Como funciona a mente de um viciado

Por Michele Roza / Foto: Reprodução

Quantas histórias temos conhecimento de jovens, na maioria das vezes ainda crianças e adolescentes em idade escolar, que se deixam levar por más companhias à ilusão do uso de bebidas alcoólicas e outras drogas como forma de diversão ou solução para os problemas.

Foi assim que aconteceu com o menino Claudio, nascido no interior de Minas Gerais. Ele começou a trabalhar cedo, por volta dos 12 anos de idade, com o objetivo de ajudar à família. O primeiro emprego foi no bar de um de seus irmãos. Não demorou muito tempo até que ele começasse a beber e fumar cigarros. Já não queria saber mais de estudar.

Segundo pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a grande maioria dos jovens brasileiros (80%) já consumiu bebida alcoólica alguma vez na vida. Outro estudo, realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) apontou que 22% dos jovens correm o risco de ficarem dependentes de álcool.

Perdendo o controle com as drogas

O jovem Claudio, agora, viciado em bebidas alcoólicas, queria apenas ganhar dinheiro para sair com os amigos mais velhos do que ele. A curiosidade por outras drogas também não tardou e aos poucos foi perdendo o controle nas noitadas com os amigos de curtição. Experimentou maconha, crack e cocaína.

A família passou a sofrer junto, pois o garoto ficava dias sem aparecer em casa. Correu risco de vida ao ter convulsões. Envolveu-se com traficantes e chegou a ser ameaçado de morte por dívida.

O Brasil é um dos maiores mercados de drogas do mundo. Mais de 2 milhões de brasileiros já experimentaram crack e cocaína, sendo que cerca de 440 mil desse total são adolescentes, de acordo com estudo da Senad.

Uma história de superação

A trajetória do jovem Claudio passou a ser cada vez mais difícil, ele ficou desempregado e a falta de dinheiro, a humilhação que sentia por isso e por ter abandonado os estudos o fez cair em depressão. Ele chegou ao fundo do poço, tentando tirar a própria vida.

Você quer saber como essa história acabou? Assista ao vídeo abaixo:


A história do jovem garoto não teve um fim, mas um recomeço. Claudio e sua família recorreram a fé e uma atitude foi tomada: ele entendeu que o vício é um espírito que age na mente do dependente e decidiu ficar livre do causador desse mal em sua vida. O garoto cresceu e, hoje, é o bispo Claudio Lana, especialista responsável pelo Tratamento da Cura dos Vícios na Universal.

O Tratamento

O Tratamento para a Cura dos Vícios, por meio da fé, vem mostrando resultado na vida daqueles que acreditam e querem se libertar desse mal. Se você não aceita mais o sofrimento de um familiar ou amigo, ou ainda deseja se libertar dos vícios, as palestras acontecem todos os domingos. Procure uma Universal mais próxima de você.

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