Homem mais tatuado do Reino Unido pode perder o braço por causa de implante

Por Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução -

Qual o limite na hora de realizar modificações corporais por um gosto estético? Algumas pessoas chegam ao extremo de correr risco de saúde e de vida por isso. Um deles foi Matthew Whelan (ao lado), de 37 anos, considerado o homem mais tatuado do Reino Unido. Ele já possui mais de 300 tatuagens e 80% do seu corpo com alguma modificação corporal – inclusive, tatuou os olhos - e, para homenagear seus dias como lutador, decidiu aumentar esse número e colocou um implante de silicone no formato de um soco inglês em seu punho. Apesar de já estar acostumado às alterações, o corpo rejeitou o implante e, para salvar o braço, ele precisará realizar uma cirurgia. "Infelizmente, a pele abriu. É um objeto estranho, algo que o corpo não está acostumado a ter e começou a rejeitar. Tenho que remover imediatamente ou posso perder meu braço", contou ao Daily Mail.

Mas seu estilo de vida também trouxe outras dificuldades. Em 2015, ele afirmou ter problemas para encontrar trabalho por sua aparência incomum e começou a lutar para que pessoas com modificações corporais recebessem oportunidades iguais.

Riscos


Tudo que é extremo traz malefícios; muitas pessoas se deixam levar por uma moda, uma emoção passageira e não pensam nos riscos que aquilo pode trazer. No caso da modificação corporal, infecções e problemas de cicatrização são só alguns deles. O próprio Matthew admite que inseriu um corpo estranho e o seu organismo rejeitou. Ele também revela outro problema que a modificação corporal extrema trouxe à sua vida: a dificuldade de inserção no mercado de trabalho, o que trará problemas financeiros. Será que valeu a pena?

Qualquer procedimento estético, principalmente o que envolve um ato cirúrgico, exige cautela. Qual a motivação? Quais os riscos? Será que não é só para maquiar uma insegurança? Essas e outras perguntas devem ser feitas para que você identifique se há a necessidade de seguir em frente. Use a inteligência e não a emoção.

Lado espiritual

Não podemos deixar de considerar o peso espiritual que atitudes exageradas têm. O próprio Deus, em Sua Palavra, orienta que devemos ter equilíbrio em tudo e que os extremos são prejudiciais (Leia Eclesiastes 7:16,17). “O equilíbrio não é apenas uma lei da física, mas da vida. Uma vida saudável e feliz é composta do sucesso de várias partes: saúde física e mental, necessidades materiais supridas, bons relacionamentos e paz de espírito”, explica o bispo Renato Cardoso. “Isso quer dizer que você tem que atender igualmente a todas estas áreas que dão equilíbrio à sua vida. Se você focar muito em uma e não o bastante em outra, causará um desequilíbrio, e as coisas começaram a sair do lugar: problemas de saúde, relacionamentos conturbados, depressão, ansiedade, vícios, falta de dinheiro etc”, completa.

Enquanto a pessoa não souber dar atenção a todas as necessidades, viverá perdida e investindo em coisas que não trarão benefícios para sua vida. Mas qual a solução para mudar isso? O bispo Renato lista três passos:

  1. Identificar as áreas que estão descuidadas;
  2. Ver o que você deveria estar fazendo por elas, mas não está;
  3. Diminuir os excessos de uma área para aplicar-se mais nas outras que estão descuidadas, fazendo o que é preciso.

“Isso exigirá quebra de velhos hábitos e incluirá o desconforto da mudança. Mas se você não sacrificar para alcançar o equilíbrio agora, as consequências serão muito piores mais tarde”, conclui.

Para saber como se aproximar de Deus e conquistar uma vida equilibrada, assista às reuniões de domingo. Encontre aqui o endereço da Universal mais próxima.

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