Bispo Formigoni concede entrevista ao “Pânico no Rádio”, da Jovem Pan

Por Rafaella Rizzo / Foto: Reprodução Facebook

Na tarde do dia 5 de dezembro, o bispo Rogério Formigoni participou do programa humorístico de rádio “Pânico no Rádio”, da Jovem Pan. Durante conversa com os integrantes, o bispo apresentou o “Tratamento para a Cura dos Vícios”, trabalho que iniciou em 2014 e já atua em mais de 40 países, com o objetivo de mostrar a solução para os que vivem escravos de qualquer tipo de dependência. “A Organização Mundial da Saúde diz que o vício é uma doença incurável, progressiva e fatal. Quando você vem com a tese de que ele tem cura, tem que mostrar fatos e nós corremos o mundo levando esse trabalho, mostrando pessoas que já passaram por internações, que gastaram rios de dinheiro com drogas e clínicas – sem sucesso -, e que foram curadas”, disse.

A história de vida do entrevistado impressionou os humoristas e o bispo aproveitou para quebrar o mito que diz que o viciado é sempre fruto de uma família desestruturada. “Tenho pai e mãe que sempre me orientaram sobre o que não fazer, mas entre os amigos a droga é sempre apresentada como uma coisa boa. Eu só queria experimentar e comecei com a cola de sapateiro, depois fui para os inalantes, maconha e uma foi puxando a outra. Já fui viciado em crack, cocaína, LSD, ecstasy, haxixe, chá de cogumelo, cigarro, traficava para manter o vício, eu vivi o inferno”, contou.

Ele também explicou que a origem do problema do vício é espiritual e enfatizou como o mal age na mente do viciado. “Uma pessoa viciada em jogos não cheira e não fuma nada, mas tem os mesmos sintomas de um viciado em drogas. Tem os mesmos pensamentos de ‘é só hoje, depois você para’, mas nunca consegue parar, pois um espírito domina a sua mente. Enquanto a pessoa não for liberta dos espíritos malignos, o desejo pela droga continuará.”

O comediante Filipe Pontes - que é membro da Universal - faz parte do grupo “Pânico” e também contou como encontrou na fé a libertação das drogas. “Comecei com maconha, usei cigarro, cocaína e você é completamente dominado pelo desejo da droga. Quando acabava meu cigarro de madrugada eu saía louco atrás de um posto para comprar mais, é um inferno. Eu demorei para entender quem era meu verdadeiro inimigo e, quando vi que era algo espiritual, eu fui livre”, afirmou.

Mesmo com os momentos de descontração, o bispo Formigoni conseguiu explicar como é possível vencer, definitivamente, qualquer adição. “A pessoa busca preencher o vazio e recorre a uma substância, que passa a dominá-la, ser o seu senhor. Mas se ela permanece no tratamento, aquele vazio - que era ocupado por um espírito - é preenchido pelo poder de Deus”, disse.

Confira a entrevista completa no vídeo abaixo:


Se você, ou algum familiar, ou amigo, está sofrendo com qualquer tipo de dependência compareça à reunião para a cura dos vícios que acontece aos domingos, às 15 horas, na Catedral de Santo Amaro, localizada na Avenida João Dias, 1.800, zona sul da capital paulista. Para saber as localidades em outros estados, clique aqui.

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