Ela só queria que alguém a ajudasse

Por Michele Roza* / Fotos: Cedidas

Desde 2003, o dia 10 de setembro é lembrado como o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio pela Associação Internacional para a Prevenção ao Suicídio (Iasp, sigla em inglês), em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Conforme dados da OMS, estima-se que 800 mil pessoas morram desta forma anualmente, cerca de uma a cada 40 segundos. O Japão está entre os dez países com o maior índice de suicídios. Segundo a organização, nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos. Para isso, a pessoa deve buscar ajuda e receber atenção de quem está à sua volta.

Pensando nisso, a Universal no Japão realizou, no último dia 10 de setembro, uma caminhada, a “Stop Suicídio”, em prol da vida, que mobilizou centenas de pessoas em várias regiões do país.

O evento ocorreu, simultaneamente, em três grandes cidades: Hamamatsu, Nagoya e Tóquio. Os voluntários distribuíram panfletos e conversaram com os participantes sobre o assunto.

O bispo Jair Barbera, responsável pela Universal no Japão, esteve presente na cidade de Hamamatsu. “O pensamento de suicídio é alimentado por um mal. A própria pessoa não consegue vencer sozinha, por isso, a importância da oração, para que essas pessoas tenham a oportunidade de conhecer a Deus.”

O auxílio necessário

A operária Nozue Masumi, de 21 anos (foto acima), sofreu bullying durante toda a infância. Os traumas influenciaram sua vida, ela foi diagnosticada com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), se isolou totalmente do convívio social e atentou contra a própria vida.

A jovem chegou a viver 1 ano e meio isolada de tudo e a situação piorou após a separação dos pais. “Eu queria morrer e tentei o suicídio diversas vezes”, contou.

Ao retornar para casa, após uma internação, Masumi fez novos amigos pela internet e marcaram de sair. No dia que se encontraram, uma amiga sentiu-se mal na estação de trem e foi prontamente amparada por evangelistas do grupo Anjos da Madrugada. Foi assim que a jovem conheceu o trabalho da Universal.

“Eles oraram por nós e nos levaram até a Igreja. Comecei a participar das reuniões diariamente. Tomei atitudes mediante a fé e vi muitos milagres acontecerem. O vazio que havia no meu coração foi preenchido. Hoje, convivo normalmente com as pessoas ao meu redor e com a minha família. Eu sou outra pessoa e estou muito feliz”, relatou.

*Colaborou Universal Japão

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