Cientistas tentam desenvolver vacina contra o crack

Por Andre Batista / Imagem: Demetrio Koch

Imagine uma vacina que possa combater o vício em crack e cocaína. Um remédio que impeça dependentes químicos de sentirem vontade de consumir, uma vez mais, essas substâncias que tantos males causam ao próprio usuário e a todos que estão ao seu redor.

É o que estão tentando fazer cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A vacina estimularia a produção de anticorpos que lutam contra as drogas. Porém, o desenvolvimento ainda está numa fase de testes em animais. Do ponto em que se encontra à liberação para uso da população existe um processo que pode levar muitos anos, na melhor das hipóteses, e mesmo ser cancelado por resultados ruins ou falta de verba, na pior delas.

Ou seja: até agora, os estudos apontam avanços, mas não é possível prever um momento em que os dependentes químicos terão acesso à vacina. Mas já existe uma solução para lutar contra os vícios.

Vício já tem cura

“Pelos testemunhos das pessoas, nós verificamos que o crack é irreversível, não tem cura, não tem libertação, não há forma de a pessoa ser liberta. A não ser pelo poder de Deus.” Quem afirma é o bispo Edir Macedo, líder da Universal, responsável por um dos programas de auxílio a dependentes químicos de maior sucesso no mundo, o Tratamento da Cura dos Vícios.

De acordo com o bispo, somente um milagre realizado por Deus pode livrar uma pessoa desse mal. “E isso está confirmado. É confirmado pela própria ciência, pelos próprios médicos. Não há clínica de recuperação que recupere um só viciado. Por quê? Porque o vício é um espírito. E esse espírito toma conta, ele ocupa o centro do sistema nervoso das pessoas e ali ele controla toda a vida da pessoa.”

Tentou se matar 10 vezes

Sandra conhece muito bem esse processo de posse que o espírito do vício desencadeia. Aos 20 anos, passou a consumir cocaína e, em pouco tempo, tornou-se uma pessoa completamente diferente. Abandonou a própria família para perambular de casa de amigo em casa de amigo, e, pouco tempo depois, passou a praticamente viver entre os viciados.

“Eu tinha a minha família, apartamento, tudo do bom. Mas eu preferia ficar lá na favela usando, porque eu me sentia aparentemente bem”, conta ela.

O prazer momentâneo era logo substituído pela ânsia de usar drogas novamente. Nessa fúria do vício, Sandra perdeu dinheiro, bens, o respeito da família e até mesmo os seus dois filhos, que tiveram que se mudar para a casa de uma tia. Tudo ia tão mal que ela tentou se matar 10 vezes.

Sandra também tentou se internar para vencer o mal por abstinência. Mas das cinco clínicas pelas quais passou, nenhuma fez efeito. A diferença aconteceu apenas no Tratamento para a Cura dos Vícios, na Universal. Hoje ela está liberta, trabalha e tem a família restituída.

“Minha vida é outra. Eu sou respeitada pelas pessoas, até pela minha família. Porque antes eu era a ‘Sandra drogada’. Hoje não.”

“Quando a pessoa tem uma atitude de fé, define a sua vida, ela determina: 'Eu quero isso e vou persegui-lo.' Quer dizer, ela coloca toda a sua vida, ela mergulha nas águas do Espírito Santo, que é a fé. Então, acontece o milagre, porque é o Espírito que dá vida, o Espírito de Deus que dá a vida”, explica o bispo Macedo.

Assista no vídeo abaixo ao testemunho completo de Sandra:

Clique aqui e assista à opinião do bispo Edir Macedo sobre a cura dos vícios.

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