durante relações sexuais com a esposa. “É possível que um encontro sexual secreto em um lugar desconhecido signifique aumento da pressão sanguínea e frequência cardíaca, aumentando a necessidade de oxigênio”, conclui ela.

Resultado natural

Apesar de esse fator de risco para a infidelidade não ser tão conhecido, todos os outros são. E, ainda assim, o número de adúlteros é enorme. Somente no Brasil, por exemplo, mais de 50% dos homens já traíram, além de 30% das mulheres, de acordo com pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em 2016.

Para todas essas pessoas, o resultado não é positivo.

“A sua cabeça é quem manda no seu coração. Mas, se ela não mandar nele, ele vai mandar nela e levá-la a fazer um monte de besteira. Nesse monte estão incluídos muito choro do parceiro, seu e das crianças; muito prejuízo financeiro em um possível divórcio; muita vergonha dos seus familiares e conhecidos; anos jogados fora; mágoas inesquecíveis muito difíceis de perdoar (inclusive o desafio de se perdoar); e muitas outras consequências”, explica o escritor Renato Cardoso, autor do livro “Casamento Blindado”.

Ele alerta que é preciso raciocinar antes de agir, sem se deixar guiar por emoções momentâneas. Vale a pena arriscar tudo o que foi construído em família e a própria vida por alguns momentos de prazer, que certamente se transformarão em transtorno logo a seguir?

A orientação é afastar-se do adultério, mesmo que seja um simples pensamento, pois ele crescerá se for nutrido. Não olhe para outras mulheres com interesse nem dê espaço para conversas inapropriadas – o mesmo vale para as mulheres. Evite que emoções controlem a sua mente, afinal, elas são as piores conselheiras que alguém pode ter. Se você não as afastar cada vez que tomar uma decisão, correrá sempre o risco de, mais cedo ou mais tarde, se arrepender.

Você tem tido problemas com adultério? O seu cônjuge está lhe traindo ou você é quem está? Participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, na Universal, e aprenda o caminho certo para resolver esse problema.

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