eb3c52f78ce3362254213324871c7984 Ela aceitou o tratamento, mas não o diagnóstico - Universal.org

Ela aceitou o tratamento, mas não o diagnóstico

Por Maiara Máximo/ Fotos: Marcelo Alves e Arquivo Pessoal

A cuidadora de crianças Auzenita de Oliveira Silva, de 50 anos, sempre fez os exames de rotina, pois nunca deixou de se preocupar com sua saúde. Em outubro de 2012, ela fez uma mamografia e foi diagnosticada com um nódulo na mama direita. O médico pediu uma biópsia e foi diagnosticado um tumor maligno.

Auzenita, que tinha 45 anos à época, ficou em choque. “Eu não esperava que isso acontecesse, nunca tinha percebido nada de diferente. Mesmo assim, eu sabia que não poderia desanimar. Era o momento de exercitar a minha fé”, explica ela, que frequentava a Universal havia 14 anos.


Com base no diagnóstico, o médico lhe deu duas opções: retirar a mama ou realizar sessões de quimioterapia e observar a reação do nódulo. Caso a quimioterapia não fosse eficiente na destruição do tumor, a mama deveria ser retirada.

Tratamento

Auzenita escolheu fazer a quimioterapia e, ao mesmo tempo, usar a fé. “Eu escolhi passar pela quimioterapia, pois não aceitava perder meu seio. Eu sabia que Deus estava permitindo aquela situação para que eu despertasse. Eu sabia que a cura iria chegar”, recorda.

Ao todo, ela passou por 16 sessões de quimioterapia. Enquanto realizava o tratamento, usava a gota do milagre. Auzenita relembra como o procedimento foi doloroso. “O meu cabelo já caiu na primeira sessão de quimioterapia. Meu marido e meu filho só choravam. Eu emagreci, não sentia mais o gosto dos alimentos, mas comia mesmo sem ter fome para não ficar debilitada. Foi a forma que eu encontrei de não reagir de maneira negativa ao tratamento.”


Auzenita conta que obedecia a tudo o que o médico falava. Da mesma forma, também obedecia ao que o pastor pregava no Altar. Ela ia para a Igreja de peruca e não aceitava que as pessoas a vissem sem cabelo, pois, para ela, era como se nunca tivesse ficado doente.

Depois de dois meses de quimioterapia, Auzenita retornou ao consultório para verificar a necessidade de cirurgia. “Meu corpo reagiu bem à quimioterapia. Eu sabia que tinha sido curada.”


Cura

A resposta que ela tanto esperava chegou. O médico informou que não seria preciso retirar a mama, pois o tratamento tinha dado certo. Auzenita, porém, realizou um procedimento para esvaziar as axilas e retirar todas as glândulas. Isso foi feito para evitar um comprometimento da mama no futuro.

Auzenita já está curada há seis anos. Ela ainda realiza exames de rotina, mas todos eles confirmam que sua saúde está perfeita. A doença não reapareceu e Auzenita é grata a Deus por tudo o que lhe aconteceu. Ela afirma que a fé não a fez desistir. “Minha cura se deve à minha obediência e disciplina. Eu aceitei o tratamento, mas não o diagnóstico”, afirma. Até hoje ela frequenta as reuniões de cura na Universal.

Às terças

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos .

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