Estamos vivendo o Fim dos Tempos?

Por Cinthia Meibach / Fotos: Reuters

As pessoas estavam ainda falando do furacão Harvey, que atingiu o sul do Texas e a Louisiana no final de agosto e deixou mais de 60 mortos e mais de 30 mil deslocados, quando, na última quarta-feira (6), o furacão Irma apareceu devastando o Caribe e se dirigindo para Flórida, nos Estados Unidos, com velocidade de quase 300 km/h .

E ele não está sozinho. Mal os moradores das ilhas caribenhas de St. Martin e St. Barth, que foram devastadas na passagem do Irma, se preparavam para calcular os estragos, neste sábado (9), chegou o furacão José, com intensidade nível 4, que interrompeu os trabalhos de resgate.

O furacão Irma já é o primeiro da história a manter por mais de 24 horas ventos de cerca de 297 km/h. É também o mais forte furacão no Atlântico em termos de ventos máximos sustentados desde o Wilma, de 2005, que passou por México, Haiti, Cuba e Flórida.O potencial destrutivo do Irma ultrapassa o do furacão Andrew, de 1992, que matou 65 pessoas, arrasou 65.000 casas e causou prejuízos de 26,5 bilhões de dólares (cerca de 82 bilhões de reais). Nos mapas comparativos, o Irma é um monstro duas vezes maior que o Andrew.

O furacão Katrina, que em 2005 causou bilhões em estragos e deixou aproximadamente 1,5 mil mortos nos EUA, não passou da categoria 3 quando chegou ao continente, já o Irma chegou à categoria 5, a mais alta da escala Saffir-Simpson, que mede os furacões pela intensidade dos ventos e seu potencial de destruição.

Estimativas de analistas de desastres afirmam que os custos do Irma na Flórida poderiam passar de 200 bilhões de dólares, pois a água e os ventos tendem a arrasar áreas com grande concentração de riqueza como Miami, Fort Lauderdale e West Palm Beach, onde está a mansão Mar-a-Lago do presidente Donald Trump.

Como se não bastasse tanta destruição, um terremoto de 8,2 graus de magnitude na costa do Pacífico mexicano, considerado como o maior em 100 anos, deixou mais de 50 mortos e 200 feridos nos Estados de Oaxaca, Tabasco e Chiapas, na noite da última quinta-feira (7), conforme informações das autoridades locais.E os números ainda devem mudar, pois há relatos de pessoas desaparecidas e as buscas estão sendo realizadas, segundo a imprensa mexicana.

Teriam esses fenômenos relação com a Palavra de Deus? Com o livro do Apocalipse?

Reunião do Estudo do Apocalipse

Para saber mais sobre o Fim dos Tempos, participe do Estudo do Apocalipse, que ocorre aos domingos, às 18h, no Templo de Salomão, localizado na capital paulista. Você poderá acompanhar também, ao vivo, pelo Univer.

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