A fé que ignora as estatísticas

Por Michele Francisco / Fotos: Marcelo Alves, Arquivo Pessoal e Fotolia

A diarista Maria Nogueira (foto ao lado), de 57 anos, estava em casa quando sentiu fortes e repentinas dores de cabeça. Ela tentou tomar um remédio para aliviar a dor, mas não conseguiu pegá-lo. Ela começou a perder os sentidos e a única coisa que conseguiu fazer foi se deitar na cama e aguardar ajuda.

No hospital, Maria foi submetida a vários exames. Sem um diagnóstico específico, ela recebeu alta logo após apresentar melhoras e voltou para casa.

Após uma semana, as fortes dores voltaram e ela retornou ao hospital. Maria estava com o rosto e o olho inchados e com dificuldades para enxergar. “Fiquei internada, mas não tinha vaga no quarto e passei dias no corredor. Era uma situação horrível”, conta.

Depois de algum tempo de internação, Maria realizou três tomografias e os médicos, finalmente, descobriram um sangramento no cérebro. Ela teve um aneurisma cerebral: vasos sanguíneos se romperam e ocasionaram as fortes dores na cabeça.

O médico avaliou a gravidade do problema e as sequelas que Maria poderia ter e logo a encaminhou para a cirurgia. “Ele disse que eu corria um grande risco de ficar cega do olho direito ou até mesmo inválida. Eu sentia muitas dores, fiquei um pouco abatida com a situação, mas tanto eu quanto a minha família estávamos orando. Cheguei a receber duas ligações de pessoas se despedindo de mim, como se eu não fosse mais voltar da cirurgia, mas eu permaneci na fé”, lembra.

As notícias eram desanimadoras e Maria alimentava a fé e a confiança em Deus ouvindo a programação de rádio da Universal. Antes de fazer a cirurgia, ela entregou sua vida para Deus e perseverou confiante.

Após 22 dias internada, Maria passou por mais um procedimento cirúrgico, com o objetivo de colocar um clipe metálico para fechar o vaso e impedir um novo sangramento.

A cirurgia foi bem-sucedida e ela ficou apenas um dia na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Os médicos ficaram surpresos com a recuperação de Maria, pois temiam que ela ficasse com alguma sequela.

Ela continuou fazendo o acompanhamento médico para evitar complicações futuras. Sua família permaneceu frequentando as reuniões de cura na Universal, mas já com a certeza de que ela estava bem e saudável.

Hoje, Maria está com a fé mais fortalecida, sem sequelas e sem qualquer problema de saúde.

O que é o aneurisma?

O aneurisma cerebral é a dilatação anormal de uma artéria que irriga o cérebro, geralmente localizada nos pontos em que ela é mais frágil. Pode se romper e causar uma hemorragia cerebral ou permanecer inalterada durante toda a vida. Os aneurismas também podem ocorrer em qualquer artéria do corpo, como no coração, rim e abdômen. Os do tipo cerebral e da aorta torácica e abdominal apresentam altas taxas de mortalidade.

As pessoas mais propensas a ter um aneurisma são mulheres com idade média de 55 anos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que apenas 20% dos casos de aneurismas intracranianos sofrerão uma ruptura em algum momento da vida. No entanto, quando isso acontece, cerca de 50% dos pacientes morrem nos primeiros 30 dias do ocorrido ou antes de dar entrada em algum pronto atendimento.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos .

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